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Estamos no limiar de uma nova era, e mais do que nunca desejosos de paz e harmonia entre os povos, mas o que vemos diariamente nos jornais e revistas, é um acirramento de disputas políticas e econômicas, que reduzem as chances de encontrarmos o caminho, entre tantos disponíveis, que nos conduza à alegria de viver, sem tantas pressões, como seres livres, dentro de uma sociedade soberana e sadia. A insatisfação popular que no passado era dirigida contra a família do soberano, pela incapacidade que ele tinha de defender a sociedade contra os espertalhões, que controlam as rédeas do poder econômico, manietando o Estado, agora, na vivência republicana, que trouxe a pseudo liberdade democrática na maioria dos países do planeta, o que vemos é a população oprimida pela globalização econômica, que não permite a globalização tecnológica, para do topo do conhecimento científico controlar o poder econômico, através do sistema financeiro, que em muitos países é entregue aos espertalhões, que estabelecem os preços e cobram os impostos que aniquilam o livre mercado, que só existe em tese, porque na prática, quem possui o conhecimento é que dita as regras da economia, da política, e porque não dizer, da própria soberania. Hoje, o que vemos na globalização econômica é a derrota fragorosa da economia de mercado para a economia do Estado e tudo porque os estados fortes que controlam a tecnologia de ponta, comandam o mercado, e tiram dos países mais atrasados, que no passado viviam da agricultura e dos recursos naturais, todas as chances de livre comércio, em um mercado internacional estatizado desta forma, onde os países ricos impedem o pobre até de vender um pé de alface ou uma laranja, porque todos sabem plantar mas poucos, muito poucos, sabem realmente o que se passa dentro dos microprocessadores, que controlam toda a automação do planeta. |