
Um grande discípulo de Descartes e de Spinoza foi o ilustre filósofo alemão Leibnitz. Foi um grande espírito universal, historiador, naturalista, político, diplomata, teólogo e matemático, e abordou em suma os grandes ramos do saber do saber humano.
Acreditava que cada pessoa ou coisa é um mônada ou ser completamente isolado, cuja existência está em sintonia com Deus e separado de qualquer experiência externa.
Afirmou também que tudo está para melhor no melhor dos mundos possíveis. Mas no entanto, o mal existe! É certo, existe; mas por uma necessidade que é inerente a tudo que é criado. Se não existisse o mal, o mundo seria perfeito e as criaturas não se distinguiriam do seu criador.
O mal não é assim senão o limite do bem a que Deus era obrigado a atingir ao criar seres e coisas diferentes de si mesmo, e se não tivesse não se teria criado senão a Ele. E tal é o sentido preciso dessa frase "o melhor dos mundos possíveis" - o mundo é perfeito no limite em que o é o que é criado, e portanto imperfeito, podendo ser perfeito na medida em que o que não é Deus pode ser divino.
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