História de Paula

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O princípio do fim

Estávamos nesse pé quando um sábado à noite fomos a uma festa. De novo dois ou três rapazes se intrigavam comigo e colavam no meu pé, mas como sempre o Nô estava por perto nunca tive ocasião de conversar muito com eles. Nessa noite o Nô me deixou sozinha na cozinha da casa e foi para a sala, fiquei então conversando com os três que queriam “desvendar” o meu mistério. Nessa época graças em muito à Patrícia eu tinha desenvolvido enormemente minhas técnicas de transformação, de forma que se não fosse a voz não haveria nenhuma diferença notável num ambiente de festa com pouca luz. Acho que era isso que os intrigava, eu era uma bela e sexy garota com uma voz grave demais, acho que isso dava tesão neles, fora a minha fama de puta na cama.

Deixei eles me paquerarem para me fazer prazer mas não queria nada mesmo com nenhum deles. Quando me dei conta da hora fui à sala à procura do Nô. Ele estava dançando colado com uma menina que eu já tinha observado antes, que já vinha dando encima do Nô fazia algum tempo. Ela era bastante bonita e charmosa e entendi que a briga seria dura. Num gesto sem pensar, talvez o pior que eu poderia ter feito, tirei o Paulo para dançar, o irmão da namorada do Gil que vivia me cantando. E quanto mais o Nô abusava da menina mais eu deixava o Paulo me passar a mão, tentando me vingar do Nô. Não resolveu problema nenhum, o Nô continuou amassando a menina na minha frente. Fiquei muito puta da vida e fui para a cozinha, dispensando o Paulo.

A Patrícia viu a cena e veio ao meu socorro, ficamos conversando, ela me dizendo para por panos quentes que essas coisas acontecem. Ela me disse também que nenhuma das amigas dela gostava dessa menina porque ela era muito vagabunda, creio que devia ser também o que elas pensavam de mim. Como já era muito tarde o Nô veio me buscar, pelo menos ele não perdeu completamente a decência. Para a minha surpresa ele me disse que levaríamos a menina juntos para a casa dela. Como eu não tinha muita escolha, não tinha como voltar para a casa sozinha sem me trocar, entrei no carro muito puta da vida.

O bandido do Nô nos levou mesmo é as duas para a sua casa, nos fez descer na salinha embaixo e começou a transar com a menina na minha frente. Eu já pensava cair fora quando num dado instante ele se deitou de barriga para cima, pôs o pau para fora e tentou fazer a menina se sentar encima. Como as meninas nessa idade e dessa época não queriam perder a virgindade ela se sentou encima do rosto dele, de frente para o seu pau, ele levantou a saia dela e começou a chupar a sua bocetinha. É verdade que para o Nô isso era uma novidade, sentir o gostinho e o cheiro de menina no cio, entendi que não tinha chance de dar o mesmo para ele. Mas vendo aquela cena não deu para não ficar também muito excitada, ainda mais vendo aquele pau enorme em riste que a menina, boba, hesitou em cair de boca num 69. Então antes que lhe caísse a ficha não resisti, me sentei eu naquele pau enorme e de frente para a menina que gemia com a língua do Nô na bucetinha dela. Não deu outra, ela era muito bela com seios enormes e começamos a nos beijar, comecei a pegar nos peitos dela, ela gemendo na minha língua, ela era muito gostosa mesmo. Acabamos gozando todos os três juntos, o Nô no meu cu, eu na boca da menina e ela na boca do Nô. Quando tudo acabou fui embora e o Nô foi levá-la para a casa.

Na semana seguinte não falamos do acontecido talvez para evitar um rompimento, eu rezando para que fosse apenas uma exceção. Mas na festa seguinte ví que a menina também tinha vindo e o Nô voltou a dançar com ela. Nessas dei a maior corda ao Paulo que continuava me paquerando, com o qual eu tinha dançado no sábado anterior. Era uma casa enorme, num dado instante ele me puxou para um quarto isolado e começamos a malhar. Percebi que ele enfiava demais a mão onde não devia, para acalmá-lo pus o seu pau para fora e dei uma deliciosa chupada. Era a primeira vez que eu chupava um outro pau, o dele era bastante gostoso mas diferente do pau do Nô, gostei bastante de ter experimentado.

Depois que ele gozou me levantei para ir ao banheiro, dei-lhe um belo sorriso e sai. Me lavei, refiz a maquilagem e fui para a cozinha buscar alguma bebida forte. No caminho Paulo veio todo encabulado me dizer que sabia que eu tinha um namorado, mas que se eu quisesse que eu ligasse para ele me passando um papelzinho com o número do telefone. Voltei para a sala e de novo o Nô estava com a menina. Como na semana anterior, a mesma coisa, nos pôs no carro e nos levou para casa dele.

Eu já começava a estar de saco cheio daquilo, resolvi mandar às favas e aproveitar, afinal tudo era experiência nova. De qualquer forma eu não tinha outra escolha, dependia completamente do Nô para ir e vir, mesmo para existir. Além disso estava na cara de que eu estava lhe perdendo.

Chegando na salinha embaixo da casa disse para a menina, Olha aqui, querida, vê se aprende como se chupa um cacete gostoso desses, e me pus de quatro chupando o pau do Nô. Ela se colocou ao meu lado, começamos a disputar quem chupava aquele pau maravilhoso. Ela era de fato bonita e gostosa, era muito excitante vê-la chupando com tanto gosto, comecei a fazer carinhos nos seus cabelos enquanto ela chupava o pau do Nô, logo estava lhe dando beijinhos. O Nô se deitou para trás no colchão, ela deitou de bruços para continuar a chupá-lo e eu deitei encima dela, como querendo encoxá-la.

Foi algo muito interessante porque eu queria encoxá-la, mas eu não tinha nada entre as pernas, estava com o meu vestidinho prateado com tudo preso como sempre. Em nenhum momento me deu vontade de soltar o meu aparato vestida daquele jeito, ao contrário, realizei o que é ser fêmea e ter inveja do pênis. Eu me dizia que eu era uma mulherzinha mesmo, toda gostosinha, queria, me esfregava na menina mas faltava algo em mim para comê-la. E esse sentimento de insuficiência me excitava mais ainda, enquanto me esfregava na bunda dela me pus a beijá-la e à disputar de novo o pau do Nô gemendo muito.

Ela parece ter gostado do sanduíche, enfiei minha mão entre as suas pernas e comecei a masturbá-la como eu fazia comigo mesma. A bocetinha dela já estava toda molhadinha e tinha um cheirinho delicioso de menina no cio. Começamos a nos beijar enquanto que o Nô se masturbava nos vendo transando como duas lésbicas, dando gemitinhos, de vez enquanto dando uma chupada no pau dele também. Aos poucos a coisa ficou entre eu e ela, ela rebolava na minha mão enquanto eu metia a língua na sua boca. De repente sentimos um jato de porra vindo do pau do Nô, começamos a gozar as duas ao mesmo tempo enquanto nos lambíamos os rostos gemendo de prazer, procurando engolir aquela porra toda.

Descansamos uns 5 minutos, me levantei e a levei comigo para o banheiro para nos limparmos e refazermos as nossas maquilagens. Enquanto passávamos batom nos lábios ficávamos nos secando pelo espelho, ela era muito bonita e sensual. Ela começou a passar o seu baton na minha boca para me mostrar como eu tinha de fazer, não resisti e comecei a acariciar o seu rosto e seus cabelos, em pouco tempo estávamos de novo nos beijando com as bocas borradas de baton. Ela não parecia satisfeita e começou a enfiar a sua mão entre as minhas pernas. Não sei se ela queria me retribuir o favor ou ver o que havia ali, mas retribuí chupando os seus seios. Nessas o Nô apareceu na porta e, vendo aquilo, já ficou de pau duro de novo. Ele tentou por a mão na boceta dela, mas vendo o pau dele em riste ela não deixou, essa coisa de não querer perder a virgindade. Ela sabia que não ficaria só na mão do Nô se ela deixasse. Nessas ela foi andando para trás comigo a beijando, acabou se encostando na parede e eu comecei a prensá-la. O Nô veio por trás de mim, levantou a minha saia e me penetrou de um só golpe, como quando ele costumava me comer de pé.

Enquanto ele me comia ele procurava a boca da menina. Enfiei minha mão na bundinha dela e um dos dedos no seu cuzinho, ela começou a delirar de prazer, mas o Nô afastou a minha mão para colocar a dele. No final me limitei a repousar a minha cabeça no ombro da menina enquanto eles transavam entre eles, comigo no meio. Era evidente que eu estava literalmente à mais, apesar de estar uma delícia ser o recheio daquele sanduíche. Quando o Nô enfim gozou em mim a beijando preferí sair de fininho, de maneira a deixá-los sós. Eles foram para o quarto e tenho a certeza de que ela enfim cedeu ao Nô, visto os gemidos que ouví enquanto me trocava no corredor. Fui embora sem falar nada, com a certeza de que tinha perdido aquela guerra.





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