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Em cada atividade especializada temos um conjunto de informações, que formam o corpo de decisões estratégicas, que só conseguem ser acompanhadas por quem de fato conhece profundamente o assunto, e possa conduzir todas as dúvidas com a solidez do conhecimento, impondo um trabalho de energia eletromagnética em todos os intercâmbios que fazem a apropriação, em todas as estruturas que compõem a “teia” ou malha, dos dados que chegam polarizados aqueles nós que servem de portas de entrada e de saída, funcionando como estações de embarque e desembarque de dados, ou de conjunto deles, que chegam ou saem dos grandes depósitos ou compartimentos de memória, atendendo as ordens magnéticas que se entrelaçam na malha, distribuindo a informação formada de acordo com o conhecimento científico que acolhe os dados reais, e os prepara dentro dos parâmetros e argumentos do modelo matemático, que representa o conteúdo racional, criando os dados logísticos que vão completando as lacunas dos compartimentos de memória, formando assim a estrutura logística e preparando o ambiente para o trabalho lógico. O estudo do funcionamento de um “chip” requer alguns atributos iniciais do especialista que vai utilizá-lo, porque a linguagem matemática, empregada para estabelecer a comunicação entre o homem e o “chip”, para ser bem interpretada, exige, além do conhecimento aprofundado do tema, ainda uma forma de expressar este assunto através de uma ou mais fórmulas, que consigam responder a todas as premissas e argumentos, formadores das hipóteses que condicionam o trabalho lógico dentro do “chip”, e estabelecem o interface entre a tese inicial, com forte embasamento científico, e a formulação que irá expressar este conhecimento, dentro de uma linguagem compatível com as necessidades dos parâmetros, e entre estes atributos encontramos o conhecimento lógico, que nos permite avaliar as respostas obtidas no processamento da informação, atendendo o trabalho lógico do sistema, que precisa ser policiado todo o tempo, através de relatórios expedidos a qualquer momento que sejam solicitados, e que representam em maior ou menor profundidade toda a teoria desenvolvida na formulação, só que na forma de níveis dinâmicos de energia, que variam em amplitude e sinal, de acordo com a polarização a que estão submetidos. Estes níveis de energia são então transformados em uma linguagem de máquina, que os consiga interpretar em toda a sua significação simbólica, e conduza os resultados através de uma das portas de saída, que pode ser um painel de controle de um carro ou de uma máquina bem mais sofisticada, conduzindo o trabalho do “chip” de modo a obter todas as respostas planejadas, e corrigindo todas as distorções, de modo a ir aprimorando a qualidade do funcionamento do sistema em que será instalado, indicando as deficiências de controle, e fazendo as alterações necessárias no modelo matemático, num processo contínuo de aprimoramento, que evolui junto com as deficiências apresentadas pelo sistema devido ao desgaste da máquina ao longo de seu trabalho, impondo assim a necessidade de um programa que exige uma capacidade crescente de memória, ou então que disponha de aplicativos que só utilizam a memória do programa principal quando for necessário. Nestas condições, um estudo minucioso de todo o trabalho do “chip” mostra que ele, para ser eficiente, necessita de um controle interno que aceite as mudanças que ocorrem nos dados de entrada, pela adição de componentes mais ou menos sofisticados, que mudam a seqüência interna de acordo com a necessidade de mudanças no processamento, atuando na polarização de todos os dados e criando novas possibilidades de encaminhamento, segundo as novas condições de entrada e saída do sinal energizado, que assim vai buscando atender a todas as necessidades da máquina, dentro de limites de tolerância que devem ser fixados, conforme as condições de trabalho exigidas, e quando um destes limites é alcançado, devem soar alarmes que chamem a atenção dos controladores do sistema, para que sejam analisados os relatórios indicados e apuradas as razões do mau funcionamento, construindo um histórico do desempenho do “chip” nas mais variadas situações em que for empregado, permitindo que os dados assim obtidos sejam alvo de pesquisa constante, para que o seu emprego possa ser confiável depois de definidos todos os principais caminhos do processamento, que atendem a todas as variações no funcionamento do sistema, dentro das exigências impostas pela qualidade do trabalho realizado. Os limites em que podem variar os sinais de entrada e de saída, ficam condicionados à capacidade de memória do “chip”, e a velocidade como ele processa os dados, mas quanto mais sofisticado é um sistema, mais cuidados se deve ter com o “chip” que o controla, porque tanto os dados de entrada como as respostas na saída, precisam estar em plena sintonia com as correspondentes saídas e entradas da máquina, já que as variações nos sinais que o processador aceita, são para atender as condições de funcionamento exigidas pela máquina, que pode necessitar de valores precisos para responder com a qualidade requerida pelo sistema, embora com o tempo ela vá modificando as suas condições de trabalho devido ao desgaste de alguns componentes, e então para manter a qualidade, o sistema necessita estar sempre sendo vigiado, para que os alarmes indicando alguma anomalia sejam imediatamente investigados, e as respostas todas armazenadas em um programa especial, que assim vai formando um universo conhecido de possibilidades de intervenção, de forma rápida e eficiente, com ajustes propostos de modo a impor uma fiscalização constante que possa refletir todos os desgastes do sistema, com todas as suas causas e conseqüências, facilitando desta forma a determinação da vida útil de cada componente, e indicando os pontos frágeis que precisam ser estudados para futuras alterações no projeto. O padrão de ajuste de um sistema não pode ficar condicionado apenas ao estudo das alternativas de controle da programação de software, mas deve também estar vinculado a toda a história de seu funcionamento, incluindo todos os desvios praticados pelo sistema, tanto por desajustes dos mecanismos de controle e automação, como pelo desgaste físico das máquinas que o compõem, e estes desvios são armazenados em um programa, que é encarregado de realizar as pesquisas de falhas, criando uma memória viva de todas as irregularidades de funcionamento, com as soluções e conseqüências destas soluções, que vão se somando como instrumentos de avaliação, impondo um estudo contínuo das condições de operação do sistema, empregando para tal, as informações existentes no programa, que vai armazenando ao longo do tempo de vida da máquina, todas as modificações feitas e as implicações decorrentes, num processo de aprendizagem que vai criando um campo novo de possibilidades, tanto no campo da pesquisa industrial, na busca de melhores caminhos para o desenvolvimento tecnológico, como na área de reciclagem da mão de obra, abrindo novos rumos para o aproveitamento dos recursos humanos, trazendo à tona uma maior motivação para o trabalho, que com esta abertura de visão passa a atingir níveis de qualidade muito superiores, ampliando a vida útil dos equipamentos que fazem parte do sistema. O rumo que se dá à pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, passa também por um processo de avaliação de todos os produtos similares existentes, conduzindo a busca de informações, inicialmente, dentro dos limites conhecidos, para depois avançar dentro da técnica virtual, buscando soluções criativas com a utilização de um programa que traz sugestões da memória, fazendo um sem número de combinações conhecidas, e incluindo entre elas, idéias novas, apresentadas pelo projetista, criando deste modo um modelo que vai então ser testado como um protótipo virtual, mas que irá ter um funcionamento muito próximo do real, apresentando então as primeiras respostas que vão sendo analisadas, desdobrando um processo de pesquisa virtual que vai se aprimorando, a medida que os parâmetros defeituosos vão sendo corrigidos, até que atinge um ponto, em que o projeto vai para a bancada real, para novos testes, agora com a ajuda de toda a informação já conhecida, como se, se fundissem os dados obtidos na bancada real com os da bancada virtual, criando uma fonte de dados complexa e estruturando uma nova base de estudos, que apresenta o projeto do produto com uma consistência significativa, construído dentro da capacidade da empresa e em condições de concorrer no mercado com maior qualidade e custo competitivo. O controle das máquinas, equipamentos e bancadas de trabalho, necessariamente é feito com a ajuda de microprocessadores, quer seja na busca e apreensão de dados, feitas através de sensores que recolhem as informações em tantos pontos quantos forem necessários, quer seja na análise e apropriação dos dados para encaminhá-los dentro do sistema, e ainda na alimentação do programa que realiza o controle, tudo sob a supervisão de grupos, que acompanham estas atividades através da observação direta, e da análise de relatórios periódicos, ou solicitados a qualquer momento, visando atender a todas as solicitações requeridas pela automação, para o controle não só do funcionamento de peças e componentes das máquinas, como também de todo o sistema, através das informações sobre o trabalho realizado, que ajudam a compreender a rotina estabelecida, e conduzem os analistas para as razões das falhas e conseqüente correção, que ao ser proposta, provoca, uma alteração do projeto e consolida um pouco mais a qualidade. Cada estágio de um sistema complexo pode necessitar de um controle próprio, e é aí que acontecem as maiores dificuldades, porque cada subsistema ao introduzir modificações na sua rotina de trabalho, visando sanar irregularidades internas, introduz mudanças externas que afetam outros estágios, e por isto, provoca uma reação em cadeia em todo o sistema, que vai assim assimilando as mudanças, alternando momentos de trabalho rotineiro com outros carregados de turbulências, que se propagam como ondas, deixando uma impressão caótica, que logo se desfaz quando os parâmetros estão bem dimensionados, atendendo de forma apropriada os argumentos que compõem a formulação, mas que tende a se complicar quando as hipóteses não estão bem formuladas, porque então o caos se propaga em maior ou menor profundidade, e neste caso torna-se necessário criar uma amostra de dados, o mais significativa possível, e com ela percorrer os ambientes caóticos buscando as causas daquele desarranjo, e obter dados para corrigir a programação, evitando cortar o fluxo principal de dados para não causar danos no processo de controle. Os rumos dos dados processados em um “chip” de controle, necessitam ser acompanhados pelos analistas de sistemas, que compõem o grupo que fiscaliza toda a programação, cuidando dela sem interromper o processamento, em primeiro lugar porque quase nunca é possível desativar o sistema que o “chip” controla, e em segundo porque com o sistema desativado, nem sempre é possível criar as condições de funcionamento de um sistema complexo, apenas com a mudança na área virtual de controle porque é função da programação do sistema como um todo, e por último, mesmo que as duas situações anteriores fossem possíveis, a mudança proposta deve ser introduzida através de incrementos nas variáveis, acompanhando a par e passo as conseqüências das alterações produzidas, e enquanto os analistas realizam este trabalho corretivo, o restante das funções que não estão em julgamento continuam ativas, produzindo a sua influência sobre o conjunto e recebendo dele o apoio que necessitam, porque num programa destes, todos os fatores estão interligados uns aos outros, como um bloco maciço de trabalho. O papel de um “chip” de controle varia conforme o número de sensores instalados, e da variedade de padrões técnicos, necessários para representar na bancada virtual todas as seqüências de trabalho, de preferência ao mesmo tempo, e nestas condições, os programas que ativam um processador variam conforme o trabalho que ele desenvolve, traduzindo a necessidade de uma considerável capacidade de memória, quando um sistema tem muitos níveis de controle, que operam com independência, mas simultaneamente a outros, configurando uma programação complexa, que exige parâmetros alinhados com o trabalho desenvolvido em cada estágio, podendo existir variações técnicas significativas entre eles, provocando em cada processador uma atividade específica que comanda uma parcela do programa, que serve como aplicativo de um programa maior, que é o verdadeiro responsável pelo controle de todas as operações, e em especial, tem a incumbência de analisar todas as informações recebidas dos sensores, e decidir sobre as questões envolvidas no processo, incluindo entre elas, a ordenação de todas as possibilidades que norteiam a atividade do “chip”, para efetivar o controle do estágio sob a sua responsabilidade, e construir uma base de apoio para estruturar a atividade de processamento. O espaço útil, existente na memória de um microprocessador, nem sempre está disponível para dados externos, porque o programa que alimenta os dados oriundos dos sensores, costuma reservar parte da memória para arquivar informações que chegam de outros conjuntos, formados por bancadas independentes, mas com o mesmo trabalho técnico, buscando comparar o desempenho de conjuntos similares, para extrair uma componente média, calculada segundo padrões que variam segundo a especialidade adotada, para atuar como referência na escolha dos dados mais representativos, dentro do universo de possibilidades que irão gerar as condições de emprego do “chip”, mas a conveniência ou não de utilizar a memória disponível para armazenar dados aleatórios, formados pelo conjunto de informações que estrutura o trabalho dos sensores, quando eles ainda não estão organizados por um padrão de referência, que atenda todas as bancadas afins, é decisão externa, fruto da avaliação constante do grupo de especialistas, através do estudo dos relatórios individuais, que precisam se harmonizar pela atividade integrada, formando um conteúdo homogêneo que responde às funções sempre levando em consideração um padrão comum, que atenda a todas as variações possíveis do projeto da máquina que está sendo verificado. Quando o desempenho das máquinas que sofrem o controle não é homogêneo, e fornecem respostas desencontradas, embora não existam diferenças de uso entre elas, então é necessário antes de tudo uma avaliação individual, para determinar onde estão ocorrendo os desvios do projeto da máquina, se o defeito é provocado pelo mau funcionamento do sistema real, ou se são os microprocessadores que estão distorcendo os dados, por estarem com um controle interno de condução dos dados, atuando fora dos limites estabelecidos no programa, e portanto a distorção é provocada pela desarmonia existente no sistema virtual, e nestes momentos o conteúdo aleatório assim formado pode causar falsas interpretações, dificultando o restabelecimento do equilíbrio entre os conjuntos, e por isto a sua armazenagem pode ser evitada pela ação dos analistas que controlam a operação, mas estas interferências externas devem ser reduzidas ao mínimo pois a interferência constante pode causar outro tipo de distorção que veremos mais adiante, quando estudarmos o conteúdo energético que se forma no “chip” pela ação da circulação de dados. O estudo dos dados mais adequados na formação de uma estrutura, precisa estar condicionado pelo conhecimento científico existente sobre o assunto, e esta imposição não se limita apenas ao sistema real, mas também deve ser considerada quando trabalhamos com o sistema virtual, caracterizando uma conduta de proteção ao sistema, não ser permitida a mudança constante nos critérios de avaliação, sem uma justificativa científica que se harmonize com o conteúdo do projeto do sistema, para evitar que os dados armazenados se transformem em vírus, que a qualquer momento podem criar condições de trabalho distorcidas, e possam impedir a evolução do sistema com a propagação do vírus para outros programas, porque são dados com duplo significado os piores inimigos do analista, que não consegue compreender a razão de se comportarem ora de um jeito, ora de outro, mudando muitas vezes, completamente o significado correto, podendo, em certos casos, comprometer todo o trabalho realizado, prejudicando o entendimento das condições de aplicação dos dados e construindo diagramas falsos de interpretação dos relatórios, que provocam o mau resultado e com ele o desastre virtual, e a conseqüente paralisação dos trabalhos. O processo de estruturação do trabalho virtual nem sempre acontece atendendo o planejamento realizado, porque o estudo dos dados conduz o analista para situações imprevistas, quando não acontecem resultados coerentes com a programação feita, e neste caso o estudo dos relatórios mostra uma conduta desordenada dos dados, que necessitam ser desconsiderados, numa avaliação profunda das condições de emprego do microprocessador, e para não acabar desorientando toda a condução do processo virtual, pode tornar-se necessário buscar novas formas de controle, colocando outros tipos de sensores, mais inteligentes, programados para agir dentro de determinados limites, e fazer uma comparação dos dados para verificar as razões da desorientação, que normalmente são localizadas dentro do “chip”, pela falta de definição precisa de alguns argumentos, que ficam permitindo variações muito amplas dos dados que alimentam o processo, conduzindo toda a programação para fora das condições de emprego do microprocessador, que possui regras claras de funcionamento, e não pode se afastar muito dos rumos fixados pelo programa básico de hardware, definido pelo fabricante. A cadência dos dados, produzida pela freqüência de trabalho do microprocessador, é de uma importância vital para a formação de uma estrutura que organize a base de dados sem pontos de estrangulamento, e para isto é necessário dispor de um fluxo contínuo, onde os pontos de coleta de dados recebem a incumbência de colher amostras que atendam as exigências do programa, e em número suficiente para testar as variações de fluxo, e verificar se estão cumprindo as ordens energéticas produzidas pela ação do modelo matemático, ou se acontecem devido a alguma desorganização da base de dados, produzida pelo descasamento dos dados recebidos dos sensores, com os limites de variação permitidos pelo “chip”, e nestas condições, um trabalho paralelo de avaliação, pode representar uma segurança de que o processamento está seguindo os caminhos adequados, conforme as imposições do programa que regula o funcionamento das máquinas e controla efetivamente o funcionamento do sistema, tanto do conjunto de bancadas físicas como das bancadas virtuais, que atendem a todas as necessidades de obtenção de informações úteis, para os trabalhos de aprendizado, que servem para reciclar a mão de obra, e também para o desenvolvimento e teste de inovações tecnológicas, que tanto se aplicam a novos produtos, como para incrementar a qualidade, com o uso das novas tecnologias nos produtos existentes.
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