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última actualização: 01
Dezembro 2000
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ARQUIVO!
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Bactérias vivas... depois de 250 milhões
de anos!!! Bactérias recuperadas abaixo de 600 metros numa
caverna no Novo México ressuscitaram após um estado de
dormência do espantoso número de 250 milhões de anos! Os
microrganismos, que se aparentam com a espécie Bacillus
descobertos no Mar Morto, estavam contidos em cristais de sal.
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A sua capacidade
de sobrevivência durante este longo período de tempo torna mais
forte a possibilidade de ressuscitar organismos similares que possam
ter estado aprisionados em depósitos de halite subterrâneos em
Marte. Também torna a ideia da panspermia mais credível. Estes
novos microrganismos quebram o recorde de sobrevivência
estabelecido por esporos bacterianos recuperados a partir de uma
abelha aprisionada em âmbar durante 25-40 milhões de anos. Para
mais informação veja Alive...
after 250 milllion years,
por BBC News Sci/Tech. 2000,
18 de Outubro. |
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Espécies podem emergir mais rápido do que
se pensava. Observações de uma espécie de salmão no Lago
Washington, Estados Unidos, sugerem que novas espécies animais
podem aparecer em dezenas de anos em vez das centenas ou
milhares de anos que os cientistas pensavam previamente. Foi
colocado salmão em 1937 no dito lago e separou-se em duas
populações que não se entrecruzam. Um grupo adaptou-se a
reproduzir-se
em rios;
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e o outro em
deixar os seus ovos nas praias dos lagos. Os dois grupos também
desenvolveram diferenças físicas. Num outro estudo, investigadores
da Universidade de Queensland, descobriram que a mosca da fruta Drosophila
melanogaster alteraram a forma de atraírem os seus companheiros
em apenas 9 gerações! Para mais inforamações, veja New
species arise more quickly than previously believed,
por Cosmiverse. 2000,
20 de Outubro. |
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Objectos vermelhos e cinzentos da
cintura de Kuiper-Edgworth possuem diferentes órbitas. De treze
objectos da cintura de Kuiper situados aproximadamente a 45 Unidades
Astronómicas, dez vermelhos estão em órbita próximas do
plano da eclíptica, ao passo que os três cinzentos encontram-se em
órbitas inclinadas. A descoberta foi realizada pelos mesmos
astrónomos que registaram a distinção de cores vermelha /cinzenta
em corpos da cintura de Kuiper
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em 1998. Nessa
altura, Wickramasinghe e Hoyle especularam que os objectos
vermelhos pudessem hospedar actividade de microrganismos ao passo
que os corpos cinzentos não albergassem qualquer tipo de
microrgasnismos. Devido ao facto das órbitas poderem influenciar climas,
agora os cientistas estão mais intrigantes sobre o assunto. Se
quiser saber mais, veja o artigo em Extremely
red Kuiper-belt objects in near-circular orbits beyond 40 AU (é necessário registo prévio, gratuito, para
acesso à informação) por S.C. Tegler
and W. Romanishin; p 979 - 981, v 407, Nature. 2000,
26 de Outubro.
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Pistas marcianas para a vida no espaço.
Foi publicada na revista Science evidências que o interior do
famoso ALH 84001 nunca excedeu a temperatura de 40 graus Celsius na
sua viagem desde Marte à superfície terrestre. Isto torna
provável que se houvesse microrganismos vivos no interior da rocha
- e que grande se! - eles poderiam sobreviver a sua viagem
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interplanetária, e suportar a ideia que a
vida terrestre poderia ter sido semeada
por este mecanismo num passado remoto. Para mais informação veja Martian
clues to life from space, por BBC
News Sci/Tech.
2000, 26 de Outubro. |
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Microrganismos na Lua. O fóssil
circular recolhido pela Luna 16 que é mostrado na figura aparenta
microrganismos filamentosos comocircular Phormidium frigidum.
Outras partículas, recolhidas pela Luna 20, relembram espécies
como Siderococcus or Sulfolobus. Estes fósseis
fornecem uma evidência sólida para a existência de vida passada
além do planeta Terra. Para saber mais, veja um excelente artigo
em Microorganisms
from the Moon, por Brig Klyce. 2000,
27 de Outubro.
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Seremos aliens? A teoria da panspermia
está a ser reconsiderada após as notícias da sobrevivência de
halófilos de 250 milhões de anos e de microrganismos que podem ter
sobrevivido duma viagem a partir de Marte. Chandra Wickramasinghe, o
geofísico Jay Melosh, o investigador de meteoritos Matthew Genge, e
o escritor Paul Davies foram entrevistados sobre o assunto. Para ler
a entrevista, dirija-se a The
new case for panspermia, por Space.com.
2000, 31 de Outubro.
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