A logística e o controle
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A logística e o controle

Os caminhos escolhidos pela conduta logística dentro de um ambiente natural, dependem do estudo realizado nos relatórios de todas as estruturas logísticas que compõem os diversos estágios do projeto lógico, e quando os analistas do sistema avaliam cada estrutura, precisam estar conscientes da necessidade de compreensão profunda das condições de trabalho de cada conjunto de dados, para construir uma alameda de decisões lógicas perfeitamente delineada, em seqüências definidas por condições racionais bem embasadas na fundamentação científica, construindo uma identidade lógica que responda propriamente a todos os argumentos assinalados na formulação, responsável que é por todas as apropriações lógicas do conteúdo racional, existente nas hipóteses que estruturam a argumentação, organizada pelos cientistas, nos diversos estágios de conhecimento que compõem a pesquisa em andamento no programa racional, que não pode ficar subordinado a um comportamento heterogêneo, que ora  leva em consideração um estágio anulando as interferências dos demais, ora soma todas as contribuições de cada estágio que interferem no conteúdo programado, esquecendo que o padrão lógico precisa estar afinado em todas as participações logísticas, e que não pode ser interpretado parcialmente, desconsiderando variáveis que estão inter-relacionadas dentro do programa lógico, que por ser construído em camadas lógicas superpostas não pode desprezar nenhuma contribuição racional, por menor que seja, e por isto cada seqüência de dados precisa caminhar no momento certo, criando uma base de dados sólida, que interpreta cada decisão dentro das condições lógicas estabelecidas na programação, obedecendo os critérios condicionados na formulação do modelo matemático, enquadrado nos limites racionais de cada hipótese, produzindo um modelo racional que interfere e é interferido pelo estágio conjugado a ele, e desta forma o trabalho logístico se desenvolve de modo sistemático, e coerente com todas as pressões estatísticas desenvolvidas pela programação.

            No interior de uma estrutura logística, encontramos sempre alguns parâmetros que fogem das relações lógicas estabelecidas pela camada subseqüente de informação, que se organiza de modo mais preciso, e por isto não pode aceitá-los, criando lacunas de entendimento na avaliação dos relatórios, mas a revisão destes parâmetros fica subordinada a um enquadramento racional mais abrangente, para que a formulação contenha um detalhamento mais profundo, organizado em bases mais precisas e em condições mais adequadas para representar todas as inclinações lógicas, construindo patamares mais inteligentes, que desta forma vão se harmonizando em sucessivas construções lógicas dentro de um progressivo estudo racional, e este precisa caminhar em etapas de compreensão significativas, evitando considerar apenas um pequeno trecho do relatório onde ocorrem distúrbios logísticos, porque as causas muitas vezes não estão ali, e a correção de rumos deve levar em conta todos os parâmetros que interferiram no trabalho, desde a formação dos dados que estão contribuindo no desarranjo, até os objetivos não atingidos, que podem estar no alvo daquele estágio ou de um dos estágios seguintes, por isto, todo o cuidado é pouco na condução de uma análise crítica do processamento logístico, e qualquer interferência inoportuna pode conduzir o estudo por caminhos inadequados a programação feita, conduzindo aqui e ali a objetivos fora do planejamento feito, e portanto, desviando os rumos da pesquisa em um maior ou menor grau de entendimento, podendo causar danos no projeto lógico pela excessiva preocupação com detalhes do processamento logístico e da formação da base lógica de dados.

            O acúmulo de dados rejeitados pode conduzir um estudo paralelo de grande monta, utilizando uma amostra que os contenha, além de outros que possuam alguma afinidade com eles, para coordenar uma atividade que busque um objetivo comum, ou vários objetivos, formando um alvo que precisa ser avaliado em termos lógicos, e conduzido juntamente com outros alvos, a um trabalho organizado por um programa paralelo que condicione todas as possibilidades lógicas, buscando um novo condicionamento racional que justifique com mais clareza todo o emprego da base de dados, construindo um novo patamar de decisões racionais, que vai exigir uma ampla recondução de objetivos, programando uma nova meta racional com todas as mudanças nos parâmetros para atender as novas exigências racionais, e formar um novo padrão lógico mais abrangente, construído segundo normas logísticas mais rígidas, de modo a não desperdiçar nenhum dado, e mais do que isto, buscando valorizar ainda mais a capacidade de trabalho do ambiente natural, desde o estágio mais rudimentar, condicionando um aproveitamento melhor de toda a estrutura natural, num sucessivo condicionamento racional onde as exigências se ampliam em cada estágio, formando a cada passo lógico uma rede de informações que se cruzam procurando o melhor desempenho, dentro das possibilidades energéticas criadas pelo trabalho natural, que evolui com mais firmeza quando todas as bases de dados vão encontrando o rumo lógico, e respondendo as questões logísticas, seguindo parâmetros mais precisos e de melhor consistência racional, numa busca crescente de aproveitamento natural, que se reflete em novas tendências racionais, numa busca constante de uma formulação mais representativa, que, por sua vez, promove um agrupamento mais consistente de todos os dados que formam a cúpula das decisões lógicas, rastreando assim uma pesquisa que avança na ciência, desbravando novas oportunidades de ampliar o conhecimento do assunto pesquisado.

            Em todas as coberturas, criadas para rever o posicionamento energético dos dados que ficam a margem do processamento, e não encontram parceria para avançar no estágio seguinte, se perdendo por indefinição lógica, necessitamos encontrar os parâmetros mal definidos, e por isto, criamos seqüências novas num programa paralelo que vai se estruturando de acordo com as necessidades do projeto lógico, onde são feitas pequenas mudanças logísticas buscando encontrar os rumos mais adequados aos dados que sofrem rejeição, provocando diferenças no andamento do trabalho lógico, e em conseqüência definindo novas vertentes de fluxo, que passam a ser estudadas por comparação com os resultados do programa principal, e deste estudo sistêmico surgem tendências novas que exigem uma redefinição do padrão lógico envolvido, construindo uma formulação mais complexa, onde as novas tendências são representadas, impondo alterações em todo o modelo matemático, que representam um acréscimo no entendimento racional e logístico, compondo um trabalho conjunto de cientistas e analistas de sistemas, numa busca de um encontro entre as duas frentes de trabalho, que visam compor a programação lógica com a experimentação racional, e condicionar a pesquisa científica experimentando todas as hipóteses sem perder nenhuma tendência, até obter o alvo programado, utilizando tantas coberturas quantas forem necessárias, para encontrar as respostas que atendam a todas as exigências, num trabalho contínuo de aperfeiçoamento científico e criação logística, que conduz o programa lógico ao encontro dos resultados da pesquisa, e condiciona o trabalho a uma constante reparação de rumos, em que cada aprimoramento produz uma descoberta científica e uma conseqüente inovação tecnológica.

            O amparo logístico que se realiza portas a dentro da estrutura natural, é uma condição de trabalho pouco conhecida do homem, devido a sua incapacidade atual de compreender fenômenos que não consegue vislumbrar pelos cinco sentidos, mas é também um desafio constante a bater em nossas portas, compreender o significado do trabalho da consciência humana no interior do cérebro físico, porque este trabalho é a maior conquista da natureza terrestre, e sem dúvida, a sua compreensão nos trará uma iluminação completa em todas as dúvidas científicas atuais, porque o trabalho de uma pequena célula do cérebro encaminha questões muito mais profundas do que as que o homem já teve até hoje, e se conseguirmos nos preparar para compreender um pouco mais deste mecanismo natural, vamos dar passos científicos tão profundos que o atual conhecimento parecerá bastante pobre e cheio de imperfeições, e se, como costumam dizer os materialistas, o cérebro foi construído pelo próprio homem em sua caminhada evolutiva, do que não discordo, é bom lembrar que os espiritualistas atribuem à bondade divina esta dádiva da natureza, com o que também concordo, mas seja de uma forma ou de outra, o fato importante é que temos este modelo natural bem ao nosso alcance, e já está mais do que na hora de começarmos a maior de todas as pesquisas, que é buscar compreender o que acontece no interior do nosso cérebro quando pensamos, e tudo o que devemos fazer para iniciar esta tarefa, é conduzir com mais respeito as relações com os nossos semelhantes, porque a invasão do cérebro alheio com pensamentos que provocam desordem, acumula em nossa própria vida tendências novas que vão distorcendo a nossa própria liberdade, e sem liberdade torna-se impossível buscar os limites adequados aos parâmetros que regulam a logística do cérebro, e então o nosso veículo racional não consegue retificar os rumos e permanece caminhando na superfície dos fatos.

 
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