|
CINEMA DA BAHIA 9 a 16 de Setembro de 1999, Salvador - Bahia - Brasil |
|
REGULAMENTO
A XXVI Jornada Internacional de Cinema da Bahia ter� lugar em Salvador, de 09 a 16 de Setembro de 1999, sob o lema POR UM MUNDO MAIS HUMANO. Cap�tulo I - DA FINALIDADE O Concurso Afro-Ibero-Americano de Filme e V�deo visa divulgar as novas produ��es independentes audiovisuais e premiar �quelas que forem consideradas as mais representativas em suas categorias. Cap�tulo II - DA PARTICIPA��O 2.1 - O Concurso est� aberto � participa��o de produ��es da Am�rica Latina, Portugal, Espanha, e �frica de l�ngua portuguesa, conclu�das a partir de Agosto de 1998. Participar�o tambem do concurso, novas produ��es de qualquer proced�ncia, desde que a tem�tica seja latino-americana. 2.2 - O Concurso abrange as seguintes categorias: a) Filme ou V�deo de curta ou m�dia metragem documental b) Filme ou V�deo de curta ou m�dia metragem de fic��o c) Filme ou v�deo de curta ou media metragem de anima��o ou experimental. d) Filme documental de longa metragem. e) Filme ou V�deo n�o ibero-americano sobre a Am�rica Latina. 2.3 - Ser�o considerados curta-metragem os filmes de at� 20 minutos de dura��o; m�dia metragem os de 21 a 60 minutos e document�rios de longa metragem os de dura��o superior a 60 minutos. S� ser�o aceitos v�deos de dura��o m�nima de 6 minutos e m�xima de 25 minutos, com exce��o dos v�deos da categoria documental. Cada concorrente s� pode participar do concurso com um trabalho. 2.4 - Os filmes dever�o ser apresentados em 16 ou 35mm e os v�deos em Beta-SP/NTSC. A fita de v�deo dever� conter apenas um t�tulo. 2.5 - Na categoria de Filme ou V�deo n�o ibero americano sobre a Am�rica Latina poder�o participar produ��es de curta, m�dia e/ou document�rios de longa metragem de qualquer nacionalidade que tenham como tema o universo latino-americano. S� ser�o aceitas produ��es narradas ou subtituladas em espanhol ou portugu�s. Cap�tulo III - DA INSCRI��O E SELE��O: 3.1 - A sele��o de filmes e v�deos inscritos no Concurso ser� feita por comiss�es de �mbito nacional, nomeadas pelos organizadores. 3.2 - Em casos especiais, pessoas poder�o ser designadas pela Dire��o da Jornada, para selecionar filmes ou v�deos para o concurso, diretamente nos pa�ses produtores ou em eventos internacionais. 3.3 - Os filmes e v�deos dever�o ser enviados juntamente com as fichas de inscri��o, acompanhadas de filmografia do realizador e de material de divulga��o, sobretudo fotos. 3.4 - A Organiza��o da Jornada aceita que os Filmes ou V�deos inscritos no Concurso sejam apresentados em VHS/NTSC, apenas para efeito de sele��o. Estas c�pias em VHS, passar�o a fazer parte do acervo da Jornada. 3.5 - Os formul�rios de inscri��o e as c�pias de filmes e v�deos dever�o chegar a sede da Jornada at� 31 de Julho de 1999, no seguinte endere�o. XXVI JORNADA INTERNACIONAL DE CINEMA DA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Pr�dio da Ceplac Av. Sete de Setembro, 2209 - Vit�ria CEP 40 080.002 - Salvador - Bahia - Brasil Telefax (005571)337 1851 / 235 4392 Cap�tulo IV � DO J�RI E PREMIA��O: 4.1 � Os pr�mios do Concurso ser�o outorgados por um J�ri Internacional de Filme e por um J�ri Internacional de V�deo, compostos por at� sete membros cada. Os j�ris estabelecer�o os crit�rios de trabalho, em coopera��o com a Dire��o da Jornada. 4.2 � O J�ri Internacional de Filme conceder� os seguintes pr�mios: TATU DE OURO -Melhor Filme Documental -Melhor Filme de Fic��o -Melhor Filme de Anima��o ou Experimental -Melhor Document�rio de Longa Metragem -Melhor Filme n�o ibero-americano sobre a Am�rica Latina. TATU DE PRATA -Melhor Dire��o -Melhor Roteiro -Melhor Fotografia -Melhor Montagem -Melhor Som -Melhor Musica. 4.3 � O J�ri Internacional de V�deo Conceder� os seguintes pr�mios: TATU DE OURO -Melhor Video Documental -Melhor V�deo de Fic��o -Melhor Video de Anima��o ou Experimental -Melhor Video n�o Ibero-americano sobre a Am�rica Latina. TATU DE PRATA -Revela��o 4.4 � Os j�ris de Filme e V�deo poder�o conceder um pr�mio especial e uma men��o honrosa, porem n�o estar�o obrigados a dar todos os pr�mios. 4.5 � Ser�o concedidos ainda, pelos J�ris oficiais os seguintes pr�mios em trof�us ou dinheiro. a) PR�MIO GLAUBER ROCHA � Para o melhor Filme da Jornada. b) PR�MIO WALTER DA SILVEIRA � Para o melhor V�deo da Jornada c) PR�MIO DIOMEDES GRAMACHO - Para a melhor Produ��o Baiana. d) PR�MIO GRUPO BRASIL / MERCOSUL � Para o Filme e Video que melhor simbolizem o esp�rito de integra��o entre os povos dos pa�ses membros do Mercosul. 4.6 � Caso organiza��es nacionais e internacionais, a exemplo da OCIC, queiram conceder premios especiais aos filmes e v�deos do Concurso, poder�o faz�-lo por seus pr�prios crit�rios, com a anu�ncia pr�via da Dire��o da Jornada. 4.7 � As decis�es dos J�ris ser�o irrevog�veis. Cap�tulo V � DAS DISPOSI��ES GERAIS: 5.1 � A Jornada se responsabilizar� pelos custos de armazenagem e seguro dos filmes e v�deos, enquanto sob sua guarda. Em caso de perda ou dano, o ressarcimento estar� limitado ao valor do custo da c�pia. 5.2 � As despesas de remessa e retorno dos filmes e v�deos nacionais ou estrangeiros ficar�o a cargo do participante, com exce��o dos filmes e v�deos premiados, cuja devolu��o correr� por conta da Jornada. 5.3 � A Organiza��o da Jornada espera proceder a devolu��o dos filmes e v�deos, at� um m�s ap�s o encerramento do evento. Caso o participante deseje, poder� retirar a sua c�pia ao t�rmino do Festival. 5.4 � A organiza��o da Jornada se reserva o direito de mostrar na TV extratos dos filmes e v�deos participantes, para efeito de divulga��o da programa��o do Festival. 5.5 � As c�pias de filmes e/ou v�deos que forem ofertadas ao acervo da Jornada, s� ser�o exibidas em programa��es n�o comerciais e que visem a promo��o do festival. 5.6 � A organiza��o da Jornada garante a estadia durante os dias do festival para 01 (um) representante de cada produ��o em Concurso. 5.7 � O preenchimento e assinatura da ficha de inscri��o para o Concurso de Filme e V�deo vincula o participante � aceita��o deste Regulamento. 5.8 � O presente Regulamento est� redigido em portugu�s e espanhol, em caso de d�vida, prevalece a interpreta��o do texto em portugu�s |