História de Paula

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Primeiras experiências

Quando saíamos eu fazia o máximo possível para não chamar a atenção de ninguém. Mesmo na praia, como sempre estávamos em grupo, nunca tive problemas salvo alguns olhares ambíguos principalmente de homens mais velhos. Tive a sorte de não ser molestada, creio que principalmente porque eu quase não dirigia a palavra a ninguém, não dava chances e estava sempre acompanhada.

   Já na cama, entre quatro paredes, experimentávamos tudo o que era possível. Éramos adolescentes na flor da idade com muita libido e uma curiosidade enorme, sem freios nem família por perto. Nos entregávamos completamente às mais diferentes loucuras. Em particular eu adorava quando o Nô me pegava pela frente, eu de pernas abertas como um frango assado, ou eu cavalgando-o, sempre gozava também. Mas ele gostava mais de me pegar por trás ou de me fazer chupar o seu pau, de forma que ele gozava muito mais vezes do que eu. Não via isso como um grande problema, ao contrário, eu amava o pau dele e gostava de ficar sempre com uma “fominha”, para me guardar sempre pronta e excitada ao meu homem. Descobri que o nosso prazer passa muito pelo prazer que damos aos nossos machos, eu achava lindo vê-lo gozando em mim e só isso já me bastava, me deixava realizada. Disse-lhe que ele era proibido de se masturbar, que seria um desperdício muito grande ele não gozar dentro de mim seja qual buraco fosse, que eu estaria sempre disponível. E ele adorava essas minhas taras.

Um dia fizemos uma aposta, a de se saber quem agüentava mais tempo sem gozar primeiro. Ele deitou na cama com um travesseiro grande nas costas e me fez sentar encima do seu pau, de costas. Passamos um tempão assim, eu espetadinha no seu cacete enquanto ele lia um livro. Aproveitei para fazer uma boa escova no meu cabelo, de vez enquanto eu dava uma reboladinha para relançar a coisa. Me senti sua escrava, sua coisa ali engatada à sua disposição... e era tão bom! Após uma hora não deu mais, meu rabo ardia muito, comecei a chupar bem gostoso o cabo da escova de cabelo gemendo baixinho, mexendo devagarinho minha bunda espetada naquele pau enquanto beliscava os meus biquinhos dos seios com a outra mão. Foi uma delícia senti-lo inchando de novo dentro de mim, dei uma bela chupada no pau dele com o meu cu e o fiz gozar gostoso dentro de mim, acabei gozando junto e demos o jogo por empatado. Outra vez o Mário e a Patrícia não estavam, só de calcinha me besuntei toda de chocolate e me deitei encima da mesa de jantar para que ele me chupasse e me comesse ao mesmo tempo. Adorei ser toda lambida enquanto ele ia e vinha dentro de mim com o seu cacete, gemia, Come, come tudinho que é para você, meu amor.

Uma vez eu tinha reparado numas meninas mais ousadas que usavam um shortinho muito curtinho enrolado na cintura e na parte de baixo, deixando aparecer o final da bunda. Tinha achado aquilo lindo e principalmente sexy, resolvi experimentar. Pus a calcinha e por cima um shortinho amarelo de tecido, enrolei as pontas de forma a que o shortinho entrasse na minha bunda e cobrisse somente a calcinha. Ficou muito bom, parecia que eu estava vestida apenas com um cinto largo, por trás a ponta da minha bundinha queimadinha de Sol contrastava com o amarelo do short. Amei, pus uma blusinha com nozinho para fazer aparecer o meu umbigo e fui para a sala arrumar a mesa para o almoço.

Enquanto arrumava a mesa percebi o Nô sentado no sofá super excitado e de pau duro, mas com uma cara estranha. O Mário também não tirava os olhos de mim e a Patrícia me fez uma cara fechada. De repente o Nô se levantou sem me falar nada, me pegou forte pelo braço, me levou até o quarto e me pôs de quatro na cama. Tirou o pau para fora, já estava enorme, e começou a tentar me foder de short e tudo, mas não dava. Ele estava muito puto, eu não entendia porque, apenas deu para eu rapidamente puxar de qualquer jeito o shortinho para baixo, ele já me empurrou de novo e enfiou com tudo. Doeu muito, dei um berro mas ele não estava nem aí, me fodia com força me segurando pelos quadris, enfiando até o fundo e batendo as pernas na minha bunda, logo ele gozou dentro de mim.

Deitei para a frente, ele veio perto de mim e me disse, Olha aqui, mulherzinha minha não sai vestida assim, entendeu? E foi embora do quarto batendo a porta, me deixando lá daquele jeito sem me dar nem mesmo um beijinho. Fiquei pensando que eu havia ultrapassado um limite, que era bom para mim aprender mesmo. Exagerei tanto que ele me pôs de quatro e me comeu. Nada de mais natural, apesar de ter sido muito dolorido, amei ele me pegar daquele jeito e o sentimento de pertencer-lhe. Lhe deu vontade, ele me comeu, nada mais simples, isso me deixava feliz. Por outro lado ele estava com ciúmes, por isso estava bravo daquele jeito.

Ele voltou uns 15 minutos depois bem mais calmo, preocupado comigo, Te maluquei, amor? Desculpa, me perdoa mas você estava tão gostosinha com esse shortinho que eu não aquentei. Abri um belo sorriso, disse-lhe que lhe amava, que tinha doido muito sim, mas que eu era dele de qualquer jeito. E nos beijamos longamente. Mais tarde, quando saímos, ardia muito e eu tinha até uma certa dificuldade em andar. O Nô percebeu, O que foi, meu amor, pisou em algo? Não, querido, é que você fodeu a sua gatinha, só isso. Ele não falou mais nada mas percebi o ar de orgulho no seu rosto enquanto caminhávamos.




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