Quando entramos no quarto ouví a porta bater atrás de mim, senti um calafrio na espinha, algo que eu nunca tinha sentido antes. Gatinha daquele jeito eu era uma fêmea frágil nas mãos de um macho forte como o Norberto, presa fácil sem ter por onde escapar. Ele me disse então que eu não poderia dormir de vestido, que eu me preparasse, e saiu do quarto. Eu estava tão aflita que tirei apenas o vestido e me enfiei rapidinho embaixo do lençol de pulseiras e tudo. Aquela espera só aumentava o meu medo, mas também a minha excitação. Ele voltou para o quarto, se deitou apenas de cuecas ao meu lado e encima do lençol, mas não apagou a luz da cabeceira. Começou a conversar comigo, para minha surpresa muito gentilmente, como quem não quisesse nada. Ele tinha uma conversa muito boa, foi puxando assunto, lá pelas tantas já estávamos rindo juntos de algumas bobagens, os rostos cada vez mais próximos. De vez enquanto eu me dava conta da situação, eu apenas de meias, calcinha e soutien, completamente maquiada de brincos e pulseiras, protegida apenas por um lençol fininho daquele macho ao meu lado. Isso me excitava enormemente, comecei a olhar mais o corpo dele. Ele era lindo só de cuecas brancas contrastando com a pele queimada de Sol, todo peludo no peito, nas pernas, nas costas, ele era forte e muito bonito mesmo. E aquele montinho entre as pernas destacado pela cueca branca, que coisa gostosa, que vontade de ir ali sentir o cheirinho e o gosto.
Já estávamos a mais de uma hora naquele bate papo e daí quem não agüentou fui eu. Num gesto de loucura procurei a boca dele, fui correspondida com um longo e profundo beijo de língua. Que delícia, primeiro beijo de homem na minha boca, aquela língua entrando e me explorando sem cerimônias, eu só de calcinhas sob o lençol... quase gozei ali mesmo! De um só gesto ele puxou o lençol me deixando completamente exposta, foi uma mistura de tesão e medo. Pensei, “agora ele vem mesmo, o que eu faço?”. Afinal eu nunca tinha passado por isso de verdade, tinha só imaginado, não é a mesma coisa. Para minha agradável surpresa ele apenas me fez dar as costas para ele, ficando deitada de lado, pensei que ele faria apenas como o Mário. Mas ele tirou a cueca e começou a cutucar o meu reguinho com o seu pau duro enorme, na verdade ele tentava guiá-lo sem muita habilidade com uma das mãos até o meu cuzinho enquanto que com o outro braço ele me abraçava. Percebi que a coisa seria mais séria do que na noite anterior.
Como contei acima eu já havia enfiado algumas coisas no meu rabo para saber que a coisa não era tão simples assim, que em particular era muito dolorido no início. E o pau dele era muito mais grosso do que todos os objetos com os quais eu já havia brincado escondida em casa! Ao mesmo tempo era tarde demais para evitar de ir até o fim, ele me daria no mínimo uma bela surra, ele estava muito excitado. Decidi então que daria o rabo para o Norberto, afinal era naquela hora ou nunca que eu saberia se gostava mesmo. Dei-lhe um beijinho e, bem gatinha, disse-lhe para esperar um pouco. Fui rapidinho na cozinha e pus um pouco de manteiga no meu rabinho apenas puxando de lado a minha calcinha. Pelo menos facilitaria entrar e escorregar sem machucar muito.
Voltei para a cama, dei-lhe um beijo bem gostoso para relançar o clima e apenas exclamei, Meu amor, vem!, e me virei para a mesma posição. O Norberto veio mesmo. Eu o ajudei com a minha mão puxando a calcinha de lado e guiando a cabeça do seu pau até o meu cuzinho virgem. No início doeu muito, Ai, ai, para, espera um pouco Norberto, Tá doendo? Tá, mas tudo bem, vai devagarinho, E assim, está melhor? Isso, devagarinho, com calma... e logo o pau dele começou à escorregar meu cu adentro graças à manteiga. Entra e sai, entra e sai, cada vez mais gostoso e com menos dor, até bem no fundo. A posição de lado era um pouco ruim, me virei de bruços devagar tomando cuidado de fazê-lo não sair de dentro de mim. Agora eu estava com os braços sob o travesseiro, bundinha empinada, meu homem encima me comendo num ritmo lento e constante.
Ele enfiou os joelhos entre as minhas pernas e as mantinha abertas, me deixando escancarada de bundinha para cima e sem movimentos. Ele se apoiava na cama passando o antebraço na frente ao meu rosto, me segurando firme meus dois pulsos juntos com a sua mão para que eu não escapasse. Com a outra ele brincava com o meu seio, beliscava o biquinho, alisava as minhas costas, o meu lombo. Ele me fazia muitos carinhos, me lambia e mordia devagarinho a minha nuca, ao mesmo tempo em que me mantinha presa pelas pernas e pelas mãos e ia me comendo com muita calma. Senti que ele tinha “me pegado” para ele.
E aquilo era o máximo! Quando o pau dele chegava no fundo eu sentia o saco e as coxas dele batendo na minha bunda, isso me fazia ir e voltar no mesmo ritmo. As pulseiras no meu braço faziam um barulhinho ritmado, os brincos balançavam na minha orelha ao ritmo das idas e vindas do pau do Norberto dentro de mim. Eu me sentia bela, fêmea, subjugada pelo meu belo macho que me comia com tanto carinho sem me deixar escapar. Ainda assustada com tudo aquilo olhei para trás e ví aquele mastro entrando e saindo no meu cuzinho, nunca imaginei que aquilo tudo pudesse entrar na minha bundinha. Não sentia mais dor, só prazer, não tanto naquele pau enorme entrando e saindo na minha bunda, mas nos carinhos do Norberto. Meu homem se revelava um amante extremamente carinhoso e delicado, cuidava de mim me relaxando, me fazendo perder o medo e deixar-lhe me comer à vontade. Lhe sorri, ele me correspondeu com um profundo beijo na boca, me invadia agora por todos os meus buracos, me sentia completa, subjugada e sem ar.
Nesse momento aconteceu o inevitável, me apaixonei! Me entreguei completamente, não pensava em mais nada, não sentia mais nenhum medo ou vergonha. O Universo enfim tinha entrado nos seus eixos, os planetas em suas órbitas, éramos parte daquela harmonia naquele nosso agradável movimento de vai e vem, uma delícia sentir o pau do Norberto indo e vindo dentro de mim. Pela primeira vez senti a paz da entrega total, eu era dele e isso era muito bom, não tinha mais nenhuma preocupação. Numa rendição completa ao meu homem intuitivamente passei a lamber bem de leve, devagar, cada pelinho daquele forte braço peludo delicioso que prendia os meus pulsos. Isso o deixou biruta, ele acelerou o ritmo e sussurrava na minha orelha, Diz, você gosta disso, não é?, Gosto sim!, Gosta do meu pau enterrado na tua bundinha, não é?, Gosto sim, meu amo e senhor, come tudinho, come! Agora você é minha, só minha, agora eu faço o que eu quiser de você, Sou, meu bem, sou tua, toda tua, uma cadelinha só tua, Lambe, cadelinha, lambe direitinho enquanto eu te como bem gostosinho.
E eu lambia e gemia de prazer, senti ele vindo cada vez mais forte. Percebi que ele estava para gozar, comecei a rir de pura felicidade, Vem, goza gostoso dentro de mim, vem meu homem, vem que você merece, é tudo teu, e ele, Ai, não aquento meu amor, vou gozar, me inundando com a sua porra quente. Sentir aquele homem tão carinhoso gozar dentro de mim me deixou tão maravilhada, tão fêmea, tão amada que imediatamente gozei na calcinha junto com ele. Um gozo muito longo que não terminava, que tomava todo o meu corpo, que me fazia dar apenas pequenos gritinhos, Ai, ai, ai,ai,ai...., numa espécie de agonia, sentindo ainda o meu cuzinho chupando o pau dele enquanto eu gozava. Pela primeira vez gozei como fêmea, era fantástico, o corpo todo que goza, nada mais existe, parece que o mundo vai acabar. Fiquei arrasada.
Fomos tomar banho juntos, eu de calcinhas ainda, não queria de jeito nenhum que ele me visse de outra forma. Nos abraçávamos, ele me dava longos beijos de língua como um casal de namorados. Comecei a ensaboa-lo, meu homem, e fui descendo porque queria lavar direitinho o seu pau que já estava voltando a ficar duro de novo. Não agüentei a tentação e dei um discreto beijinho naquele pau enorme, ouví o Norberto dizendo, Chupa, bem, dá uma chupadinha, vai? Cai de boca naquele pau enorme que não tinha nem cinco minutos ainda estava cravado na minha bunda, eu ali de joelhos no chuveiro diante do Norberto que começou um movimento de vai e vem na minha boca. Eu chupava e olhava para cima com ar de gatinha para ver o prazer que eu estava dando naquele homem delicioso até que ele gozou gostoso tudo na minha boquinha. Automaticamente chupava e mamava, engoli todo aquele leitinho, pela primeira vez da minha vida senti o gosto de esperma na minha boca, me senti uma vagabunda mas muito feliz. Acabei de me limpar, lavei os meus dentes e voltei para o quarto. Pus outra calcinha e as meias de nylon, não queria nunca mais “voltar ao normal”. Para a minha surpresa Norberto voltou para a minha cama, carinhoso ele queria dormir comigo. Me abraçou por trás, me beijou e dormiu, macho saciado. Estávamos mesmo muito exaustos, dormi muito orgulhosa por estar plena de porra do meu homem por cima e por baixo.