O gerenciador de
pacotes da Red Hat (RPM) percorre um longo caminho para fornecer o
melhor meio de lidar com as complexidades da administração de
sistemas. Automaticamente ele instala, desinstala e faz um upgrade
do software. Além disso, opera como qualquer outro comando do Linux
utilizando opções da linha de comando. Utiliza ainda sua base de
dados para manter um controle do que há no sistema e assim poupa-lo
dessa confusa tarefa.
Um pacote RPM consiste
de um conjunto de arquivos e informações que descrevem seu nome,
versão e conteúdo. Os pacotes são criados para apresentar
uma determinada função do Linux. O RPM possui 11 modos
operacionais. Para um administrador de sistemas cinco desses são
mais importantes:
# rpm -i install -options package_ file
# rpm -u upgrade -options package_ file
# rpm -e erase -options package_ file
# rpm -q query -options
# rpm -v I -y I -verify verify-options
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