O conhecimento da natureza
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O conhecimento da natureza
Os raios quanta e as partículas fotônicas
Algumas considerações importantes

Já analisamos com algum cuidado a fórmula que permite energizar uma pequena esfera luminosa, como correspondência matemática de um fenômeno eletroquímico produzido em uma bolha de cristal líquido, que atravessada por dois fachos de luz da faixa baixa da camada ultravioleta, sendo que um trazendo a informação modulada dentro da própria ondulação fotônica, em milhares de ondulações, que ao passar na bolha descarregam a carga eletrônica que trazem, a qual produz os níveis quanta de energia eletrônica, que são utilizados para modular um facho da mesma espécie luminosa, transversal ao primeiro, atravessando a bolha, e sendo modulado por ela na faixa eletrostática produzida pelos milhares e milhares de esferas luminosas, cada uma polarizando um fóton numa velocidade que chega a 500 Ghz, ou o correspondente a 64000 bytes, agora, vamos trabalhar um pouco com uma energia nova, mas que irá permitir em breve grandes descobertas científicas, que é a energia produzida pela condensação da luz ultravioleta, em pequenos acumuladores que permitem depois a sua reprodução, caracterizando uma possibilidade de uso por um tempo relativamente longo, e que permitirá de início a fabricação do tal processador a cristal líquido, com a modulação da luz através de níveis quanta de energia, e esta energia que vamos chamar de Ec por enquanto, será dado por uma fórmula inicial, que pode ser definida matematicamente pela seguinte equação, Ec=x + 1/2[coshv(xv)] + x/4{arctgh[¶**2(x)/¶(v**2)]} +senhv,  onde, as variáveis “x”e “v” representam respectivamente, a quantidade de polarização da onda fotônica nas freqüências mais baixas da faixa ultravioleta, e a orientação da polarização de cada um dos fótons, é como, numa forma grosseira de comparação, se tivéssemos em “x”e “v” as coordenadas polares de polarização de um fóton, mas isto só como base de compreensão inicial, veremos ao correr do estudo mais detalhes, e inclusive as modificações na fórmula a medida que formos compreendendo o seu trabalho, para condições mais claras e definidas de compreensão científica, mas não vamos nos preocupar tanto com ela neste momento, pois apesar de dar uma boa idéia aproximada do problema que estamos analisando, precisamos antes recordar alguns conceitos para basear as nossas expectativas, assim sendo, vamos analisar inicialmente o que acontece com a polarização da onda fotônica, como sabemos ainda tão pouco sobre este assunto, eu prefiro ir construindo o meu edifício aos poucos, temos na irradiação dos corpos radioativos que se processa nas estrelas, a criação de níveis quanta de energia em proporções muito altas, como acontece no elétron, só que criando algumas oitavas acima da série estequiogenética atômica, que forma a nossa química planetária, e os átomos que, pela descarga interna das cargas eletrônicas, e conseqüente surgimento de níveis quânticos de energia, foram aos poucos aumentando a sua massa, com um equilíbrio provocado pela grande energia cinética dos elétrons, que nos átomos radioativos vai começando a se desequilibrar, e nessa oitava acima, que acontece nas estrelas, vemos que os átomos são partículas atômicas que se movem em velocidades fantásticas em torno dos seus núcleos, formados por uma energia à qual se agregam as massas dos átomos que se decompõem, mas que formam o que poderíamos chamar de níveis quanta de energia, que são representadas grosseiramente pelas manchas solares, porque estas são uma conseqüência indireta, e estes níveis provocam então a liberação do núcleo dos átomos uma energia cinética muito forte, que nós podemos perceber pela luz e pelo calor, e esta energia é composta de partículas compostas do núcleo dos átomos, que amadureceram além do nível, em que podem ser atraídas pelo núcleo desses átomos gigantescos, e estas partículas se propagam pelo cosmos com a informação que precisamos, e conforme a polarização que elas contém em energia interna, e a capacidade de se transmutarem, porque estão acostumadas a obedecer um comando forte, e este comando acontece nos limites da atmosfera terrestre, em que encontram um campo magnético que provoca a sua polarização, separando a faixa baixa da faixa alta por canais luminosos, que se decompõem formando as faixas de luz que conhecemos, desde as camadas baixas do infravermelho até um pouco acima do ultravioleta, porque ao sofrer a ação do magnetismo terrestre estes fótons se polarizam, através da polarização das partículas internas que se reorientam dentro deles, e os faz se reunirem em ordem de afinidade interna, e a faixa ultravioleta então fica com os fótons que estão mais maduros, porque o grau de amadurecimento é função do tipo de energia, onde estavam trabalhando dentro da estrutura molecular solar, e esta nova polarização acontece exatamente porque, possuem uma programação energética que possui níveis sutis de conhecimento, que ao chegarem a cada planeta se integram ao magnetismo daquele planeta, formando as camadas conforme a polarização necessária para prover de energia sutil aos três reinos terrestres, movimentando a vida porque sensibilizam as moléculas que compõem a matéria terrestre, porque são irmãos mais velhos que chegam para servir aquele planeta, cumprindo ordens do Criador.

            A clareza com que observamos uma chapa de alumínio, ou de cobre, não é a mesma com que temos que observar uma bolha de cristal, porque aqueles se acomodam na lâmina de um microscópio, enquanto esta necessita de um anteparo que a veicule, mas que não seja um corpo opaco para não perturbar os fachos de luz incidentes, enquanto naqueles nós buscamos o isolamento com películas cada vez mais transparentes para atenuar o ruído, nesta temos que alcançar meios de justificar o parâmetro mais delgado, como algo em torno de um milimicron, e não para evitar o ruído, mas simplesmente para viabilizar o trabalho de polarização quântica, sem introduzir valores falsos, que prejudicam o estudo no entorno das freqüências mais baixas, entendo que precisamos de uma bolha de cristal, que seja provocada por uma reação química próxima da que pequenos animais produzem para se proteger, como a estrela do mar, por exemplo, acho que um exame deste pequeno animal, vai apresentar algumas características muito interessantes, para depois reproduzirmos em laboratório, algo que permita esta filtragem da luz com tanta perfeição, e se conseguirmos descobrir o trabalho biológico que um destes animaizinhos produz, por certo estaremos caminhando a passos largos para alcançar velocidades muito maiores, porque o limite que vamos encontrar, é na criação de uma bolha destas com os parâmetros adequados, para que o trabalho da modulação - demodulação aconteça, dentro de níveis compatíveis com a intensidade do sinal modulado, que precisamos obter para alcançar programações lógicas no entorno de 500 Ghz, e acima, e não que seja por dispersão de energia, que possa acontecer nas camadas superficiais da bolha, mas pura e simplesmente, porque precisamos de películas realmente delicadas aos nossos sentidos grosseiros, as estrelas do mar produzem uma reação química bastante interessante, e se formos observar as queimaduras que elas provocam, vamos ver que é algo como um produto químico entre o ácido e a base, dependendo do momento da criatura a queimadura é grande, na proporção é claro, mas em outro nem chega a queimar, o que nos leva a concluir que durante o dia elas se comportam de uma forma, e a noite de outra, e se quisermos aprender um pouco de biologia, podemos colocar um animal desses numa esfera de latão, com dióxido de carbono misturado na água salgada, como se fosse um pequeno submarino mergulhado na água, com furinhos no latão para que a água dentro e fora tenha a mesma consistência, e então colocamos a estrela do mar ali dentro, e fazemos incidir na água com a esfera, a luz do sol, que vai provocar uma reação inteligente do animal, que ao que consta, possui apenas uma afinidade vibratória que faz as vezes de sistema nervoso, e conforme a incidência da luz as reações vão se modificando, e a reação orgânica da estrela do mar nestas condições é profundamente lógica, porque ela produz quantidades hormonais que se equilibram, conforme o meio e a quantidade de luz que a sensibiliza, mas existem outros animais que fazem isto, as anêmonas em determinadas circunstâncias se comportam do mesmo modo, nós temos na natureza um sem número de modelos em que podemos nos inspirar, para realizar trabalhos químicos que permitam atingir objetivos os mais variados, mas no nosso caso particular, encontramos nos animais marinhos a maior fonte de dados, talvez porque a vida vegetal e animal começou na água, sendo excitados pela energia das águas, que servia como solúvel para as transformações que foram acontecendo no reino animal, e os organismos foram sendo criados, e desenvolvidos, e fortalecidos pela resposta lógica e inteligente que possuem os átomos, e aos poucos pela descarga fotônica, entre outras partículas, que traziam soluções para o cadinho de forças em desequilíbrio no início dos tempos, marcaram a partida deste processo que não para, que é o aprimoramento dos organismos animais, e podem estar certos que a luz trouxe esta  informação modulada, nas oscilações das partículas que traziam o conhecimento, e hoje, embora estejamos em outra fase da vida, em que os elementos naturais não estão em ebulição, podemos buscar soluções inteligentes, utilizando o processo usado pelas forças da natureza a milhões de anos, precisamos aos poucos cair na realidade que a vida e o conhecimento, e seus segredos, se escondem nas rugas do tempo, mas nós precisamos pesquisar nestas fontes, porque elas contém a informação que precisamos, para dar um salto de qualidade em todos os ramos da formação científica, não é possível criar em laboratório a vida orgânica, como muitos pretendem criar clones com cérebro que pensa, porque quem pensa não é o cérebro, mas um padrão mental que comanda o cérebro, mas por certo precisamos estar atentos, porque temos meios científicos já, para nos capacitarmos para uma tecnologia muito mais poderosa, porque muito mais inteligente, e que está a nossa espera, aguardando tão somente que comecemos a nos respeitar mais, porque então abrimos canais de comunicações com o infinito, e viabilizamos o projeto mais importante do ser humano, que é pensar.

            Qual a camada mais externa de uma anêmona, e como podemos estudar a constituição da sua pele, será que é apanhando uma película dela e analisando detidamente no microscópio, fazendo comparações com outras espécies, talvez, mas eu encontrei uma forma mais fácil porque menos cansativa, simplesmente colocando ela em um ambiente natural que ela goste, e que fique dentro do meu campo de observação, e então vou colocando no solúvel pequenas porções de outras substâncias e observando como ela se comporta, é um trabalho divertido porque ela pressente o ambiente invadido, e busca o lugar mais iluminado para se fortalecer diante do inimigo, e produzir        os hormônios necessários para expulsar o invasor, e se incidimos um facho de luz apropriado, porque não é a toda a luz que ela reage, então ela se transforma para captar melhor a energia que chega, e produz uma reação química que a envolve, e a protege do efeito que o invasor provoca no seu ambiente, o enxofre é uma substância que elas gostam, então se desprotegem e a película desaparece, pois imaginem os senhores, que é algo assim como esta película que devemos produzir em laboratório, para formar a nossa bolha, que irá proteger a nossa gotícula de cristal líquido das interferências externas, então ali dentro se forma um ambiente quase natural, onde vemos as reações inteligentes produzidas pela luz, porque aquela película tem dupla finalidade, como na anêmona, proteger a gota de alterações químicas grosseiras, e filtrar a luz, para produzir mais facilmente o trabalho de mudança estrutural eletrônica, produzida nos átomos e moléculas pela incidência da luz, porque a anêmona produz pela incidência do facho luminoso em seu corpo, um  trabalho que hoje está em sua memória genética, e esta memória nós podemos reproduzir em laboratório, com a ajuda da interpretação científica de todos os componentes do solúvel, agora sim numa interpretação cuidadosa dos efeitos no solúvel produzidos pelo seu trabalho, buscando compreender o que aconteceu no interior da bolha que ela provoca para se proteger, e não podemos parar aí se quisermos realmente aprender biologia, fora dos grandes laboratórios onde só os doutores com defesa de tese brilhante podem entrar, porque a produção de uma película dessas pode ser obtida numa grande piscina de água salgada, onde colocamos um polvo, sim senhor, um polvo, e começamos a encher  saco dele até que ele se sinta incomodado, e então solta uma substância que reagindo com a água provoca uma película, é claro que bem mais grosseira que a da anêmona, mas o efeito é o mesmo, e se fizermos uma análise desta água antes e depois da reação, e se conseguirmos acompanhar a reação química através de câmeras microscópicas, que podemos pedir emprestado no tal laboratório, vamos ver os átomos do líquido produzido pela mistura, perdem o equilíbrio e se reequilibram, mas vamos observar sem aparelhagem, é que a incidência de luz no ambiente modifica a película e a destrói, por isto os polvos preferem os lugares menos iluminados, porque ali eles ficam mais protegidos, aí precisamos compreender as razões destas reações químicas serem tão diferentes, é porque no primeiro caso, o trabalho da luz no corpo da anêmona provoca um trabalho constante que mantém a película ativada, e podemos ver isto porque ao retirarmos a luz a película logo se desfaz, e no caso do polvo a luz ao se infiltrar na substância faz a substância reagir, e provoca a homogeneização do ambiente molecular, então podemos coletar as duas substâncias, a que mantém a película, e a que destrói a película, e trabalhar em cima destas reações, para buscar a estrutura molecular adequada a uma película que filtre os raios de luz, sem se envolver no trabalho realizado pelo facho luminoso dentro da bolha, onde está e deve ficar o cristal líquido, porque como a anêmona, ela precisa filtrar os raios de sol e proteger o cristal de moléculas externas, que alterariam totalmente o resultado do trabalho, mascarando o efeito principal, que é a busca lógica da compreensão do sinal modulado que chega no facho de luz, o trabalho do processamento desse sinal dentro da bolha, e a coleta do resultado do trabalho realizado pelo facho de luz transversal, que leva o sinal modulado, ou, em outras palavras, chega um sinal luminoso na bolha, este sinal vai provocar um trabalho, e na saída vamos ter as informações que representam o resultado deste trabalho, são dados que entram e dados que saem, sendo que na saída teremos uma resposta lógica ao sinal de entrada, se explico de tantas formas é que este livro não é para cientistas, mas para pessoas que querem aprender a pensar, como penso que deve ser a verdadeira ciência, sem muitas fórmulas complicadas, embora elas sejam necessárias para explicar um fenômeno dentro da simbologia matemática, mas a matemática é filha da lógica, e o que precisamos fazer é produzir o fenômeno, e a partir dele exigir da máquina uma equação matemática que o represente, as contas ficam com o computador, mas o fenômeno, o raciocínio real de como a informação caminha, formando o conteúdo lógico é que é importante, e no caso estudado neste capítulo, temos como dados a análise em laboratório das substâncias colhidas no veículo líquido, e estas informações colhidas devem ser introduzidas no computador, para com um programa adequado ao fenômeno, ele possa ir caminhando no laboratório virtual, e apresentando sugestões para o nosso exame, o que precisamos não são de fórmulas mas o conhecimento do fenômeno, e a condição de fazer a experiência e coletar as amostras, que vão aos poucos, com inteligência, reproduzindo o comportamento do animal em um laboratório virtual.

 
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