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Vamos agora falar um pouco dos níveis quanta de energia, para descobrir como se processa a reorientação energética dentro do átomo, quando a esfera luminosa infinitesimal é formada ela produz duas camadas energizadas, uma mais externa que representa a polaridade mais positiva, e a outra será mais negativa e poderá estar até no centro da esfera, dependendo da quantidade de partículas eletrônicas que se fundiram no núcleo do átomo, e a diferença entre os dois níveis de energia formam o dipolo, que estará na posição de um dos infinitos raios possíveis da esfera, com uma orientação que é ainda no nosso nível de conhecimento difícil de precisar, mas o efeito que provoca o raio de luz incidente na bolha faz com que muitas destas esferas se formem, e em cada uma temos uma infinidade de possibilidades, mas o que importa compreender é que cada uma destas esferas tem um nível energético diferente, e traduzindo em linguagem lógica pode ser um ou zero, um se for na direção que combina com a energização polarizada que chega, e zero se não combina, em outras palavras, quando a polaridade da luz que provocou o desequilíbrio no átomo for igual ou superior a diferença de energia entre as esferas concêntricas, que é o nível quanta de energia, teremos um, e se for inferior teremos zero, o que importa considerar é que nós temos dois fachos de luz incidindo na bolha, um perpendicular ao outro, um dos fachos chega modulado com informação e o outro sai com a resposta, porque no facho de luz cada nível quântico energiza uma partícula do facho, que se compõe de feixes individuais que podem ser controlados, assim nós podemos ter um facho de luz com 60000 pequenos feixes individuais, é como se tivéssemos 60000 lançadores de partículas luminosas ou fótons, e cada um deles com individualidade própria, num processo contínuo de lançamento porque acontece na velocidade da luz, então a cada fração de tempo dentro de um limite que pode ser determinado, estão passando fótons não polarizados pela bolha, que saem polarizados com energia ou sem energia, conforme a polarização do facho de luz incidente que é quem provoca o trabalho de bolha, e o outro facho recolhe o resultado deste trabalho que é então encaminhado com a lógica tão previsível e controlável, que pode ser determinado todo o trabalho por equações matemáticas cada vez mais perfeitas, e que retratam tudo o que acontece no interior da bolha através de resultados matemáticos que respondem pela indicação de novos dados, de pesquisa da busca da informação no que poderíamos chamar de faixas de trabalho lógico inteligente, onde novas equações vão surgindo pela combinação das anteriores, abrindo novos horizontes de pesquisa, mas uma destas equações nos seus primeiros passos estabelece o padrão vibratório das partículas eletrônicas, que condiciona a criação independente de níveis quanta de energia, com polarizações que dependem do processo de integração produzido pelo efeito da fusão no núcleo, com partículas que possuem outros padrões vibratórios elaborando uma reação eletrostática, que é controlada pela polarização das partículas fotônicas que modulam o fóton dentro da modulação do facho incidente, e estas partículas formam um conjunto que ao penetrar no núcleo de um átomo, se separam pela força dos nêutrons que absorvem estas partículas e causam um desequilíbrio, mas no próprio fóton existe uma força energética que age na estrutura molecular onde o átomo está inserido, provocando uma reação no átomo porque esta energia do fóton é que mantinha as partículas polarizadas associadas a ele, e quando o núcleo do átomo as toma ele se polariza em direção contrária porque muda o padrão vibratório bruscamente, e é este efeito que provoca a criação da esfera luminosa, quando as partículas buscam o seu lugar no interior do nêutron e o nêutron se reorienta, ou seja, busca estabelecer uma energia que por efeito daquela criada no fóton tende a se polarizar de modo inverso, e isto cria a energia quântica que inicia o processo, porque então as duas energias polarizadas inversamente se fundem formando o raio gama, que descarrega a esfera eletrostática e é atraído pelo elétron mais influente naquele momento, provocando o desequilíbrio do elétron, que pelo choque provoca uma transfusão de energia, porque pequenina parte da energia nuclear acaba indo junto com o raio gama, e então as partículas se separam porque as que pertenciam ao fóton se reúnem a ele, quando ele deixa a parte que retirou do núcleo com o elétron, e este ao se chocar perde estas partículas que são atraídas pelo núcleo, e então cria no núcleo um reequilíbrio, mas fica no átomo a informação de todo o trabalho que ele realizou, e desta forma conseguimos obrigar o átomo a realizar um trabalho lógico, que é o trabalho da sua vida, e para a qual se especializou profundamente, só que de maneira rápida pelo efeito do trabalho de todos os átomos da molécula atingidos de modo controlado, porque provocado artificialmente, e assim o fóton que possui a afinidade maior com aquele átomo, e que está entrando na molécula em direção perpendicular ao outro, se polariza por indução com o desequilíbrio do átomo, porque aquela energia quântica que resultou do trabalho de reorientação do núcleo do átomo, serviu para modular um dos milhares de fótons que vão levar aquela informação lógica para o estágio seguinte de trabalho, que bem pode ser outro processador funcionando como filtro de informação, ou outro estágio qualquer da máquina inteligente que utiliza os processadores, como, por exemplo, um multiplicador de sinais algébricos que servem para elevar o nível dos sinais modulados que chegam, para demodulá-lo a seguir, ou um estágio que colhe as informações destes fótons modulados, porque a modulação acontece em cada fóton dos milhares que passam no feixe de luz que contém a modulação. A incrível velocidade com que os átomos reagem a uma alteração em seu equilíbrio nuclear, principalmente quando se trata de um desequilíbrio provocado na faixa alta da energia eletrostática, onde as partículas eletrônicas que não foram recolhidas pelo núcleo do átomo que está se desintegrando, e então pela própria energização que trazem do núcleo que está saturado por ter acumulado toda a energia possível em sua estrutura, então as partículas eletrônicas que não conseguem permanecer no átomo se unem a essa energia que transborda do núcleo, formando núcleos inteligentes de energia, porque são as partículas mais amadurecidas nos núcleos do elétron e do átomo que se unem, formando estes núcleos que chamamos fótons, e conforme a vibração que possuem vão se propagando pelo espaço nas faixas de luz que conhecemos do espectro luminoso, mas estas partículas que estão nos fótons que formam a luz ultravioleta, são os mais apropriados desta faixa de energia eletrostática que vai do infravermelho e segue acima do ultravioleta, porque a sua reprodução em laboratório é possível através de acumuladores energéticos, que no futuro vão se vulgarizar pelo uso como fonte de energia para mover até naves espaciais, mas também pela facilidade maior de se modular estas partículas, ou seja, acrescentar a elas níveis de informação energética, de padrão vibratório bem mais baixo porque oriundas de átomos ainda no inicio da série estequiogenética, então se considerarmos o somatório de fótons de um diminuto feixe de luz individual, estes fótons se transformam em um sinal ondulatório que é modulado nesta bolha de cristal líquido, então a faixa de luz eletrostática é utilizada como onda portadora que carrega o sinal modulado, e é utilizada para modular e demodular a informação que queremos processar, e que vem de outros estágios deste processador gigante que é o computador, mas o que mais favorece a utilização da faixa baixa da energia ultravioleta é que os grandes computadores possuem estágios de processamento, comandados por extratores algébricos que realizam a seleção e distribuição da informação por canais lógicos, definidos pelas opções de trabalho da programação do hardware, e estes extratores tem atualmente um funcionamento limitado porque utilizam processadores de silício em série - paralelo conforme a programação, que vão somando e dividindo a informação dentro dos canais limitados do tempo de frações de nanosegundos, e com o uso da faixa alta vamos ter além das vantagens acima, ainda uma maior rapidez com que obtemos na velocidade da onda moduladora, que assim vai permitir estágios muito mais eficientes de separação da informação lógica, em lotes de informações afins escolhidos pelo trabalho estatístico dos grandes números, já definidos por fórmulas que vão se aproximando mais e mais do ponto de convergência que reduz o risco, e estes extratores lógicos ou conjunto de processadores trabalham com as probabilidades de acontecer um determinado fenômeno, mexendo em poucas variáveis e ainda assim uma de cada vez, porque estabelecem por exemplo, P[ | f - p | < e ] ³ 1 - [p ( 1 - p) ¤ h e**2] , a probabilidade de um experimento e que é a realização de uma pesquisa, onde |f - p | é o limite superior de um percentual que atribuímos ao acaso, por exemplo a probabilidade de um político se reeleger quando existem dois outros candidatos, e cada um dos três candidatos pode vencer desde que o pretendente a reeleição não trapaceie usando a máquina do estado, mas se usar a máquina do estado precisamos obter a forma que ela será usada, e como a população reagirá com cada uma das alternativas, então digamos que o evento seja conquistar a simpatia do eleitor distribuindo entradas para assistir uma sessão circense, em que o comício seria realizado no meio do espetáculo, e que a probabilidade de conquistar os eleitores daquela cidade usando este artifício fosse de 90%, em que devemos considerar o preço da entrada, a quantidade de pessoas que gostam de circo, e sem esquecer que os outros candidatos podem fazer o mesmo, como vêem a fórmula que se adapta bem a calcular a probabilidade de cair um 6 num jogo de dados, não se aplica aqui porque a todo o momento surgem novas variáveis que devem ser consideradas, então precisamos ter condições de ir acrescentando novas condições, que ao serem analisadas estabelecem novos padrões, e assim aquela fórmula que inicialmente era simples vai se tornando complexa, porque o encaminhamento lógico vai criando novas fórmulas que atendam aquelas características exigidas, e assim o que o ser humano fez até agora em termos de ciência estaria sendo entregue a uma máquina, que abandonaria o acaso e buscaria pela repetição incessante e sistemática, cada vez com melhores dados, aquelas experiências que os nossos cientistas fazem em laboratório, uma vida inteira tentando encontrar soluções que uma máquina realiza, não quero desmoralizar a ciência, mesmo porque é ela que trouxe o desenvolvimento tecnológico até este ponto, mas agora temos que entregar às máquinas as buscas inteligentes para resolver questões dinâmicas, e o cientista vai ficar julgando apenas relatórios, que vão propondo soluções em níveis cada vez mais elevados, e tudo isto que parece ficção pode ser obtido com estes processadores que trabalham nesta faixa, difícil, não, a dificuldade está apenas em encontrar a fórmula inicial que de a partida na avaliação de cada experimento, com um programa bem feito de hardware que estabeleça as condicionantes lógicas, para as máquinas começarem a usar a capacidade de memória, e a velocidade para encontrar a solução usando cada vez um número maior de variáveis, mas com um processamento na faixa de 5 Ghz já começamos a encontrar soluções brilhantes em pouco tempo, e é este o escopo desta obra, determinar um hardware capaz de começar a fazer a máquina pensar, porque o pensamento no nível humano material, somente utilizando o cérebro físico, será ultrapassado com algumas fórmulas inteligentes em pouco tempo, e aí vamos ter que caminhar para dentro em nossos psiquismos para disputar com estas máquinas, que sempre serão máquinas porque a iniciativa de auto - realimentação de dados nunca dará certo, e o homem terá então mais tempo para pensar, e ao contrário do que possa parecer, estas máquinas vão viabilizar a empresa que pretendo criar, não estou ainda preocupado com os computadores, mas sim com a sua programação de hardware que pretendo implantar dentro em breve, talvez neste microcomputador que tenho em minha casa, que vai ser bem simples, mas que dará condições para começar a ver esta máquina começar a pensar. |