
Embora sejam associados a ambientes sujos, ao lixo e a doenças, quando bem cuidados tornam-se animais limpos, fáceis de serem treinados e muito tranqüilos.
Possuem comportamento comunitário e vários machos e fêmeas podem conviver bem juntos. Os filhotes são criados em coletividade, ou seja, as fêmeas todas cuidam dos filhotes juntas, havendo divisão de responsabilidades. Isso torna possível a adoção de filhotes órfãos por outras mães.
As brigas são raras, mas pode acontecer entre as fêmeas logo após o parto. Os machos podem, pisotear os filhotes sem intensão.
São animais acostumados a construir galerias e mantêm essa característica mesmo quando domesticados. Ao contrário dos demais roedores abordados, os ratos geralmente retornam ao viveiro quando fogem, o que faz deles animais ímpares entre os roedores de estimação.
Possuem boa memória sendo utilizados, assim como os camundongos em testes de labirinto, condicionamento e outros experimentos de Psicologia.
Esses animais apresentam um comportamento muito curioso: quando um indivíduo toca em algo e o larga, os demais membros ao observarem isso não tocam o objeto, seja ele alimento ou outra coisa. Isso faz com que seja de difícil controle populacional por meio de venenos.
Nos ratos o efeito Witten é menos pronunciado que nos camundongos. A ovulação induzida eventualmente ocorre nos ratos. A exposição de machos próximo de fêmeas gestantes não impede a nidação do embrião e não causa o efeito Bruce como é freqüênte em camundongos. A pseudogestação é rara em ratos, mas quando acontece dura aproximadamente 13 dias.
A mãe pode destruir a ninhada quando exposta a agentes estressantes como barulho, manipulação, falta de material para o ninho e outros fatores já mensionados para as demais espécies.
Quando estressados limpam-se constantemente.
