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Kill
‘em All (1983) O
primeiro álbum do Metallica é um clássico do início ao fim, com a força de
composições como The Four Horsemen, Whiplash e Seek and Destroy. Como Cliff e
Kirk tinham entrado a pouco, todas as canções ( menos o solo de Cliff em
Anestesia ( Pulling Teeth ), são de James, Mustaine e Lars Ride
the Lightning (1984) Apenas
um ano depois da estréia, o Metallica evidencia um pouco menos as raízes punk
de James e começa a tomar cara própria em termos de peso e melodia. A fúria
está presente em cada nota do disco, mas já surge algumas sutilezas ( cortezia
da musicalidade de Cliff Burton, que co – assina seis das oito composições),
responsável por pérolas como For Whom the bell Tolls e a balada Fade to Black
( que fala sobre suicídio). Outros
destaques são Fight Fire with Fire e Creeping Death. Master
of Puppets (1986) Master of Puppets não foi só a ápice do Trash – Metal; abriu os olhos do mundo para o estilo. É, sem duvida o melhor disco de Heavy Metal dos anos 80. Foi o álbum que alavancou o Metallica para o Mainstream. Os fãs de Heavy Metal não acreditavam no que ouviam. Pesadas ao extremo, com um timbre grave, porém limpo, as guitarras formavam uma massa sonora impressionante ( para a época ). A partir daí, praticamente TODOS os guitarristas de metal tentaram chegar ao som que o Metallica tirou. Foram criadas várias lendas a respeito de como tirar um som parecido no estúdio – teve gente que chegou até a microfonar os amplificadores pela parte de trás. Até que descobriram o óbvio ululante: o segredo não estava na equipamento, nem em como utilizá – lo, mas sim na palhetada. Master of Puppets foi um divisor de águas. O Metallica aprimorou o estilo mostrado nos álbuns anteriores, com músicas mais trabalhadas, cheias de variantes. As melodias ficaram ainda mais marcantes e o grupo colocou um pé no mainstream. Agradou a todos. Gente que gostava de metal tradicional, os radicais que só ouviam porrada mesmo, e também por que não, os que não curtiam metal antes, a partir deste álbum passaram a consumir o som da banda. Embora o Metallica tenha mais tarde ficado muito maior, foi com este álbum que o Trash Metal viveu seu melhor momento. The
5.98 EP – Garage Days Re – Revisited (1987) Ótimo
EP de covers, gravado para apresentar o novo baixista da banda, Jason Newsted,
que entra no lugar do falecido Cliff Burton. A banda presenteia a banda e prova
seu amor pelo Diamond Head, Killing Joke, Budgie e Misfits. And
Justice For All... (1988) Recuperados e descansados, depois de todos os problemas, a
banda vai para o estúdio cheia de disposição e soltam um LP duplo cheio de músicas
de 7 ou 8 minutos. Muita competência nas composições, mas um certo excesso de
produção deixa o disco pasteurizado. Não se pode ouvir uma nota do baixo de
Jason. One, acaba se tornando o maior sucesso da banda até o momento, chegando
a ser uma das musicas mais tocadas de 88. Destaques:
Blackened, And Justice for All, One, Harvester of Sorrow. Metallica
(Black Álbum) (1991) O álbum negro que tornou uma boa banda, em um fenômeno da
música é um dos grandes discos da história do rock. Tornando – se acessível,
sem perder em peso, o grupo cospe uma obra – prima atrás da outra começando,
pelo talvez maior hit do do heavy
metal; Enter Sandman. Ainda
vem Sad but True, Unforgiven, Wherever I May Roam, Nothing Else Matters... Load
(1996) Muita experimentação que
causa insatisfação entre os fãs, principalmente a balada country Mama Said. Mesmo
assim possui ótimas musicas como Ain’t My Bitch, Until It Sleeps, King
Nothing, Hero of The Day, Wasting my Hate e a própria Mama Said. Reload
(1997) O nariz torcido em relação a Load dá resultado e a banda capricha mais no peso. Logo no início do álbum da pra sacar a pauleira, quando James berra Gimme fuel, gimme fire, gimme that wich i desire, entra em sintonia baixo, guitarra, bateria no estilo mais porrada, no estilo Metallica. Ainda que se distancie do trash metal antido da banda, Reload traz uma variedade fortíssima de rock pesado. Entre outras coisas, ataca ataca com um com um agito rítmico na veia do AC/DC em Slither e Bad Seed, mistura belíssimas melodias vocais com guitarras pesadas em Carpe Diem Baby e Where the Wild Things Are e explora uma pancadaria totalmente heavy metal em Fuel e Attitude. Garage
inc. (1998) Seguindo o plano de lançar um disco por ano, a banda solta de uma vez todas as covers registradas e ainda grava mais 11, num total de 27 músicas. Neste álbum duplo, se encontra o Garage Days, B – Sides, 4 Covers do Motorhead. É possível notar o prazer da banda ao tocar Motorhead, Misfits, Mercyful Fate e outras maravilhas S&M (1999/2000) Gravação do show do Metallica com a San Francisco Demos,
piratas e singles
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