Existe uma imensidade de variedades, muitas delas
já deixaram de fazer parte de muitos pomares, a sua baixa cotação nos
mercados levou os produtores de cereja a substituir por outras que
ofereciam melhor Qualidade / rentabilidade.
Covem lembrar que vivemos num contexto sócio - económico
onde o espirito de competitividade faz parte dos nossos dias. Alargar os nossos produtos a outros mercados leva os produtores a melhorar e
aperfeiçoar a qualidade dos seus produtos. É precisamente nesse contexto que
surgem novas espécies.
Vamos então enunciar as variedades mais comuns
actualmente:
Provenientes de diversas variedades de
cerejeira tradicionalmente cultivadas na zona designada por Cova da Beira.
Obtidas a partir das cerejeiras das variedades regionais "De Saco ",
"Napoleão Pé Comprido", "Morangão", "Espanhola" e das variedades "B.Burlat",
"B. Windsor", "Hedelfingen", ". A variedade mais representativa "De Saco" é
muito doce, firme e carnuda.
O uso da Indicação Geográfica obriga a que a cereja seja
produzida de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações,
o qual inclui, designadamente, as condições de produção, colheita e
acondicionamento do produto. A rotulagem deve cumprir os requisitos da
legislação em vigor, mencionando também a Indicação Geográfica. A Cereja da
Cova da Beira deve ostentar a marca de certificação aposta pela respectiva
entidade certificadora.
Comercialmente só pode apresentar-se devidamente acondicionada em
materiais próprios e pré-embalada.
