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Leona Volpe. Para você...? Lena. |
| Olá, aos meus leitores, íntimos da minha alma, eu permito que me chamem de Lena, aos demais, Srta. Volpe. Bom, a minha vida não teve grandes histórias melodramáticas, muito pelo contrário, o meu dramatismo vem de dentro para fora, não é consequência de falta de amor, vida triste, ou mortes que deixam marcas, muito pelo contrário, é uma paixão e não um hobby. Tenho 16 anos (não se assustem, crianças), comecei O Beijo do Escorpião aos 13, mas admito que naquela época a história passava longe do razoável, e era algo mais colegial e inocente. Com o tempo, depois de uma leitura quase exaustiva de muitas histórias avulsas, romances, contos, poesias e músicas, Mordecai foi nascendo em minha mente, sarcástico, sensual e exótico. Quanto a Daniel? História longa e engraçada, deixarei para outra ocasião. O nome Roselle, foi escolhido ao "acaso" - Coincidência ou Destino, deixo esta escolha a você - mas, o fato de ser um anagrama para Belle Rose, meu antigo nick de Orkut, é inegável e absurdo. Sou fâ ardua de Erich von Däniken, o mapa de Piri Reis é cortesia do autor, o encontrei em dois livros seus: "Eram os Deuses Astronautas?" e "A Odisséia dos Deuses", recomendo a leitura. Nirel seria a ilha que se encontra perto das Américas (entre a central e a do sul), um estudioso propôs que a ilha talvez fosse Fernando de Noronha. N ão sou contra nem a favor da teoria. Minha outra louca paixão é Cradle Of Filth, como está especificado no livro, a grande maioria dos nomes dos capítulos (99,9%) foi inspirado nos títulos de suas músicas, assim como algumas frases, expressões e etc. Não vejo a hora do Dani fazer uma nova turnê pelo Brasil, a última foi em 2004 (Nymphetamine) e eu não conhecia a banda naquela época. Quando eu tinha 10 anos, fiquei em 2º lugar em um concurso de poesia, no Colégio Perdinelli, onde eu estudei, foi o único concurso literário de que participei. A poesia se chamava A Margarida, e era deveras dramática e intensa, acredito que por isso eu tenha ficada em segundo lugar. Dark love, my dear... Just dark love... Há nesse livro, cenas inspiradas em pedaços de filmes que eu assisti quando era muito jovem, sete anos para baixo, lembro delas muito precariamente, mas a idéia ficou gravada em meu subconsciênte. Lembro de um filme: Vampiros de John Carpenter; bom, o vampiro mordeu uma mulher em... digamos, um lugar estratégico e disse algo como: "Essa é uma sensação que você jamais se esquecerá". Eu não esqueci. Devia ter 6 anos, sequer entendia o que estava acontecendo, mas adorei a cena! O suspense não foi exatamente complicado de ser feito, apesar de eu não considerá-lo perfeito, imagino que esteja razoável, levando em conta as barreiras que a minha idade impõe. Pois bem, quanto as minhas palavras finais na Nota, as explicarei: nossas avós usavam filtros de pano para coarem o café em bules, alguém provavelmente achou que aquilo poderia ser melhorado e inventou a cafeteira e então os filtros de café feitos em papel. O mundo funciona assim para mim, em vez de criticar eu analiso os pontos bons, os junto e os melhoro, para que se torne, cada vez mais perfeito. Não estou dizendo para você reescrever O Beijo do Escorpião, caso o tenha odiado, estou dizendo que se você acredita que ele poderia ser muito melhor, invente, inove, imagine, em vez de sacrificar sua alma a mim, servindo como analisador do meu trabalho, que faço com o maior prazer. Mas, caso você tenha visto algo bom, ou algo razoável que mereça atenção, me diga, pois quero melhorar sempre, e a sua opinião importa.
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