Não falamos nunca dessas noites com essa menina, mas depois desses encontros muita coisa mudou. O Nô parecia distante no telefone e, embora ele nunca me tenha dito, tenho certeza de que ele procurou aquela menina mais vezes depois. Ao mesmo tempo minha vida na universidade tomava cada vez mais o meu tempo e interesse, de forma que não me era muito sofrida essa distância que estava aumentado entre eu e o Nô.
Na semana seguinte só foi possível de se ir à casa do Nô na quinta. Ele se dizia ocupado, isso e aquilo, mas eu sabia que era outra coisa que estava rolando. Chegando lá me produzi o melhor possível e acho que ele entendeu. Transamos muito como sabendo que seria a última vez, depois lhe disse que não dava mais, que eu não o esqueceria nunca mas que eu queria dar um tempo. Ele abriu o jogo, isso foi legal porque tínhamos uma boa amizade como base de nosso relacionamento que era mais forte do que a crise. Me disse que de fato ele tinha ido ver a menina e que eles estavam namorando, que não daria mais para sairmos juntos. Para me vingar lhe contei do Paulo sem dar muitos detalhes, nessas nos demos conta de que tínhamos chegado ao final sem maiores dramas. Passamos algumas horas conversando pela primeira vez sobre várias coisas que nunca tínhamos abordado, foi uma tarde muito importante para mim.
Entre outras curiosidades soube melhor como e porque o nosso relacionamento começou a mais de um ano atrás. No momento em que eu tinha me levantado do colo do Nô naquele primeiro dia de Paula ele já estava a ponto de gozar nas calças, daí a cara estranha que ele fez. Aquilo imediatamente mexeu com ele e ele queria que queria passar a noite comigo. Como ele sempre perdia o par-ou-ímpar com o Mário ele apostou que quem perdesse passaria a noite comigo, na verdade ele não queria me irritar. Para muito azar dele ele ganhou, como eu saí muito rápida da sala porque estava brava ele não teve tempo de inventar alguma coisa. Ele tinha ficado tão excitado com aquilo tudo que ele não conseguia dormir, acabou passando uma grande parte da noite acordado e se masturbou ainda umas três vezes. Por essa razão na noite seguinte ele não teve ejaculação precoce, ao contrário, pode me comer devagarinho e me curtir como ele o fez. É curioso que foi isso que me fez apaixonar por ele, ou seja, se tivéssemos passado a primeira noite juntos provavelmente toda essa História não teria acontecido. Como é a vida...
Em todo o caso o nosso namoro acabou naquele dia. Da minha parte liguei para o Paulo, ele era muito simpático, queria que queria que a gente se encontrasse durante a semana em algum lugar. Me dei conta do quanto Paula dependia completamente do Nô, não havia meio de eu me montar sem passar pela casa dele e sair com ele. Disse-lhe que nos veríamos em alguma festa mas Paulo não aceitava. Disse que nessas festas não ficávamos bastante à vontade ainda mais com o meu namorado por perto. Creio que ele queria mesmo era me levar para a cama. Achei que não dava para tocar para a frente com ele, comigo dependendo tanto do Nô para me produzir.
O Nô tinha me oferecido todas as minhas coisas que estavam na casa dele, que eu viesse buscá-las quando quisesse, mas eu não tinha onde as por e acabei as deixando lá. Durante a semana a Patrícia se ofereceu para guardá-las, disse-lhe que sim, que ela as levasse para a casa dela. Na sexta-feira seguinte a Patrícia insistiu muito para que eu fosse à casa dela à tarde, que eu entraria sem dar bandeira no quarto dela e que eu poderia me preparar lá com toda a tranqüilidade. Ela estava chateada por mim e queria me ajudar, iríamos depois juntas numa outra festa, o Mário nos levaria sem problema. Acabei aceitando, não tinha nenhuma idéia melhor e estava de fato numa fossa. Para ver se levantava a minha moral me arrumei super gatinha, pondo o meu vestidinho prateado de discoteca e sendo bem maquiada pela Patrícia.