Laboratório de 
Imunofarmacologia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 




 
 
 

 

     LINHAS DE PESQUISA 

      As principais linhas de pesquisa em curso no Laboratório de Imunofarmacologia são: 

Mecanismos fisiopatológicos e novas perspectivas terapêuticas nas endotoxemias e síndromes sépticas. 
     Nesta linha visamos a compreensão da resposta do organismo frente à estimulação por bactérias, seus componentes e/ou toxinas. Especial ênfase tem sido dada aos mecanismos de tráfego e ativação de células inflamatórias, e a regulação neuroimunoendócrina da geração de citocinas e outros mediadores inflamatórios. Neste sentido, projetos estão em andamento utilizando desde modelos in vitro, passando pela experimentação animal, até estudos clínicos em colaboração com unidades de terapia intensiva do Rio de Janeiro. 

Metabolismo e função biológica de mediadores lipídicos e suas implicações em reações de orígem infecciosa, alérgica ou degenerativa. 
     Nesta linha objetivamos entender as vias de formação e metabolismo de lipídios bem como suas atividades biológicas relacionadas com a patogênese de doenças de fundo inflamatório/degenerativas tais como a sepse, asma e ateroesclerose. O foco principal têm recaído sobre o papel de corpúsculos lipídicos na geração de eicosanoides; e na função fisiopatológica de PAF e fosfolipídios produzidos por processos oxidativos. 

Desenvolvimento de substâncias de orígem natural com atividade analgésica, anti-inflamatória e/ou imunomoduladora. 
     Através de colaborações com grupos de fitoquímica visamos, nesta linha, a identificação e purificação de novas substâncias com atividade analgésica, anti-inflamatória e/ou imunomoduladora, bem como o esclarecimento dos seus mecanismos farmacológicos de ação. Devemos ressaltar que esta linha de pesquisa se encontra em estreita relação com as duas linhas de pesquisa mencionadas anteriormente, uma vez que as substâncias identificadas podem ter um potencial terapêutico nas patologias mencionadas acima; e de forma recíproca o conhecimento do mecanismo fisiopatológico poderia apontar novos alvos para o desenvolvimento de drogas.

 

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