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Este ano, 34 filmes e 47 vídeos, de vários estados do Brasil, e de alguns países do exterior, participam do concurso afro-ibero-americano. Entre os filmes, a grande maioria (29) é do Brasil, de nove estados, com destaque para São Paulo, que está presente com dez produções. Do exterior, são dois filmes espanhóis (La Chica de la Carcel, de Fernando Uson, e Archipiélago, de León Siminiani) e um português (Pescadores de Tractor, de Rui Felipe Torres). Num bom equilíbrio entre os gêneros selecionados, vão disputar os Tatu 15 trabalhos de ficção, nove documentários, cinco animações e três experimentais. Na categoria vídeo, vale destacar a grande quantidade de documentários, num total de 32, ratificando a força do documentário na cinematografia atual. A apresentação dos filmes acontece de 10/09 a 14/09, no Cinema do Museu, sempre a partir das 17h; Já os vídeos serão mostrados no Cine Teatro do Icba, em sessões a partir das 14h. Cada concurso tem seu júri. O de Filme é formado pelos cineastas Flora Gomes (Guiné-Bissau), Alberto Chicho (Peru) e Margarida Cardoso (Portugal), pela escritora baiana Aninha Franco e pelo escritor angolano José Eduardo Agualusa. O júri de Vídeo é integrado pelo cantor e compositor Gerônimo, pela atriz paulista Leona Cavalli, pelo cineasta moçambicano Gabriel Mondlane (secretário geral da Associação Moçambicana de Cinema), pelo produtor Senobio Faget (TV Cubana) e por Fernando Adolfo, coordenador geral do Festival do Cinema Brasileiro de Brasília. Assim como o Júri, há uma premiação específica para Filme e outra para Vídeo. Na primeira categoria, o Tatu de Ouro será entregue aos melhores Filme Documental, de Ficção, Animação ou Experimental e Documentário de Longa Metragem. Os melhores Diretor, Roteiro, Montagem, fotografia, Som e Música serão premiados com o Tatu de Prata. Na categoria Vídeo serão distribuídos três Tatu de Ouro (Documentário, Ficção e Animação ou experimental) e um Tatu de Prata para Revelação. Há ainda outros prêmios como o Glauber Rocha e o Walter da Silveira, respectivamente para Melhor Filme e Melhor Vídeo da Jornada. Na premiação, a novidade deste ano é o Prêmio BNB de Cinema, oferecido pelo Banco do Nordeste, que contemplará o melhor documentário de longa-metragem com R$10 mil e o melhor curta nordestino com R$5 mil. |
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