Algumas considerações importantes
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Algumas considerações importantes

O processamento de uma informação passa por alguns estágios, antes de ser aproveitada num equacionamento lógico qualquer, e isto porque a linguagem da máquina é medida por níveis de energia, que são produzidos pela reação química, quando as polarizações adequadas são encaminhadas pelo material de que é feito o processador, e assim, conforme o sinal que chega, obtém-se na saída um determinado nível de energia, que atende ou não ao nível necessário na saída para excitar o estágio seguinte, então as saídas vão produzindo um trem de pulsos, cuja rapidez depende da excitação de entrada e do material de que é feito o processador, e este trem sai com uma resposta lógica que permite a recuperação de sinais mais fracos, que não atingiram o nível necessário para excitarem aquele processador, em outros processadores mais sensíveis, que desta forma vão estabelecendo níveis de sobremodulação, que não puderam ser considerados nos estágios anteriores, mas como esta sobremodulação acontece, e o que é ela, são os dados menos importantes dentro da formulação estratégica principal, e que não conseguem uma estrada principal para eles, e que são introduzidos nos caminhos da informação como uma espécie de ruído, que é induzido pela semelhança de alguns efeitos com os sinais que produzem a modulação principal, mas não são desprezados porque muitas vezes após algumas tentativas infrutíferas nos caminhos primários, onde as informações mais adequadas são processadas, surgem novos caminhos em que o programa considera os efeitos desprezados no estágio anterior, e o reaproveita, e então acontecem novos níveis de afinidade que vão produzir novos encaminhamentos do problema, com soluções que se separam um pouco da solução esperada, mas que tem relação com o problema considerado, que então é reavaliado, e após alguns estágios destes, quando todos os sinais foram processados, são encaminhadas medidas lógicas de novas informações, formando relatórios de máquina que podem ser avaliados por especialistas, que analisam estas medidas lógicas, que são o produto do trabalho de processamento dos sinais sobremodulados, que atingiram objetivos lógicos compatíveis com a busca de soluções esperada, e então estes sinais são comparados e medidos logicamente dentro do processo, e se incorporam ao trabalho do computador como informação gerada nele, mas que na realidade refletem respostas mal compreendidas, em estágios menos sensíveis aqueles sinais energéticos, e não vamos considerar aqui um não como ausência de informação, porque todos os terminais possuem níveis de polarização, que são separados por uma bifurcação, provocada por uma barreira que impede a passagem dos sinais menos importantes naquele estágio, e esta sobremodulação muitas vezes provoca um efeito que se soma, e outras vezes que anula parte da energia, impedindo a avaliação correta ou produzindo erros de processamento, quando o sinal está beirando os limites de definição da lógica do sistema, mas estes erros apenas provocam desvios que trazem novas possibilidades de julgamento, porque se unem dentro do trabalho da máquina, por afinidade a outros dados existentes na memória, e que por falta de afinidade com a informação que passa, não são considerados naquele caminho principal, mas que agora vão ser chamados a integrar novas rotas onde vão ajudar, pela semelhança com sinais que passaram antes e deixaram a sua marca em processadores mais sensíveis, e o processo vai caminhando em diversificações cada vez mais complexas até um ponto de convergência, onde novamente todos são reavaliados, e assim os estágios hierárquicos determinados por estes pontos de convergência vão se sucedendo, formando relatórios cada vez mais complexos, e encaminhando muitas soluções que vão se transformando em novos dados, e assim até onde o homem for capaz de conduzir o processo, analisando em cada estágio as possibilidades futuras, e reorientando com novos dados de entrada a inteligência artificial daquele estágio, mas a busca de melhores caminhos e a insistência pela rota não esperada, vão aos poucos determinando novas formulações matemáticas, introduzindo novos parâmetros que interferem e precisam ser considerados, e assim aos poucos vamos tendo uma definição mais precisa dos dados de entrada para aprimorar a saída, e isto em todos os estágios, porque em cada um deles os sinais se tornam mais sensíveis, e são separados em grupos cada vez mais afins e em maior quantidade, qualificando a informação de saída pela grande quantidade de opções táticas, que devem ser consideradas no universo estratégico da informação principal, e quando muitas soluções formam um universo afim os especialistas que trabalham nestes estágios mais avançados, voltam, analisando todo o processo, e estabelecendo uma nova rota estratégica, onde os efeitos e estímulos e vice-versa provocam novas equações, que resolvem problemas nas imediações da fronteira entre um problema e outro, merecendo reparos substanciais muitas vezes na forma de focalizar um determinado problema, que pela falta de pontos de contacto com soluções conhecidas, nos levam a contradições táticas dentro de uma estratégia, mas que levam a somar resultados em outra avaliação próxima, se conseguimos obter dados suficientes para realizá-la, ou para verificar a probabilidade de sua existência, e assim de passo em passo vamos caminhando com segurança, na busca de uma estrutura artificial inteligente, que se encaminha com soluções analíticas para a descoberta da maior síntese conhecida na Terra, que é a do cérebro físico do ser humano, que é o instrumento que temos em mãos para estudar estas teorias cada vez mais profundamente, buscando aprimorar a nossa compreensão sobre o modo de pensar do homem, para aproveitar o processamento da informação utilizando a química orgânica, que é muito mais dinâmica e portanto mais complexa, como parâmetro para estabelecer novos horizontes para a caminhada futura.

            O calmante pode ser um relaxante muscular e provocar uma descarga da tensão, que se exerce em algumas regiões do cérebro, toda vez que o nosso psiquismo é invadido por polarizações contrárias, provocadas por desequilíbrios do organismo, que tem sua fonte de controle na região corticoide responsável pelo reequilíbrio, e as polarizações contrárias quando não são tratadas, podem chegar ao bloqueio do cérebro naquela área, produzindo o que chamamos “branco”, e os computadores possuem o mesmo problema quando, devido a entrada de dados falsos criam os “vírus” que bloqueiam o software, mas as soluções para máquinas complexas como as que estamos estudando, são de ordem também mais complexas, e por isto quase sempre vamos precisar de uma configuração (1+1) para não corrermos riscos, com uma defasagem de tempo entre elas, que dependerá da ação que estiver sendo avaliada, mas como no caso humano, em que temos invasões psíquicas em nosso organismo, tentando através do pensamento comandar as nossas ações, e precisamos estar atentos para que o nosso cérebro não seja alimentado com dados inadequados, que conduzem o nosso raciocínio em nosso prejuízo, nos induzindo a cometer muitos erros, também estas máquinas mais complexas precisam ser vigiadas, para não serem invadidas por dados que desorientem o seu rumo, muitas vezes de modo sutil, assim vamos ter que começar a busca de um controle da máquina sobre os dados introduzidos no estágio anterior, e uma vigilância dos especialistas de cada estágio com o anterior, e os especialistas do último estágio devem ser escolhidos com muito critério, e devem ter o trabalho entrelaçado por uma programação, que dificulte a entrada de dados falsos que dificultem a realização do trabalho, e cada estágio deve trabalhar com senhas que controlem o sigilo da informação processada, sigilo este que vai aumentando a medida que a informação vai se tornando seletiva, nos estágios mais elevados, onde não é permitida a consulta para evitar o prejuízo do trabalho, considerando ainda a necessidade de  construir a separação dos dados disponíveis para os modem, que transportam a informação via satélite, porque estes dados precisam ser compactados e codificados, em níveis proporcionais ao nível do estágio em que a consulta foi feita, e só quem possui o demodulador adequado e a senha apropriada, podem dispor das informações sigilosas, e o compartilhamento de canais quando for utilizado, terá que ser realizado por modem especiais, que separem totalmente a informação em subportadoras moduladas, sem misturar os sinais simultâneos que são encaminhados pelo canal, como pacotes independentes que não podem ser abertos, não só pelo sócio que compartilha o canal, que não pode dispor da informação que chega e sai junto com a sua, como também pelo pessoal da companhia de telecomunicações, que realiza o transporte dos pacotes fechados de informação permanente, e por isso as comunicações via satélite, vão precisar de uma tecnologia mais de acordo com as necessidades de transporte de informação, não só na velocidade da veiculação de dados, como também e principalmente, no tipo e forma de modulação a ser empregado, porque a cada dia sentimos mais necessidade, de transferir a informação e o conhecimento de forma controlada e eficiente, para evitar o prejuízo do trabalho e desperdício de tempo, numa época em que a globalização do conhecimento vai ter que ser protegido do desrespeito, e enquanto caminhamos nesta direção que já vislumbro no horizonte, vamos ter que buscar valores mais adequados para estimular nossos cérebros para o trabalho de pensar, o próximo milênio vai exigir do homem não uma cultura superficial, que vemos muito nas festas sofisticadas das grandes mansões, mas uma cultura introspectiva, que depende mais do esclarecimento que a criatura tiver alcançado, na busca de aprimoramento realizado durante a vida, e este aprimoramento passa pelo cuidado em não entregar o psiquismo a alienígenas do pensamento íntimo, que querem descobrir nossos segredos para viver a farta como o demônio gosta, o homem terá que encontrar meios de compactar e proteger a informação, em qualquer meio de conhecimento humano, não no intuito de conquistar o espaço físico que o poder do conhecimento permite, mas para melhor encaminhá-lo nas soluções que produzam os frutos necessários, para semear com abundância o trabalho e a vida digna em todos os quadrantes da terra, e em todas as classes sociais, e para isto são necessárias duas coisas, a primeira é o trabalho intenso, na busca de soluções que minimizem as dificuldades da vida, sem trégua, sem descanso, e a segunda é impedir que este trabalho seja desapropriado, por qualquer meio externo ao do grupo que desenvolve aquele trabalho inteligente, porque no futuro não haverá mais lugar para a preguiça, ou para o viver a farta, porque as máquinas vão exigir do homem, o trabalho de acordo com a capacidade mental que possuir, e a capacidade de trabalho estará com aqueles que tiverem aprendido a pensar, e a defender o seu psiquismo dos ataques externos, e a imantação que hoje é sinônimo de força interior, terá que ser abandonada, porque os especialistas que manipulam os relatórios mais sigilosos serão escolhidos a dedo, e não é possível até onde eu conheço a tecnologia, de se imantar com o pensamento um processador eletrônico, que utiliza a química  inorgânica como veículo do conhecimento, e assim a informação será defendida em todos os níveis, e é por isto que eu defendo com tanta insistência os direitos autorais, como parte inalienável dos direitos humanos, que não podem ser agredidos se quisermos que o conhecimento se difunda pelos quatro cantos da terra, e traga ao nosso planeta uma nova era de paz e progresso na forma de viver.

            O estudo dos meios disponíveis em um empreendimento qualquer, e a busca de padrões compatíveis no encaminhamento de soluções, que abordem todos os aspectos considerados importantes, traduzem os aspectos dos dados iniciais para capacitar o cérebro, para pensar sobre o assunto, ou começar a pensar, porque os quadros mentais vão se sucedendo  conforme nosso arquivo é solicitado, e cada quadro fornece novos dados, que são adicionados aos anteriores que lhes sejam afins, e o processamento não para até que façamos um intervalo em nosso pensamento, porque alguma outra coisa nos chamou a atenção, desviando a nossa concentração para pensar em outra coisa, e, os modernos computadores que imagino, utilizam o mesmo processo, a diferença está que o cérebro pode receber estímulos independentes da nossa vontade interna, como a inspiração que é boa, porque ajuda a encaminhar o assunto se vem da própria criatura, e é má, porque atrapalha toda a programação se é oriunda de um agente externo, enquanto a máquina recebe novos dados da equipe de analistas, que a inspiram a considerar mais isto ou mais aquilo, mas presume-se que os especialistas formem uma equipe solidária em torno dos melhores resultados, e o sistema formado pela equipe mais a máquina, seja considerado uma criatura com vontade de resolver os problemas da melhor forma possível, e para isto precisamos ter uma linguagem para encaminhar os dados, de forma que a máquina entenda o que queremos, e por isto precisamos conhecer antes a máquina, para pedir a ela coisas que ela consiga entender, e cada informação que queremos introduzir precisamos acomodar na memória, e pedir que interprete conforme desejamos que aquele dado seja interpretado, por exemplo, se encaminho a descrição de uma lapiseira, tenho que escolher um lugar na memória para a descrição, com um resumo ou vários que possam descrevê-la em condições de uso, se possui grafite ou não, se a mola que aciona o mecanismo que introduz o grafite está boa, enfim definindo todas as características daquele objeto, e dando nomes a cada pedacinho da memória utilizado, e nomes que a máquina entenda, que estejam disponíveis na linguagem de máquina, precisamos formatar esta informação com todos os detalhes na memória, assim uma máquina exige um trabalho árduo de programação de hardware, que é esta linguagem de máquina, depois de feito este trabalho é que vamos buscar uma linguagem externa, que utilize símbolos que possam ser adaptados ou corresponder aqueles nomes formatados na memória, e então estabelecer as condições de trabalho usando aqueles dados, que podem ser fórmulas matemáticas, desenhos industriais, características de um produto, plantas de um prédio, hidráulicas, elétricas, com todas as informações em cada item, para que se houver um programa superior, que compare fórmulas matemáticas que produzem resultados muito próximos, para buscar uma equalização através de uma fórmula só com mais variáveis, enfim o trabalho de programação é constante, e exige muitas pessoas que possam se revezar sem prejuízo do conteúdo, assim cada lugar na memória possui determinado conjunto de bits, por exemplo oito que forma um byte, ou dados que necessitem de dois bytes, ou três, e assim por diante, e o conteúdo da memória varia conforme a complexidade do dado considerado, é claro que a informação sobre um prego ocupe menos memória que a descrição de um parafuso, porque existe parafuso com porca, sem porca, para madeira, com rosca a direita ou a esquerda, com passo assim ou assado, além é claro, das informações sobre a composição química, o tamanho, que podem ser comuns aos dois, então a medida que precisamos definir mais detalhes nós temos que ocupar mais memória, quando não conhecemos bem como funciona um computador achamos que ele resolve tudo, e que a nós só cabe a capacidade de conseguir compreendê-lo, para saber pedir as soluções prontas para ele, mas não é assim, ele é capaz de fazer tudo o que planejamos que ele faça, e quando a máquina começa a se sofisticar, pela programação de máquina mais elaborada, ela envia relatórios de máquina sobre informações que precisamos estudar, analisar detalhadamente, e estabelecer nomes e funções com detalhamento sobre o que devem fazer, e as reintroduzirmos na máquina com nova orientação, buscando novas respostas, o que quero deixar claro é que nada acontece sem a supervisão humana, sem a interferência externa à máquina produzida pela equipe de especialistas, pois mesmo nestas máquinas com muita memória e rapidez, a vantagem delas é que elas podem analisar mais dados, no nível vamos dizer primário, mas os dados afins são compactados e encaminhados ao nível superior, onde muitos dados são interpretados como um dado, a diferença entre estágios é que nos estágios superiores os dados vão se tornando cada vez mais complexos, e por vezes exigem, quando um determinado dado muito complexo não atende as exigências da formulação, que se faça um estudo retrospectivo sobre a composição daqueles dados, e em cada estágio ou nível deve existir um ambiente, em que esta análise possa ser feita sem interromper a máquina, porque ela trabalha em múltiplos caminhos simultaneamente, e isto acontece em nosso cérebro, as vezes somos inspirados, por exemplo, a sair de casa a determinada hora pouco usual em nossa programação diária, para resolver determinado assunto que pode esperar, e nós fazemos a avaliação rapidamente de todas as condicionantes do problema, e tomamos uma decisão, e de tempos em tempos precisamos rever nossos hábitos, para verificar se eles não necessitam de alguma reprogramação, a máquina age da mesma forma, e por isto necessitamos estar sempre vigiando o que ela está fazendo, com relatórios que nos informam sobre tudo o que julgamos importante, que sejamos informados dentro do período considerado, ou do segmento do programa que queremos  acompanhar com maior detalhamento, de qualquer modo uma máquina, por mais sofisticada, ela sempre será uma máquina, vai precisar sempre de alguém que a inspire sobre a escolha do melhor caminho, e na busca da melhor solução são necessários além dos especialistas em informática, que entendem a linguagem de máquina, também especialistas no assunto que a máquina está processando informações, e assim trabalhando em conjunto, homem e máquina formam o sistema virtual, que pensa e traz soluções inteligentes, com a velocidade que o homem puder acompanhar.

 
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