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A busca de soluções para o desemprego estrutural, que começa a provocar traumas coletivos em quase todos os países, aliado ao desenvolvimento desordenado da informática, que parece estar correndo atrás do prejuízo, causado pela nossa despreocupação com o ensino profissional, transformando o problema do desemprego, num processo caótico que desemboca na intolerância, que vai aos poucos desestruturando a sociedade, e encaminhando o ser humano para o desatino e a violência. Então o livro "A empresa virtual", encaminha questões que precisam ser equacionadas o quanto antes, se dividindo em três partes: A primeira reflete a pesquisa dos rumos empresariais, com uma ascendência notável para a necessidade cada vez mais urgente, de resolver o problema do desemprego, e da desorientação do parque produtivo, com a inclusão da informática e das telecomunicações, mais e mais abrangentes, e sob o controle científico de um grupo muito pequeno de criaturas. A segunda parte revela uma tentativa de compreender o universo empresarial dentro da política, que provoca o que chamo de crise da democracia, pelas experiências econômicas que os governos dos países do planeta estão desenvolvendo, e que estão causando o estresse empresarial. Vale mais a pena parar de produzir e fazer especulação, do que correr riscos numa economia que ruma para uma globalização, que está desencaminhando o progresso, e desestruturando a liberdade de pensar. A terceira parte encaminha o mais terrível de todos os paradoxos, que envolve nosso ir e vir sem que encontremos um rumo, que alterne condições de progresso individual, com a necessidade de construir a vida material. É o que chamo de crise da consciência, que precisa ser avaliada e resolvida o quanto antes.
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