
Fazendo sua incursão pelo teatro amador,
Leoni Iório nos revela mais uma face de seu diversificado talento, sob três
formas – como ator (interpretando o impagável “Carlitos”), como autor de peças
e, anos mais tarde, como diretor.
Quando
ainda estudante da Escola de Farmácia de Ouro Preto, escreveu duas peças: “Tudo Pela
Pátria” e “A Voz do
Coração”, publicadas no período em que esteve radicado naquela cidade
mineira.
Após
seu retorno para Valença, escreveu os versos musicados para “A Princeza da
Serra”, (original de José Velloso Guimarães), além de publicar “Valença em
Tiras” e "Amores de Jeca Tatu". De todas elas,
apenas duas puderam ter seus originais localizados, as quais, foram,
integralmente, incluídas nesta seção. Algumas foram encenadas por atores como
Balbina Milano, José Guimarães e outros atores amadores.
A
partir do final dos anos 50, já em Barra do Piraí, voltou a atuar no teatro
amador, desta feita, como diretor de peças que contavam com a participação de
atores da cidade, como César Augusto (posteriormente, ator de novelas da
Rede Globo), Ivan França, Duphe Barbosa, Jandira de Arruda, Nedir de Barros, Lairce Rosa e Ivamar Rosa
(Mazinho). Foram encenadas, sob sua direção, as peças "Mexericos
da Candinha", "O Filho do Sapateiro" e "Deus lhe
Pague", em palcos do Barra Tênis Club, Cine Theatro Esperanza e na
cidade de Vassouras. Das peças citadas, podemos destacar "O Filho do
Sapateiro", que teve como protagonistas Ivan França interpretando o
"filho do sapateiro", César Augusto no papel do
"sapateiro" e Jandira Arruda como "a mulher do sapateiro".
Colaboraram, enriquecendo essa página com informações, dois inesquecíveis amigos de Leoni Iório - Ivan França e César Augusto.
Clicar nos títulos abaixo, para acessar
o texto de duas peças, de autoria de Leoni Iório, na íntegra: