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Como Morar em Área de Manancial sem agredir o Meio Ambiente

Programa
Bairro Ecológico

Nosso Grande Desafio é fazer
com que o uso sustentável
da represa Billings seja
econômica, social e
ambientalmente mais
interessante do que a
sua exploração predatória.

Prefeitura de São Bernardo do Campo

O que é o Programa Bairro Ecológico ?
É um programa de educação ambiental desenvolvido pela Prefeitura de São Bernardo do Campo em conjunto com a população que mora em áreas de proteção aos mananciais.
Ele objetiva amenizar os impactos causados pela ocupação irregular, com a criação de áreas de permeabilidade, arborização urbana, limpeza dos córregos e áreas livres, reciclagem do lixo, visando principalmente a transmissão de informações sobre a necessidade de preservar e recuperar as áreas de mananciais.

Quais Bairros Entram no Programa Bairro Ecológico ?
Primeiramente, aqueles que estão localizados em áreas de proteção aos mananciais.

O que é Manancial ?
A represa, a nascente, o córrego, o rio, o lago, a fonte e a água subterrânea são mananciais.

O Que é Área de Proteção aos Mananciais ?
É a área no entorno da represa onde toda a água de chuva e dos rios correm em direção a ela diretamente através de córregos, rios ou pelos lençóis freáticos.
Sua ocupação deve ser feita com cuidado, para que a água seja produzida em quantidade e qualidade necessárias aos seus diversos usos.
Por isso essas áreas são protegidas por lei.



Porque os Mananciais São Protegidos ?
Porque eles são essenciais à vida e à nossa saúde.
Porque são áreas especiais.
Porque a água de beber não pode ficar poluída.
Porque a água de beber não pode acabar...



"Se você tiver uma nascente no seu bairro cuide dela como se fosse um bebê."
Rosângela Staurenghi

Podemos Construir em Áreas de Proteção aos Mananciais ?
Sim, desde que respeitados os critérios estabelecidos nas leis estaduais n° 898/75, 1172/76, 9866/97 e na legislação municipal.
Essas leis dividiram as áreas de proteção aos mananciais em 1ª e 2ª categorias.
Nas áreas de 1ª categoria, que são as margens das represas, rios, nascentes, áreas cobertas com vegetação de interesse para preservação permanente e encostas de morro, não se pode construir nada.
Nas áreas de 2ª categoria é possível construir, e o tamanho mínimo dos lotes pode variar de 500 a 7500 m², dependendo da proximidade com a 1ª categoria.


O Que é um Loteamento Clandestino ?
É aquele que não teve aprovação legal do Município e do Estado e não foi matriculado no cartório de registro de imóveis.


O que é um loteamento Irregular ?
É o loteamento aprovado mas não matriculado no cartório de registro de imóveis. É também o loteamento aprovado e registrado que não possui obras de infra-estrutura, ou que não atende requisitos sanitários e urbanísticos.

POR ISSO, ANTES DE COMPRAR OU CONSTRUIR EM ÁREAS DE PROTEÇÃO AOS MANANCIAIS BUSQUE INFORMAÇÃOES JUNTO À SECRETARIA DE HABITAÇÃO E MEIO AMBIENTE DA PREFEITURA, SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO PÚBLICO E CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS.



O que Podemos Fazer Para Amenizar Estes Impactos ?
Criar Áreas de Permeabilidade do Solo!

Como?
Fazendo a calçada com o mínimo de 50% de sua área gramasa, como esponjas verdes, garantindo assim a absorção da água pelo solo e o contínuo abastecimento dos mananciais.
Plantando árvores no seu terreno e nos lotes desocupadose, desde que possível, em frente à sua casa.
Criando áreas de infiltração no seu terreno, desde um pequeno canteiro até hortas, jardins , pomares, etc.








Evite Pavimentar Demais
A água da Chuva precisa continuar a se infiltrar no solo e a recompor os lençóis subterrâneos para alimentar a represa!



Quando o solo tem a sua área de infiltração diminuída, a água escorre pela superfície, levando lixo para dentro da represa, diminuindo sua profundidade (assoreamento), poluindo a água e prejudicando a sua qualidade e quantidade.




Dicas Para Plantio de Árvores



1 - As mudas devem ter entre 1,80 e 2,20 de altura para ruas e avenidas.
2 - As covas devem ter no mínimo 60 x 60 cm, com o 'colo' de 15 a 20 cm abaixo da superfície do solo.
3 - Utilize estacas de madeira ou bambu, com 1 metro de profundidade no solo e 2 metros de altura para garantir crescimento reto e evitar queda.
4 - A complementação do enchimento da cova deve ser feita com mistura de solo na proporção de 1/3 de esterco de curral curtido ou humus de munhoca.
5 - O amarrio deve ser de material que não cause danos ao tronco do vegetal, formado de oito deitado.
6 - O canteiro da árvore deve preferencialmente ser mantido gramado e livre de plantas invasoras.


Procure a Secretaria da Habitação e Meio Ambiente para obter mais informações sobre a árvore mais adequada para o plantio
Fones (11) 4366-7023 ou 4366-7050


Sugestões de Espécies de Árvores Nativas
Que são adequadas Para o Plantio na Cidade




PEQUENO PORTE - NATIVAS

São aquelas que, na fase adulta, chegam a 4 ou 5 metros de altura e o raio de copa fica em torno de 2 a 3 metros.
São espécies apropriadas para calçadas estreitas (entre 1,60 e 2,00 metros de largura), presença de fiação aérea e ausência de recuo predial.

NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ALTURA PERÍODO FLORAÇÃO
Psidium cattleianum Araçá amarelo 3-5 Jun/dez
Schinus polygama Assobieira/ insenso 4-5 Jul/set
Stryphnodendron adstringensBarbatimão 4-5 Set/nov
Casearia sylvestris Café do mato/ guaçatonga4-6 Jun/ago
Campomanesia phaea Caml:luci (fruto médio)3-5 Ago/nov
Metrodorea nigra Caputuna preta 4-5 Set/nov
Bombacopsis glabr Castanha do maranhão 4-6 Set/nov
Erytrina speciosa Eritrina/ mulungu 3-5 Jun/set
Psidium guajava Goiaba 3-6 Set/nov
Acca sellowiana Goiaba serrana 3-5 Set/nov
Myrcia selloi Murta do campo 4-6 Nov/dez
Hexachlamys edulis Pêssego do mato 4-6 Ago/set
Stifftiacrysantha Rabo de cutia 3-5 Ano todo
Himatanthusobovatus Tiborna (cerrado) 4-5 Out/dez
Bixa orelana Urucum 3-5 Set/out






MÉDIO PORTE - NATIVAS

São aquelas cuja altura na fase adulta atinge de 5 a 8 mtreos e o raio da copa varia em torno de 4 a 5 metros.
São apropriadas para calçadas largas (maiores de 2 metros), ausência de fiação aérea e presença de recuo predial.

NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ALTURA PERÍODO FLORAÇÃO
Se;nna macranthe;ra AIe;lula 6-8 De;z/abr
Hybi6cu6 pe;rnambuce;n6i6 Algodão do bre;jo 3-6 Ago/jan
Acoemium 6ube;le;gan6 Ame;ndoim fal6o 4-7 Out/de;z
Calyptranthe;6 clu61ifolia Araçarana 6-8 Mar/abr
SchinU6 molle; Aroe;ira 6al6a 4-8 Ago-nov
Stryphnode;dron pulche;rrimum Barbatimão 4-8 Out/nov
Connaru6 re;gne;llii Camboatã da 6e;rra 4-7 Se;t/out
Myrcia 6e;lloi Cambuí/ murta do campo 4-6 Nov/de;z
Gochnatia polymorpha Cande;ia 6-8 Out/de;z
Piptocarpha rotundifolia Candua 4-8 Out/de;z
Rapane;a guiane;n6i6 Capororoca branca 4-8 Jun/jul
Jacaranda pube;rula Carobinha 4-7 Ago/6e;t
DrimY6 winte;ri Ca6ca d'anta 4-8 Jul/ago
Bombacop6i6 glabra Ca6tanha do Maranhão 4-6 Se;t/nov
Euge;nia involucrata Cerejeira do Rio do Grande 5-8 Se;t/nov
IIe;xce;ra6ifolia Congonha 4-7 Out/nov
Ce;cropia pachytachya Embaúba 4-7 Se;t/out
De;gue;lia hat6chbachii Embirá de; 6apo 4-8 De;z/jan
Stiffia parviflora E6tífla branca 4-8 Ago/6e;t
Coue;pia grandiflora Fruta de; e;ma 4-6 Se;t/out
Campomane;6ia ne;riiflora Guabiroba branca 4-8 Se;t/nov
Ca6e;aria 6';flve;6tri6 Guaçatonga 4-6 Jun/ago
Euge;nia glazioviana Guamirim 4-6 De;z/jan
Galipe;aja6miniflora Guamixinga 4-6 Jun/ago
A6pido6pe;rma cu6pa Guatambuzinho 4~7 Mai/6e;t
A6pido6pe;rma rie;de;lii Guatambuzinho 4-6 Out/de;z
E6e;nbe;ckiagrandiflora Guaxupita 4~7 Nov/jan
Tabe;buiadura Ipê branco do bre;jo 4-7 Jul/6e;te;fe;v/abr
Machae;rium paraguarie;n6e;Jacarandá branco 5-8 Abr/jun
Machae;rium fulvove;no6um Jacarandá- tá-cipó 4-6 Out/nov
Maloue;tia ce;6troide;6 Le;ilúra 4-8 Out/nov
AloY6ia virgata Lixa 4~6 Ago/nov
Mabe;a fi6tulife;ra Mamoninha do mato 4-8 Jan/abr
IIe;x t7ara~Uarie;n6e;6 Mate; 4-8 Out/de;z
Bauhinia forficata Pata de vaca 5-9 Out/jan
Bauhinia longifolia Pata de vaca 4-7 Dez/jan
Kielmeyera variabilis Pau santo 3-6 Nov/jan
Auxema oncocalyx Pau;.branco 5-8 Jan/mar
Aspidosperma tomentosum Peroba do campo ( cerrado) 5-8 Set/ou
Hexachlamys edulis Pessego do mato com fruto 4-6 Ago/se
Xylopia aromática Pimenta de macaco 4-6 Set/nov
Solanum pseudo-quina Quina de São Paulo 4-7 Set/nov
Brownea grandiceps Rosa da mata 6-8 Set/out
Aegiphilla sellowiana Tamanqueiro 4-7 Dez/jan
Dictyolona vandellianum Tingui preto 4-7 Fev/abr
Dodonea viscosa Vassoura vermelha 4-8 Mai/ago
Clethra scabra Vassourão 4-8 Dez/mar



GRANDE PORTE - NATIVAS

São aquelas cuja altura na fase adulta ultrapassa 8 metros de altura e o raio de copa é superior a 5 metros.
Estas espécies não são apropriadas para o plantio em calçadas.
Deverão ser utilizadas prioritariamente em praças, parques e quintais grandes.
Considera-se nesta tabela espécies que alcançam no máximo 15 metros de altura.

NOME CIENTíFICO NOME POPULAR ALTURA PERíODO FLORAÇÃO
Couropita guianensis Abric6-de-macaco 8-15 Jun/mar
Luehea grandiflora Açoita cavalo graúdo 6-14 Mai/jul
Pterocarpus violaceus Aldrago 8-14 Out/dez
Heliocarpusamericanu6 Algodoeiro 6-12 Jun/jul
Protium spruceanum Almecegueira 8-14 Set/nov
Termjnalla brasilienses Amarelinho 8-16 Ago-set
Pterogyne nltens Amendoim branco 10-15 Dez/mar
Platypodium elegans Amendoim do campo 8-12 Set/nov
Andirafraxinifolia Angelim rosa 6-12 Nov/dez
Alblzia polycephala Angico branco 8-14 Nov/dez
Neoraputia alba Arapoca 4-10 Dez/fev
Schinusterebintifolia Aroeira mansa 5-10 Set/jan
Styrax pohlii Árvore de bálsamo 8-12 Jul/nov
Cordia superba Babosa branca 7-10 Out/fev
Diptychandra aurantiaca Balsaminho 8-14 Out/nov
Schinopsis brasilienses Baraúna 10-12 Jun/set
Styrax camporum Benjoeiro 6-10 Set/out
Machaerlum acutifolium Bico de pato 8-14 Out/nov
Mimosa scabrella Bracantinga 5-15 Ano todo
Lithraea molleoides Bugreiro 6-12 Agolset
Maytenus robusta Cafezinho 6-12 Set/nov
Tabebuia cassinoides Caixeta 6-12 Jul/jan
Matayba elaegnoides Cambotá 6-14 Set/nov
Anadenanthera colubrina Cambuf angico 12-15 Nov/jan
Cassia multuuga Canaf1'stula 6-10 Dez/abr
Dalbergia villosa Canaf1'stula brava 8-12 Dez/fev
Terminalia triflora Capitãozinho 9-12 Set
Croton floribundus Capixigui 6-10 Out/dez
Rapanea ferruginea Capororoca 6-12 Mai/jun
Rapanea umbellata Capororoca 5-15 Dez/jan Jun/jul
Jacaranda macrantha Caroba 8-12 Nov/jan
Sparattosperma leucanthun Caroba branca 6-14 Jan/mar
Cybistaxantisyphilltica Carobadeflorverde 6-12 Dez/mar
Trichilla hirta Ca rra pita 6-14 Out/nov
Trichilla claussenii Catiguá 6-12 Agolout
Vochysia tucanorum Cinzeiro 8-12 Nov/mar
Cordia glabrata Clarafba 8-10 Jul/set
Rollinia serecia Cortiça 5-15 Set/nov
Erythrina crista-galli Corticeira 6-10 Set/dez
Astronium fraxinifolium Cubatã vermelha 8-12 Agolset
Allophyllus edulis Chal-chal 6-10 Set/nov
Metrodorea stipularis Chupa-ferro 8-12 Nov/jan
Cassiaferruginea Chuva de ouro 8-15 Set/dez
Eriotheca pubescens Embiriçu 6-10 Jul/set
Parkinsonia aculeata Espinho de jerusalém 5-10 Ano todo
Cassia,leptophylla Falso barbatimão 8-10 Nov/jan
Ouratea castanaefolia Farinha seca 8-14 Out/nov
Dimorphandra mollis Faveira 8-14 Out/jan
Ficus enormis Figueira da pedra 6-14 Agolset
Eugenia florida Guamirim 5-9 Agolset
Aspidosperma parvifoljum Guatambu branco 10-15 Ago/nov
Eugenia brasilienses Guimicama 10-15 Set/nov
Tapirira guianensis lapiriri 8-15 Ago/dez
Pithecolobium tortum l ata ré 6-12 Out/nov
Inga uruguensis Ingá 5-10 Ago/nov
Sclerolobium rugosum Ingá branco 10-15 Jul/ago
Tabebuia chrysotricha Ip8-amarelo 4-10 Agolset
Tabebuia ochracea Ip8-amarelo 6-14 Jul/set
Tabebuia umbellata Ip8-amarelo-do-brejo 10-15 Agolout
Tabebuia roseo-alba Ip8-branco 7-16 Agolou
Tabebuia impetiginosa Ip8-roxo-bola 8-12 Mai/ago
Jacaranda cuspidifolia Jacarandá 5-10 Set/out
Machaerium aculeatum Jacaranda bico de pato 6-12 Novlfev
Machaerium brasilien6e acarandá bico de pato 8-14 Jul/ago
Platymi6cium pube6cen6 Jacarandá branco 10-15 Jul/ago
Genipa americana Jenipapo 8-14 Out/dez
Gu6tavia augu6ta Jeniparana 6-10 Out/dez
Cordia 6ellowiana Jiereté 8-14 Jun/ago
Curatella americana Lixeira 8-10 Ag%ut
Cyclolobium vecchi Louveira 7-10 Set/out
Sim ira 6ampaioana Maiate 6-9 Dez/jan
Tibouchina mutabili6 Manacá de 6erra 7-12 Nov/fev
Dilodendron bipinnatum Maria mole 5-10 Mai/jun
Dendropanax cuneatun Maria mole* 6-14 Mai/jul
Au6troplenckia populnea Marmeleiro do campo 6-10 Out/nov
Lueheacandican6 Mutamba preta 8-12 Nov/dez
Licania tomento6a Oiti 8-15 Jun/ago
Copaifera lang6dorffii Óleo de copaíba 10-15 Dez/mar
Myrocarpu6fa6tigiatu6 Pau de bal6amo 6-12 Jan/mar
Cae6alpinia echinata Pau-Bra6il 8-12 Set/out
Cae6alpinia ferrea Pau-ferro 10-15 Nov/jan
Trema micrantha Pau-p6lvora 5-12 Set/jan
Tapirira obtu6a Pau-pombo 8-12 Set/out
Sterculia 6triata Pau-rei 8-14 Dez/mar
Prunu66ellowii Pe66egueiro branco 10-15 Dez/fev
Styraxferrugineu6 Pindaíba 7-14 Jun/6et
Guatteria nigre6cen6 Pindaíba preta 8-12 Set/nov
Podocarpu61ambertii Pinheiro bravo 8-14 Set/nov
Eugenia uniflora Pitanga 6-12 Ago/nov
Tibouchina granulo6a Quare6meira 8-12 Jun/ago
E6embeckia febrifuga Quina do mato 5-11 Ago/nov
Sapindu66aponaria Saboneteiro 5-9 Abr/jun
fera glabrata Sapateiro 8-10 Dez/jun
Erythrina mulungu Sapatinhodejudeu 10-14 JUI/6et
Cae6alpinea peltophoroide6 Sibipiruna 8-16 Ago/nov
Hirtella reblecada Simbuíva 10-15 Set/out
Clitoria fairchildiana Sombreiro 6-12 Abr/mai
Erythrina velutina Suinã 8-12 Ago
Vitex poligama Tarumã 6-12 Out/nov
Magonia pube6cen6 Tingui do cerrado 5-9 AgO/6et
Bixa arborea Urucu arb6reo 6-11 Jan/fev
Croton urucurana Urucucurana 7-14 Out/dez
Eugenia pyriformi6 Uvaia 6-13 Ago/6et
Vernonia de6color Va66ourão-preto 10-15 Jul/6et
Plathymenia reticulata Vinhático 6-12 Set/nov




E o Que Mais Podemos Fazer ?

- Preservar as matas das margens dos rios. Elas protegem nossas águas.
- Proteger as Florestas. Elas ajudam a mantter a qualidade e a quantidade de água das represas.
- Impedir a poluição na Billings, não deixaando o esgoto correr para lá.
- Manter ruas e terrenos vazios e livres dee entulho e lixo.
- Exercer a responsabilidade de quem mora eem um lugar especial.
- Cuidar do seu bairro co o mesmo carinho qque você cuida de sua casa.








SÉRIE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nº 1
Publicação da Secretaria da Habitação e do Meio Ambiente
da Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo
Rua Jacquey, 61 - Rudge Ramos - 09634-000 - SBCampo - Fone: 4366-7033
[email protected] / www.saobernardo.sp.gov.br



PAULO ROBERTO MASSOCA
Secretário de Habitação e Meio Ambiente

SÔNIA MARIA DE LIMA
Diretora do Departamento de Meio Ambiente

ANDRÉA BROCK
Diretora de Comunicação

TEXTOS
Marcia Celestino Macedo e Vera Rotondo

REVISÃO FINAL
Sônia Maria de Lima

EDIÇÃO DE ARTE
Gonçalo Pavanello

ILUSTRAÇÕES
Juarez Corrêa

MEIO DIGITAL
ONG Jardim Ipanema






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