As fêmeas tendem a ter padrões de ciclos erráticos, ou nenhuma atividade ovariana quando alojadas em grande número sem um macho. A introdução de um macho provoca nas fêmeas o recomeço da ciclicidade ovariana de forma altamente sincronizada (um número significativo de fêmeas entra em estro no terceiro dia após a introdução do macho). O efeito do macho é desencadear a síntese e liberação de gonadotrofinas.
Existem feromônios presentes na urina dos machos que quando se volatilizam e atingem o epitélio olfatório das fêmeas, acelera o aparecimento do estro e o encurtamento do diestro em fêmeas não grávidas e/ou em diestro.