![]() |
![]() |
||||||||||
| Home | Cursos | Comunidade | Projetos | Contas | Diretoria | Ambiental | Palestras | Assembléia | Associado | Eventos | Slides |
RECUPERAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
JARDIM IPANEMA - SÃO BERNARDO DO CAMPO
ONG JARDIM IPANEMA
Evaristo Chiavelli O ciclo da Água
A contínua circulação da água na natureza constitui o chamado ciclo da água, que se relaciona ao conjunto das mudanças de lugar e de estado físico da água ao longo do tempo.
O percurso das águas das chuvas
As águas das chuvas ao caírem tomam três destinos: uma parte não chega ao solo, pois é interceptada pelas coberturas vivas ou mortas que existem no seu caminho como a vegetação em geral e restos vegetais, pedras, entre outros. Estas águas interceptadas, sob a ação do calor e dos ventos, se perdem por evaporação logo após as chuvas: Uma outra parte das águas se infiltra no solo indo abastecer o lençol freático. A terceira parte, é a água que excede a capacidade de infiltração do solo e não é retida na superfície, tanto por meio da vegetação quanto de estruturas de retenção existentes ou feitas no solo. Essa água, quando não é retida racionalmente pode se transformar na grande destruidora dos solos, ocasionando a erosão e o assoreamento dos rios. O lençol freático
Pelas funções que desempenha dentro do meio ambiente, o lençol freático pode ser considerado o seu componente mais importante.
Como foi descrito pelo Ecólogo e Professor João Vasconcelos Sobrinho "O lençol freático constitui o rio ecológico, o rio subterrâneo invisível. É o repositório das águas que escaparam das perdas através das redes de drenagem, infiltrando-se no solo e aí se acumulando. Sua importância supera a das águas superficiais: rios e lagos. É ele que alimenta os cursos d’água de superfície, os rios visíveis, geográficos, durante a estiagem.
Sua existência e potencial, porém, depende da estrutura dos solos e da extensão das áreas revestidas por vegetação". Sem esse revestimento ou estruturas, para retenção das águas, não haverá lençol freático o que comprometerá a estabilidade dos fluxos dos rios superficiais que alimentam as represas ou grandes reservatórios de múltiplo uso, de grande importância, atualmente, para o desenvolvimento sustentável.
O Problema:
Ou melhor:
Olhando mais perto temos:
No Jardim Ipanema, ao longo de sua existência, foram e estão sendo tomadas várias medidas visando a proteção do ecossistema da região como:
Nossa proposta:
Fases dos trabalhos:
Veja croqui da área:
Nossa proposta também é a construção de uma estação de tratamento de efluentes e esgoto doméstico no córrego de saída do bairro, eliminando assim toda poluição e devolvendo água limpa para a represa Billings.
O que queremos não é fomentar a ocupação irracional, mas sim o controle das áreas hoje existentes, lançando um desafio que supera qualquer expectativa: a ÁGUA e a VIDA.
Fim
Julho/2004
Considerando-se todo o planeta, descrevemos resumidamente as etapas desse ciclo: 
2. A água presente nas nuvens precipita-se sobre a superfície na forma de chuva, neve ou granizo (chuva de pedras);
3. Parte da água que cai no solo torna a evaporar. Outra parte escorre pela superfície, atingindo rios e mares. Uma certa quantidade de água se infiltra na terra e forma os lençóis de água subterrâneos. Estes, por sua vez, acabam abastecendo rios, mares, lagos e fontes, fechando assim o ciclo.
Água
Solo
1- O problema é a
FALTA de Água !
2- O problema é o uso INADEQUADO do Solo !
Então...
Vamos ver nosso
AMBIENTE:

As áreas ROSAS são áreas ocupadas com moradias/ população.
As áreas VERDES são áreas preservadas.
As áreas PRETAS são rios e represas.

- Abertura e colocação de grama nas calçaddas.
- Coleta e reciclagem de lixo.
- Estudos bioquímicos dos rios e riachos dda região, monitorando a poluição.
- Plantação de árvores.
- ... e entre outros, o mais importante: a conscientização da população local.
A Ong Jardim Ipanema, bem como seus moradores, em conjunto com alunos e especialistas da FEI - Faculdade de Engenharia Industrial e da prefeitura, estão dispostos, para evitar a demolição das casas e encerramento definitivo do processo, a iniciar um projeto inédito, visando não só a melhoria ambiental do bairro, mas de toda as áreas de mananciais, em qualquer tempo, em qualquer cidade ou país.
Vale lembrar:
O percurso das águas das chuvas:
As águas das chuvas ao caírem tomam três destinos:
Uma parte não chega ao solo. Estas águas interceptadas, sob a ação do calor e dos ventos, se perdem por evaporação logo após as chuvas: Uma outra parte (a mais importante) das águas se infiltra no solo indo abastecer o lençol freático: A terceira parte, é a água que excede a capacidade de infiltração do solo e não é retida na superfície, formando os rios e riachos.
Nossa proposta portanto, é abastecer o lençol freático, com água limpa da chuva captada pelos telhados das construções, mantendo o reservatório e sanando desta maneira o dano ambiental causado.
1º- Conhecer o índice pluviométrico da região.
2º- Medir a taxa de absorção de água pelo solo.
3º- Execução de sondagens em vários pontos do bairro, conhecendo o tipo de solo em cada ponto, bem como a altura estática do lençol freático.
4º- Construção de poços para infiltração da água.
5º- Substituição do piso cimentado na área da viela (rua Safira) por sistema tipo "gabião'.
6º- Monitoramento constante por pessoas do bairro e profissionais do ministério público e/ ou privado.
Conhecendo os índices e taxas existentes
e comparando-os com os índices do projeto, teremos portanto uma forma concreta de estabelecer
padrões para realização do mesmo conceito em outros pontos das áreas de mananciais ou da
cidade, resolvendo o problema de abastecimento e disseminando o conceito ecológico para a
população.


Abaixo podemos ver ilustração de uma estação de tratamento de água, simples, funcional e totalmente natural.
Podemos ainda recorrer à estação experimental instalada no bairro Pinheirinho, que apresenta ótimos resultados.
