Este anexo dá mais detalhes sobre o arranjo ideal ao se vestir uma calcinha. Me foi de grande serventia e me valeu viver o que eu vivi, espero que possa ser úteis às “meninas” que estejam começando hoje. Quase não se fala nisso nem mesmo na Internet, onde se encontra de tudo.
Nos meus “estudos” em casa eu contava com umas velhas calcinhas abandonadas da minha irmã que um dia tive coragem de roubar da sua gaveta de lingerie, a qual era uma bagunça. O resto eram roupas minhas que eu tentava adaptar. Por exemplo, vestia a calcinha, punha uma calça lee justa e a puxava até quase no umbigo. Percebi que daí podia apertar bastante o cinto da calça já acima dos quadris, de forma a ter uma aparência feminina razoável. Uma blusinha minha mesmo mas com um nozinho na altura da barriga, deixando o umbiguinho de fora, completava a minha transformação. Nessa época estava na moda rapazes de cabelos compridos (anos 70), os meus iam até os ombros e isso ajudava muito. No meu quarto tinha um espelho desses grandes de porta de armário e eu ficava nessas experiências por horas e horas noites a dentro, me examinando de todos os lados, tentando fazer melhor.
As “meninas” que já praticaram sabem que essas técnicas rudimentares dão um resultado longe do perfeito. A calcinha, devido ao volume não previsto sob a bunda, não sobe até a altura normal na cintura. Além disso ela não entra no reguinho da bunda, fica algo embaixo apertado que se torna muito desagradável ao longo do tempo. Mesmo a calça não sobe até o fim por causa do volume total que continua o mesmo. Preocupações que me tomavam 100% do meu espírito, de forma que fiquei muito ligada no curso de Biologia quando a professora explicou por onde descem os testículos. Ela disse que os testículos podem voltar para donde vieram, que aliás haviam pessoas com problema de hérnia, etc. Nessas, em meio às minhas experimentações noturnas, aos poucos fui tentando. Morria de medo de machucá-los, pior, ter de procurar um médico para resolver alguma besteira que eu tivesse feito nessa área do corpo. Mas devagarinho, a cada vez em que punha a calcinha, forçava um pouquinho para cima para ver se eles achavam o lugarzinho deles. E acabei conseguindo!
Na verdade é algo muito natural. No início a falta de prática faz com que eles não passem muito facilmente, mas com o tempo eles quase que sobem sozinhos. O importante (dando a dica aqui para quem não conhece a coisa) é estar de pé, já com a calcinha na altura dos joelhos para evitar muito movimento. Com a mão que empurra tudo para traz, usar os dedos e encaminha-los para cima. Com a prática a coisa fica quase automática e rápida. Daí é só puxar para baixo e depois empurrar para trás o dito cujo, até a cabeça ficar perto do cu onde ele fica coladinho ao corpo. Então basta puxar a calcinha para cima com a outra mão tomando cuidado ao tirar a mão que segura tudo. Uma coisa importante é a de enterrar a calcinha na bundinha de maneira a assegurar que “aquilo” fique na sua posição. Na verdade isso é ótimo e muito confortável, a calcinha fica roçando no cuzinho, cada rebolada é um prazer. De costas só fica o triangulozinho da calcinha encima do lombo.
Para dar a receita completa, para ficar mesmo bom são necessários ainda alguns cuidados a mais. Na verdade a pele excedente tem tendência a escapar pelas bordas da calcinha. Além disso basta sentar para o abdome empurrar quase tudo para fora, estragando tudo. Com o tempo desenvolvi a técnica de juntar a pele do sacos no alto, na altura da base e passando-a sobre o dito cujo, e de colocar um pedacinho de fita crepe (porque é mais fácil de se tirar depois) para segurar as duas pontas juntas, isso antes de fazer subir as bolas. Descobri que isso ajuda a que as duas bolas encontrem sozinhos o bom caminho, basta uma pequena pressão e voop, desaparecem dentro do corpo. A vantagem é que as pelancas à mais desaparecem. A solução para evitar de sair tudo ao sentar é um outro pedacinho de fita crepe sob o saco, unindo as duas pontas na saída do buraco, logo antes de empurrar o dito cujo para trás. A tranqüilidade final, opcional, é obtida por um ou dois pedacinhos de fita crepe apenas puxando a pele mole do nosso “avantajado clítóris” para trás, de maneira a que ele não se manifeste fora do seu lugar quando excitadas. Digo “pedacinhos de fita crepe” porque é só o tempo necessário de se colocar a calcinha por cima, segurando tudo. Com a pressão da calcinha as fitas não se soltam mais, daí o melhor é colocá-las o menor possível para que não fiquem visíveis. Quanto menos fita também menos sofrido arrancá-las depois, aliás se faz necessário raspar todos os pelos do saco na região onde as fitas serão coladas. Não na parte de cima, da púbis, esse chumaço pode e deve continuar ali para ajudar a disfarçar o volume maior na púbis onde ficam escondidinhas as bolas. Depois de algum tempo com a calcinha é possível tirá-la e ficar nua, a fita já colou bem, dá até para abrir as pernas nuazinha sem riscos ou surpresas!
É sempre bom lembrar de deixar uma porta de saída aberta para se fazer pipi arrumadinha assim. Aliás uma experiência única é de sentir o pipi morno descendo entre as pernas quando mixamos de pé, só fêmeas são capazes de sentir isso. É melhor fazer isso no chuveiro... Em situações normais basta sentar-se no WC, como uma boa menina. Podemos assim passar dias e dias montada sem problemas, o único cuidado é o de algumas vezes desmontar tudo para fazer uma higiene do local.