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A conseqüência científica da concentração do conhecimento é especialmente danosa, porque desperta nos cientistas privilegiados pela informação, uma falsa impressão de superioridade, e como são seres humanos portadores dos mesmos defeitos que os demais, logo se isolam envaidecidos, por se acharem imprescindíveis dentro da especialidade que abraçaram, e terminam por limitar em demasia o seu trabalho, mais preocupados com os títulos e honras que cercam as celebridades, do que com os resultados mais profundos das pesquisas que realizam, e a conseqüência não poderia ser outra, senão que vemos amiudadas vezes nas universidades e academias de ciência, onde os pesquisadores perdem um tempo exagerado fundamentando o óbvio, e esquecem, ou nem se preocupam em saber, que a verdade se esconde no interior do psiquismo humilde, que faz da ciência uma profissão de fé, longe das conferências retumbantes, que fazem revelações medíocres para uma assistência que aplaude, porque depois quer ser também aplaudida. O estudo que o Dr. Vianor realizava diariamente em sua empresa, era conduzido por uma pesquisa séria, e profunda, de todas as condições de emprego da automação industrial, construindo com humildade e longe dos holofotes, um patrimônio virtual que continuamente ia assumindo conteúdos mais abrangentes, de controle e orientação do emprego da tecnologia, num processo que fortalecia a tese de que o emprego migra nos caminhos tecnológicos, exigindo do homem uma qualificação do processo produtivo, na busca de horizontes de pesquisa que incrementem o progresso industrial, com a preocupação sempre voltada para a difusão do conhecimento, não nas academias e universidades, mas nas bancadas de trabalho, numa verdadeira difusão do ensino estratificado, reciclando os trabalhadores dentro das necessidades crescentes de uma indústria, que conhece o conteúdo inteligente das programações das máquinas, e expande este conhecimento alargando a capacidade fabril, e estabelecendo um foco de resistência ao colonialismo tecnológico. O encontro do trabalhador com uma empresa virtual, para se tornar realidade, precisa de uma preparação ambiental que pode conter inicialmente uma avaliação de conhecimentos e aptidões, feitas através de testes, condicionados ao preparo individual existente, para a seguir destinar o programa de trabalho e aprendizado, dentro do núcleo de reciclagem que melhor atende a vocação e habilidades, para que se sinta motivado em participar da construção virtual de um parque tecnológico, longe das grandes conquistas teóricas, priorizadas pelas academias, mas perto das conquistas práticas, idealizadas pelas facilidades de uma vida tecnológica virtual, simples porque concreta como as construções da natureza, onde o jardineiro não precisa saber o conteúdo de substâncias necessárias, para que uma folhagem concentre os nutrientes adequados para um melhor desenvolvimento, isto não é função dele, mas do programa do grande computador da natureza, que é orientado pelos analistas, que o aprimoram e mantém, agindo no topo do processo, mas precisa conhecer tudo sobre as folhagens e flores, tipo de solo apropriado e clima, condições de semeadura e obtenção de mudas e assim por diante. O aspecto mais importante de uma escola virtual, é sem dúvida a busca do conhecimento pela pesquisa realizada em um ambiente novo, carregado de informações facilmente visualizáveis, e que podem ser monitoradas, dentro de limites que estabelecem as condições de funcionamento da coisa observada, com um amplo apoio da tecnologia existente, que vai sendo exposta ao longo do processo, encaminhando soluções de um lado, e inquirições e dúvidas de outro, formando um conjunto complexo porque cada grupo de estudo possui uma bancada real, concreta, onde observa o funcionamento do objeto em análise, e uma bancada virtual que pesquisa o interior do objeto funcionando, com tantos controles de operação quantos sejam necessários, tanto no objeto real como no virtual, podendo a pesquisa se realizar manipulando dados e obtendo informações em qualquer direção, possibilitando a experimentação de novas condições de uso, com inovações tecnológicas capazes de melhorar a performance, e introduzir possibilidades novas de trabalho, em uma operação em que homem e máquina interagem, graças a ajuda de uma programação sofisticada, onde o homem aprende tudo sobre as condições de trabalho, e introduz mudanças que beneficiam a qualidade. A bancada encaminha dados para um computador, que vai simulando condições de funcionamento conforme os padrões estabelecidos no aplicativo, que conduz aquele procedimento específico em análise, cumprindo as determinações do programa que conduz o trabalho do objeto virtual, esclarecendo em cada momento as razões de cada mudança e mostrando todas as conseqüências possíveis, num trabalho de avaliação que incorpora as mudanças aprovadas e rejeita as funções inadequadas, dentro daquele procedimento, impondo um processo dinâmico por excelência, mas com condições de avançar ou recuar, conduzindo um estudo e ao mesmo tempo uma pesquisa, que levanta todas as condições viáveis de funcionamento na busca da melhor hipótese, considerando os diversos parâmetros que condicionam a aplicação prática, tais como qualidade, apresentação, preço, durabilidade, manutenção, entre outros, cada um com a sua participação regulada por um fator, que condiciona a competitividade dentro das fatias de mercado, buscando sempre motivar a concorrência para uma competição saudável, dentro de características mínimas de respeito ao homem, à sociedade e à natureza. O estudo de um projeto considera assim a necessidade de especialistas, que vão respondendo as perguntas do programa principal, que são encaminhadas como propostas alternativas de instalação do protótipo real, em desenvolvimento, ou ampliação de características, desejáveis devido a necessidade de inovações tecnológicas que resolvam problemas estruturais, ou até pequenas modificações visando sanar irregularidades de funcionamento, através de um estudo e apropriação de dados necessários, impondo condições de coleta e encaminhamento, para realizar o interface entre o objeto real e o programa principal, que assim vai colhendo informações e criando o objeto virtual dentro de características técnicas bem definidas, considerando a orientação bilateral do sistema assim formado, que impõe um fluxo de dados atendendo as alterações introduzidas em um objeto, que irá repercutir no outro, por estarem os dois interligados como se um fosse o espelho do outro, e assim através da ação no objeto virtual vamos observando a reação no funcionamento do objeto real, com relatórios indicando as mudanças no comportamento do objeto real, indicando desta forma todas as simulações de testes que forem indicados, além de permitir um estudo profundo do protótipo, de fácil visualização, que ao seu final fornece um relatório detalhado de todas as mudanças testadas, e suas implicações técnicas e respostas operacionais. A contribuição dos dados que são criados deste modo, conduz a uma compreensão crescente das inovações tecnológicas que estão surgindo devido a automação industrial, buscada na velocidade cada vez maior do processamento, que exige um acompanhamento humano mais e mais sofisticado a medida que as decisões se aproximam do topo do processo, mas que facilita as atribuições do operário, para acompanhar as funções ligadas ao interface entre as máquinas automáticas e os mecanismos que controlam o seu processamento, e mais, condicionam um emprego do homem em atividades que regulam o funcionamento das máquinas, e portanto abrindo leques de emprego por criar condições novas de trabalho em um ambiente virtual, que é onde máquina e homem exercem as suas atividades de modo interligado, exigindo a monitoração constante dos principais pontos de controle. Cada atividade humana requer uma preparação adequada, e quando falamos em monitorar pontos de controle, queremos dizer acompanhar os sinais eletromagnéticos que comandam as operações virtuais, com a compreensão do que significam, para poder agir no sentido de restabelecer a normalidade quando acontecem distorções, e encaminhar relatórios para as direções de interesse, criando condições de avaliação das causas e conseqüências das alterações realizadas, conduzindo o processo de pesquisa dos dados de forma descentralizada, mas perfeitamente coordenada dentro do programa de apropriação de dados, possibilitando assim um estudo consciente e contínuo de todos os segmentos de uma cadeia produtiva, que vai se tornando sempre mais automatizada, mas cada vez mais dependente do controle humano, transformando todas as atividades humanas em níveis inteligentes de comando da automação. Construímos o progresso de forma caótica porque a tecnologia que comanda a automação ainda é muito insipiente, mas estamos progredindo a passos largos na área do processamento de dados, e esta área começa a preocupar mesmo os especialistas, em virtude do desconhecimento que temos do trabalho realizado pelos microprocessadores, que estão se transformando em veículos de desajuste das máquinas, devido ao pequeno contato do operário com o centro de decisões do equipamento que opera, gerando um afastamento prejudicial, mas com a evolução do conhecimento da aplicação dos microprocessadores, vamos começar a compreender melhor o seu controle e isto será decidido pela própria indústria, já que a partir desta compreensão haverá uma ampliação considerável da automação em todos os setores da atividade humana, provocando uma nova revolução industrial, só que desta vez, devido a alta sofisticação, haverá necessidade de uma grande participação do homem no controle da automação, gerando uma infinidade de novas possibilidades de emprego. Acompanhamos o sinal que entra em um “chip” com muita preocupação, porque muitas vezes, um minúsculo desvio do padrão eletromagnético provoca algumas amplificações indesejáveis que inviabiliza o processo, e em outras vezes, uma pequena alteração no interior do “chip” desvirtua o seu emprego, causando graves prejuízos se ele comanda a automação de grandes equipamentos, conduzindo o homem por caminhos incompatíveis com a evolução, que necessita antes de tudo de segurança industrial, através de uma tecnologia compatível com os incrementos introduzidos no processo, que não pode ficar à mercê de um componente, que pode a qualquer momento desorientar todo o trabalho, e para evitar isto precisamos aprender um pouco mais sobre o funcionamento do “chip”, e encaminhar a condução do processo de automação com plena consciência de todas as dificuldades, orientando todos os passos do processamento. A construção de um “chip” para determinada aplicação é de caráter genérico, sendo entregue à indústria com o hardware básico, cabendo a sua preparação para uma atividade específica ao setor especializado de programação, onde então são ajustados todos os valores para atuarem conforme a necessidade, e o processamento acontece de forma inicialmente caótica, até que seja formado um veículo capaz de orientar a polarização eletromagnética, estimulando a formação de estruturas que habilitam o alojamento dos dados, de acordo com as possibilidades criadas dentro da programação de “hardware”, estabelecida pelas linhas básicas de construção dos caminhos magnéticos, que agem elaborando uma verdadeira teia de aranha, onde cada nó é um pequeno imã capaz de exercer uma atração ou repulsão, sempre em relação a polarização existente nos dados, ou conjunto de dados, que se deslocam dentro da teia se aninhando em reservatórios, comparáveis a casulos de uma grande colméia, e ali ficam aguardando novas ordens. Um programa exige sempre uma preparação antes de ser instalado, como uma forma de adaptar as variáveis, ou parâmetros mais significativos, às condições magnéticas do “chip”, determinadas pelo modo como foi construído e pelas linhas gerais fixadas pelo hardware do fabricante, que estrutura o microprocessador conforme as condições de emprego para o qual se destina, e por isto precisa haver um entendimento entre o fabricante e os especialistas da área onde aquele “chip” será usado, para condicionar todas as possibilidades de aproveitamento dentro das necessidades específicas, e a partir deste ponto o fabricante instala o programa de hardware específico e o adapta para que possa se integrar no trabalho de processamento, dentro da máquina onde o “chip” irá atuar, cuidando para que todas as condições de emprego sejam atendidas dentro dos limites de funcionamento da máquina, sem descuidar dos controles e referências que servem de orientação para o ajuste do equipamento dentro das características do “chip”. Uma avaliação consciente das necessidades do processamento, exige assim do grupo de especialistas um conhecimento crescente das áreas específicas de aplicação do hardware, a medida que a tecnologia do microprocessador evolui, para atender as condições de emprego, dentro de parâmetros cada vez mais profundos, de modo a espelhar na tecnologia toda a evolução que o homem vai alcançando em cada área científica, porque o avanço da tecnologia está intimamente interligado a aplicação prática que dela possa fazer o homem, e o hardware constrói patamares crescentes e sucessivos de conhecimento, com condições de avaliação e emprego independentes no sentido tecnológico, porque cada patamar possui parâmetros próprios que agem com independência nas suas buscas e tomadas de decisão, formando em cada um destes andares estruturas próprias que interagem provocando o trabalho lógico, e ampliando as possibilidades de aproveitamento do microprocessador em projetos que necessitam de muitos estágios de processamento, conduzindo com autonomia cada vez maior, por necessidade de sigilo, o trabalho em áreas mais e mais sofisticadas.
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