Quando eles chegaram o Nô logo me procurou, me beijou, disse que estava com saudades, me amassou toda. Almoçamos, ficamos morgando na sala, eu e o Nô deitados no sofá e o Mário no balcão. Lá pelas tantas o Mário foi para dentro do apto, o Norberto se deitou sobre mim e começamos um delicioso chamego. Nunca tinha imaginado que o sexo do meu homem se encaixaria tão perfeitamente no vazio deixado pelo meu, era a perfeição. Logo começamos um vai e vem, eu sentindo o pau dele me cutucando minha púbis, um chamego tão gostoso, tão carinhoso naquele vai e vem, eu presa sob o meu homem, sua língua invadindo a minha boca... não aguentei, gozei! Queria me economizar, não deu, paciência.
Mais tarde voltamos às cartas e bebidas como sempre, mas desta vez eu fiquei sentadinha ao lado do Nô. Para a dizer a verdade nem eu nem o Nô estávamos prestando muita atenção no jogo, mas pobre do Mário virou um problema, ele ali segurando velas para nós. Lá pelas dez deu a conta. Enquanto o Mário embaralhava para a próxima rodada começamos a nos malhar e eu disse ao Nô bem baixinho na orelha dele, Bem, vou para o quarto me preparar, dá um tempo mas não demora muito não, tá? Dei uma lambidinha na orelha dele e sai.
Entrando no quarto tirei a roupa e delicadamente caprichei com a pomada no meu rabinho. Daí vestí só a calcinha e entrei embaixo do lençol, esperando disponível e preparada para receber o meu homem. Cada vez mais excitada, aquela espera era uma tortura.
O Nô não demorou muito a dar as caras no quarto, ele queria saber qual era a surpresa. Disse-lhe que só contava quando ele tivesse tirado toda a roupa, ele se pôs nu já de pau duro, excitado. Como ele era bonito, que pau lindo e enorme! Tirei uma das pernas de baixo do lençol e apontei para o teto, ele viu aquela perna depilada e queimadinha e caiu lambendo. Depois ele puxou fora o lençol e se enfiou entre as duas pernas, hora lambendo uma, hora outra. Que tesão, ficou uma delícia, dizia ele. Puxei-o para cima, ele veio por entre as minhas pernas e com o pau em riste. Me ajeitei, puxei a calcinha para o lado e guiei aquela vara para a porta do meu cuzinho. Entrou muito fácil graças à pomada e o Nô começou a me comer pela frente, eu de pernas abertas e para o ar. Fechei as minhas pernas nas suas costas e isso me permitia controlar também as idas e vindas, que coisa gostosa eu deitadinha ali vendo aquele homem me comendo. A porta do armário com o espelho estava estrategicamente aberta e eu me achei linda naquela posição, de pernas para o ar, só de calcinha e sendo comida por um homem tão forte. Quando ele enfiava até o fundo suas pernas batiam com barulho nas minhas coxas e bunda que vibravam como geléia a cada golpe.
Ele se apoiava sobre os dois braços, um de cada lado do meu corpo. Passei minhas mãos pelo seu rosto e fui descendo pelos braços dizendo, Como você é forte, meu amor. Quando as minhas mão chegaram embaixo ele pegou forte meus dois pulsos, um em cada mão, e esticou meus dois braços para fora. Fiquei crucificada, presa pelas suas mãos e espetada. O rosto dele estava muito perto do meu e ele começou a me beijar. Na verdade comia a minha boca com a língua com a mesma voracidade em que ele comia o meu rabo, com o seu pau enorme. Depois ele parava de me beijar, ficava só me fitando, me vendo gemer e me contorcer de prazer ao sabor do movimento do pau dele.
De vez enquanto ele dava uma rebolada, sentia a vara dele dentro de mim rasgando as minhas entranhas, me sentia literalmente fodida e gemia mais ainda. Ele parecia adorar brincar comigo assim, o malvado. Aquela posição era particularmente gostosa, me sentia entregue, à disposição do meu macho que brincava comigo como um gato brinca com a sua presa antes do bote final. Quando ele enfiava até o fundo ele comprimia também a minha púbis, ficava muito difícil de segurar o gozo. Ai como eu gosto disso, eu sussurrava. Então ele começou a morder os biquinhos dos meus seios, um de cada vez, passava de um ao outro lambendo o meu peito sem pelos, e eu me contorcia presa pelos seus braços fortes de maneira a oferecer cada biquinho àquela boca deliciosa. Aquilo passou da conta, foi demais, não aguentei e comecei a gozar um gozo mais longo ainda de fêmea completamente nas mãos do seu homem. Foi longo o bastante para que o Nô começasse a gozar na mesma hora, vendo-o gozando comecei a gozar de novo, aquilo não acabava e comecei a ficar com falta de ar. Achei que ia morrer.
Quando terminamos, exaustos e satisfeitos, o Nô largou os meus braços e apenas apoiou a sua cabeça no meu peito. Eu lhe disse, Amor, não sai não, fica assim na sua gatinha, então apenas relaxamos as pernas. Comecei intuitivamente a fazer um cafune nos seus cabelos, sentindo ainda o seu pau pulsando dentro de mim ele dormiu. Fiquei pensando naquilo, eu ali de calcinhas com um homem lindo espetado em mim, eu fazendo cafune nos seus cabelos. Nunca me senti tão feliz, tão plena, tão realizada. Me passou pela mente o que diriam os meus pais se eles me vissem ali naquela cama. Me ocorreu que talvez a minha mãe comprendesse e me desse o seu apoio vendo a felicidade no meu rosto, afinal agora éramos cúmplices de alguma forma. Já o meu pai não aceitaria nunca. Em todo o caso eu nunca teria essa resposta, eles nunca ficariam sabendo.
Depois fiquei pensamento no que estava acontecendo comigo. Meus orgasmos eram cada vez mais longos, estava chegando aos meus orgasmos com o meu sexo completamente relaxado! Reparei também que quase eu não molhava mais a calcinha quando gozava, talvez fossem os muitos orgasmos com pouco tempo de intervalo. Gozava gemendo pequenos “aizinhos” que faziam lembrar um cachorrinho - “caim, caim, caim” - gemendo de medo ou de dor. Me dei conta de que seria impossível alguém distinguir, só pelos meus gritinhos e pelas expressões no meu rosto, se eu estava gozando ou levando uma surra do Norberto. Acabei realizando que nem eu mesma saberia dizer em alguns momentos qual das duas coisas de fato eu sentia. Ao mesmo tempo amava e temia o meu homem, ele era o meu senhor, meu dono, ao mesmo tempo o meu prazer, a minha segurança e a minha vida naquele instante.
Essas constatações me fizeram sentir ainda mais feminina. Só uma mulher poderia gozar daquela forma, não teria mais como gozar de outra maneira. Tão bom, tão plena, tão inteira! Decidi então que iria à praia com o Norberto custe o que custar, que eu ficaria de biquíni tomando Sol ao seu lado. Ele havia me pedido, ele merecia, ele era o meu homem e me fazia tão feliz. E Paula bem que queria também um lugar ao Sol.
Acordamos já desengatados, mas ainda entrelaçados numa confusão de pernas e mãos. Eu mais apaixonada ainda, levantei, me lavei e fui preparar um big café da manhã para o meu namorado. Quando ele entrou na cozinha nem acreditou no que viu. Ele também estava bastante feliz, me disse, Hoje você vem à praia com a gente!, e eu num largo sorriso lhe respondi, Claro, meu amor.