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última actualização: 01
Dezembro 2000
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ARQUIVO!
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Priões podem desempenhar papel decisivo na
evolução. Dois geneticistas descobriram que um prião pode
alterar o mecanismo de tradução das células de levedura no qual o
codão stop é "ignorado" e então há tradução de uma
sequência genética previamente omissa.
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Os
priões bem podem fornecer uma maneira previamente desconhecida de
ligar sequências genéticas, além dos fornecidos por outros mecanismos
como |

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Os investigadores vêem o fenómeno como uma forma necessária para
os genes duplicados adquirirem novas funções e assim conduzir à
evolução como Susumu Ohno sugeriu em 1970. Eles escrevem que,
antes da descoberta: "os mecanismos de reactivação de
genes inactivos funcionam esporadicamente, actuam raras vezes, e
não fornecem meios evidentes para amostras de mudanças de código
em vários genes simultaneamente."
Priões são moléculas não
dobradas que podem provocar a doença das vacas loucas, scrapie nas
ovelhas, e a doença de Creutzfeldt-Jakob nos humanos. Foi uma
surpresa, em 1990, que uma proteína - sem material genético -
pudesse causar uma doença contagiosa. Mas as proteínas
enzimáticas podem iniciar cascatas de actividade genética; e
recentemente, a possibilidade de proteínas não dobradas com
actividade enzimática alterada actuarem como agentes infecciosos.
No entanto, agora esta nova descoberta que a promoção de "ler
por cima" pelos priões pode servir como propósito
evolucionário. Desta forma, os priões estão a par dos agentes
infecciosos melhor conhecidos, vírus e bactérias, que já foram
reconhecidos como tendo papéis importantes na evolução.
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mutações em
genes supressores. Mas a investigação
do prião não mostra como uma sequência genética
"silenciosa" pode chegar a um novo significado requerendo
filamentos compridos com uma sequência de nucleótidos apropriada
que é necessária para a evolução. Infelizmente, a teoria de
Darwin ainda está com
dificuldades em resolver o problema. A mutação é boa para a
variação, ou microevolução, como se pode ver nos casos de
diferentes formas de leveduras e outros tantos exemplos. Mas para o
progresso macroevolucionário, a teoria de Darwin, falha
calorosamente!
Verifica-se ainda um outro aspecto essencial. Mesmo se a descoberta
em questão chegue a solução, não avançaria com a teoria de
Darwin. Antes o contrário, seria problemática. "Um grande
mistério para na evolução" - que os darwinianos até agora
aclamaram como não constituindo absolutamente um problema - é
finalmente reconhecido e reinvidicado como um problema a ser
resolvido duma vez por todas. Para mais informações, dirija-se a Prions
may play crucial role in evolution, EurekAlert.org 2000, 27 de
Setembro.
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NASA anuncia este mês novo plano para
Marte. A missão de retorno
de amostra de Marte pode ser realizada de diversas formas. Todas
estão sob consideração após as falhas das missões Mars Orbiter
e Mars Polar Lander. Por exemplo, Houston sugere que as
amostras sejam resgatadas pelo vaivém
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espacial, em vez
de irem directamente para a superfície terrestre. A possível
demora que tal mudança provocaria é desapontadora para alguns
membros do Ames, como Chris McKay. Para mais informações veja: Mars
Sample Return: Here's the Scoop, por Leonard David, Space.com. 2000,
02 de Outubro.
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Genoma de halófilo sequenciado.
Cientistas terminam sequência do genoma dum halófilo - um
microrganismo que suporta elevadas concentrações de sal. A meta
atingida ajudará na procura de tais organismos noutros mundos,
incluindo Marte e Europa, onde se pensa que as condições sejam
propícias para os ditos
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poderem existir.
Como se referiu, os halófilos podem resisitir em meios com mais 10
vezes sal em relação à água marinha. O microrganismo cujo genoma
foi sequenciado em questão é Halobacterium
que pode ser encontrado em lagos muito
salgados como os Grandes Lagos e o Mar Morto. A nova sequência
será útil para os cientistas que estão a estudar se os
extremófilos, como por exemplo o caso dos halófilos, podem
colonizar o espaço. Para mais informação, leia o artigo First
salt-loving bug sequenced, por BBC News Sci/Tech. 2000,
05 de Outubro.
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Microbialitos recentes de água doce
análogos a estruturas de recife dendríticas antigas. Uma equipa de astrobiólogos da NASA e doutras agências estudam
o reconhecimento de "assinaturas" para a presença de
vida, tornando assim mais fácil a identificação de vida noutros
planetas. Enviaram um artigo para a revista Science focando no
estudo de depósitos de microbialitos amontoados - camadas de
organismos vivos e
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não vivos -
descobertos no lago Pavilion no Canadá. Os microbialitos são
depósitos minerais sedimentares orgânicos cobertos por uma fina
camada de microrganismos que se vão enterrar em montículos quando
eles crescem para o exterior. Um astrobiólogo da equipa afirma:
"...Aqui registamos a descoberta no lago Pavilion, na
província Colúmbia Britânica, Canadá, duma colecção de
microbialitos de calcite em água doce. As morfologias destes
recentes microbialitos variam com a profundidade, e as
microestruturas dendríticas dos montículos em água profunda
(>30 m) indicam que os microbialitos podem ser os análogos
recentes para antigas estruturas calcárias. Os microbialitos
fornecem assim uma oportunidade para estudar as interacções
biogeoquímicas que produzem construções semelhantes a algumas das
estruturas de recife enigmáticas do início do período
Câmbrico...". Para mais detalhe veja Modern
freshwater microbialite analogues for ancient dendritic reef
structures (é necessário registo prévio, gratuito, para
acesso à informação), por Astrobiology.com. 2000,
02 de Outubro. |
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