Quando acordei me dei conta de que tinha sido a primeira noite em que dormi como Paula, fiquei emocionada. Estávamos abraçados ainda, me pus a pensar no que havia acontecido. Estava muito confusa entre os meus desejos e a realidade dos fatos. Ou seja, e agora? O que iria acontecer? O que eu deveria fazer? Ficar ali ou sair de fininho antes que o Norberto acordasse?
Não deu tempo de pensar muito. O Norberto acordou, me abraçou, me deu um beijo e disse, Bom dia meu amor. Evidentemente retribuí, começamos a namorar de novo, segurei o pau dele enquanto ele me beijava. Meu rabinho estava muito dolorido ainda, o único jeito de acalmar o meu macho foi descer de novo e dar outra bela chupada, fitando-o com olhos de gatinha enquanto o chupava e brincava com as suas bolas. O pau dele era lindo, enorme, duro, com uma cabeça muito vermelha. Aproveitei para examina-lo melhor, eu o tirava da boca e lambia os sacos, masturbando com a mãozinha aquele mastro, sentindo aquele cheiro de homem que eu amava tanto. Eu falava, Nossa, é esse pau enorme que você enfia no meu rabinho?, É, sua gatinha, Ai como é duro, grosso, gostoso, Então chupa, gatinha, como você o fez com o seu rabinho, e eu caia de boca naquele mastro.
Nessas tive a idéia de abrir a porta do armário que tinha o espelho preso atrás de forma a me ver naquela posição, e que visão! Eu ali de calcinhas, ajoelhada de frente para aquele pau enorme, bundinha levantada para trás e pernas com meias pretas de nylon, minha cabeça enfiada entre aquelas duas coxas fortes e peludas. Chupava, lambia as bolas do saco, passava a língua e o rosto nas coxas peludas, cada vez mais excitada com o pau dele e a minha visão no espelho. Num dado momento comecei a gemer de tão excitada, ele disse, Isso, gatinha, geme que fica mais gostoso ainda. Passei a caprichar mais num vai e vem mais rápido, meu macho me segurou forte pelos cabelos, começou a guiar a minha boca. Eu gemia mais ainda, aquilo me deixava mais louca e excitada, até que ele gozou muito forte. Enquanto ele gozava eu chupava e mamava, engoli tudinho saboreando o gosto de porra do meu homem. Me dei conta de como eu adorava o pau do Norberto, ele era lindo, grosso, gostoso, acho que me apaixonei também por ele.
Embora muito excitada resolvi me economizar. Afinal eu queria passar pelo menos mais um dia inteiro como Paula, segurar o orgasmo ajudaria em muito a manter o clima. Ele voltou a me abraçar de maneira carinhosa e apenas me disse, como gozar na minha boca tivesse sido a coisa a mais natural do mundo, Está com fome? Vamos tomar café? Respondi que sim, que o leitinho eu já tinha mamado. Rimos e nos levantamos, pus o vestidinho, passei pelo banheiro para me ajeitar e fui para a cozinha onde já estava o Mário. Para o meu grande prazer o Norberto me assumiu, cuidava de mim, me abraçava e me beijava na frente do Mário o qual ficou um pouco constrangido. A partir desse dia passamos a se comportar como um casal de namorados.
Na hora de sair para a praia disse ao Norberto, Amor, vai sozinho que hoje quero ficar em casa arrumando umas coisinhas. Ele insistiu, mas me fiz ainda mais gatinha, Coisinha de menina, deixa bem! Na verdade eu não havia previsto nada, muito menos como fazer para sair na rua como fêmea. Não queria me arriscar sem pensar bem. Ao mesmo tempo era absolutamente excluída a idéia de me fantasiar de sapo de novo na frente do Norberto, não queria nem pensar em arriscar quebrar o encanto.
Logo que eles saíram fui tomar um bom banho. No apto havia uma banheira, a enchi e entrei dentro pondo muito sabão para ter bastante espuma. Que coisa relaxante. Sem muito pensar peguei um barbeador e me depilei toda. Não que eu tivesse muitos pelos, só nas pernas e embaixo dos braços. Achei um tubo de pomada que apliquei no meu rabinho ferido, percebi que escorregava bem e deixei-o na cabeceira da minha cama.
Vestí uma calcinha, mini-saia e uma blusinha, sem meias para curtir as minhas novas pernas, e fui dar uma geral na casa. Lavei a louça e arrumei o quarto do Norberto, queria sentir esse lado fêmea de cuidar do meu homem, faria qualquer coisa para mantê-lo comigo. Aliás decidi chama-lo carinhosamente de “Nô”.
Quando ví que o Sol entrava pelo balcão pus um biquíni vermelhinho que caia muito bem em mim e fui me queimar. Queria ficar com as marquinhas de biquíni, nessas nem passei protetor. Ainda bem que estávamos bem no início das férias, não haviam muitas marcas de calção de banho. Passei o resto da manhã ali me queimando, hora peitinho, barriguinha e coxinhas, hora bundinha. Por fim tomei outro banho, percebi que eu tinha me queimado muito e estava cor de rosa, mas com o biquíni bem marcadinho no meu corpo. Queria fazer das minhas pernas a surpresa da noite, vestí a meia-calça por cima, depois a calcinha, a mini-saia e uma blusinha com um nozinho deixando a barriguinha queimadinha a amostra. Me maquiei bem sexy e fui tentar preparar um belo almoço para os homens da casa.
Passei esse dia com uma sensação muito curiosa, a de que todo o mundo soubesse que eu tinha dado o rabo. É uma sensação que só as fêmeas conhecem. Passamos a ver o mundo com outros olhos, olhos de fêmeas realizadas, o rabinho inflamado que não nos deixa esquecer da nossa condição de fêmeas e do que realmente desejamos.