História de Paula

Comentários para Paula


A viagem

Eu e esses quatro amigos viajávamos freqüentemente juntos, um deles tinha um apartamento no Guarujá. Embora eu tentasse não dar bandeira, quando viajávamos de férias por mais de uma semana eu não resistia e improvisava na hora do banho. Até que um dia aconteceu o que tinha de acontecer.

Tínhamos ido passar férias no Guarujá no apto desse amigo que tinha um apto lá: eu, o dono (Norberto) e um outro de quem eu gostava muito (Mário). Norberto era muito peludo e o mais violento do grupo, era um ano mais velho do que nós (ele tinha 17, nós 16 anos), estava super atrasado na escola após ter levado bomba várias vezes. De certa forma tínhamos um pouco de medo dele, ele já tinha até me dado uns tapas sem muita razão. Já o Mário era uma gracinha e muito doce, era por quem eu tinha mais amizade. Eu e o Mário estávamos na mesma escola cursando o segundo Colegial, o Norberto tentava ainda terminar o Ginásio numa outra escola.

Esse apto da família do Norberto era usado por toda a família, mas em geral só íamos lá quando não havia ninguém. Nos primeiros dias levamos uma vida de meninos de férias sós numa cidade de praia. Acordávamos tarde, tomávamos café e saíamos para as praias. Normalmente voltávamos para almoçar só lá pelas quatro da tarde. Entre tomar banho, improvisar alguma coisa para comer e almoçar já era final da tarde. Descansávamos um pouco e saíamos para o “footing”, ou seja, ir tomar sorvete como desculpa para “paquerar” as meninas. Como éramos muito tímidos e inexperientes a “paquera” dava em nada. O que não impede que o assunto preferido fosse meninas, a principal preocupação como chegar nelas, o que fazer com elas. Voltávamos para o apto e ficávamos bebendo, jogando cartas e conversa fora (não tinha TV no apto). Bebíamos muito nessa época, cerveja e cachaça, e íamos dormir tarde da noite. Comíamos mal à noite, só besteiras junto com a bebida, isso me dava ressacas espetaculares algumas vezes.

O Norberto também tinha uma irmã mais velha, para minha sorte fiquei no quarto dela. Ela tinha o costume de deixar no armário algumas roupas para evitar de subir e descer a serra com muitas malas, de tudo um pouco, principalmente muita roupa de praia (maiôs, biquínis, shortinhos). Não pude resistir a fuçar durante a noite esse armário, mas visto o medo de descobrirem mais tarde que eu havia mexido ali não ousei experimentá-las. Sempre que viajava punha no fundo da mochila um rolinho de fita crepe para se acaso tivesse a oportunidade, mas o quarto da menina não tinha chave na porta, por essa razão nem tentei.

Por outro lado achei algumas lingeries da irmã do Norberto no cesto de roupas sujas do banheiro. Foi a fome com a vontade de comer, faziam a minha felicidade antes do banho. Como eram roupas sujas e jogadas num cesto não tive medo em vestí-las, inclusive porque a porta do banheiro trancava bem. Em particular tinha ali um maiô peça única que era uma delícia de se usar. Muito cavado, quando eu colocava as alças nos ombros o maiô enterrava fundo na minha bundinha, era uma delícia ficar desfilando rebolando com ele enfiado no meu reguinho. Depois guardava tudo direitinho para ninguém perceber e me masturbava como uma gatinha no chão do banheiro, mantendo as “coisas” no lugar apenas com a mão. Pensava hora no Norberto, hora no Mário, hora nos dois juntos já que eles estavam ali à mão. Imaginava mil coisas, eles abrindo a porta do banheiro e me pegando ali mesma no chão, me comendo todos os dois, essas coisas. Ouvir as suas vozes enquanto me masturbava me dava medo e, ao mesmo tempo, me excitava mais. Eu ali daquele jeito, gemendo como uma cadelinha, apenas uma porta nos separando... Como na cesta de roupas haviam também roupas do Norberto aproveitei para cheirar as suas cuecas, as colocava na boca, descobri o cheiro e o gostinho de homem. As cuecas dele tinham um cheirinho de caralho muito gostoso que me levava às nuvens.

Um dia amanheci muito mal de ressaca. Nem conseguí tomar café, voltei para a cama enquanto os outros dois se preparavam para ir à praia. Lá pelo meio dia me levantei, eles já tinham saído. Uma coisa que me fazia passar dor de cabeça sempre foi me montar, nessas não deu outra: tranquei a porta da rua e fui para o banheiro vestir o maiô. Como não tinha ninguém no apto e nem tão cedo eles voltariam fui para a cozinha tomar café. Era uma delícia poder andar pelo apto todo só para mim, no caminho me pus desfilar pela sala até que me acalmei e fui enfim tomar o meu café. Muito gostoso também poder fazer algo do cotidiano vestidinha assim, sentadinha de maiô no banquinho da cozinha como se fosse a coisa a mais natural do mundo.

Como ainda era cedo e tudo isso estava muito gostoso resolvi ser mais atrevida. Pus por baixo do maiô uma meia calça que escondia os meus pelos e por cima uma mini-saia que encontrei no armário. Fiquei uma gata, o maiô mantinha a meia calça no lugar e a mini-saia era bem curtinha, fazendo minhas pernas mais longas vestidas com as meias pretas. E que delícia esfregar uma perna na outra vestindo meias, sensação única que só uma fêmea conhece. Fui me ver no espelho, bastou dividir no meio os meus longos cabelos para que eu ficasse uma perfeita menina. O apto era no terceiro andar e tinha um balcão com uma mureta de tijolos, dava para ficar ali sem ninguém perceber como eu estava vestida. Não resisti e fui para ali, mistura de não querer dar bandeira e de vontade de que alguém me descobrisse. Quando estamos vestidas assim temos no fundo o maior desejo de sermos vistas, que vejam o quanto somos gostosas.


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