Publicado no Informativo do GER nº44
Como já tivemos oportunidade de afirmar em diversas ocasiões, a transição planetária é a mudança de ciclo evolutivo de um corpo celeste, é o balanço de fim de era, é o chamado juízo final, é a ocasião em que as pessoas se auto-avaliam e escolhem para onde querem ir.
No caso da Terra, estamos vivendo os momentos finais de um processo que teve início no primeiro dia do mês de janeiro de 1950 e que caminha para o seu desfecho final no decorrer do próximo século/milênio.
Para que as pessoas possam ter uma idéia global de todo o processo, e para que não fiquem pensando que tudo não passa de castigo divino, dizemos que todos os mundos tem os seus ciclos evolutivos, e ao término de cada ciclo há um balanço em que se avaliam as condições sob o aspecto físico-espiritual do planeta e de seus habitantes.
Segundo Trigueirinho, "a transição da Terra é a fase de preparação mais intensa de uma nova humanidade e uma nova Terra. Do ponto de vista externo, a transição planetária teve início em 8.8.88, data em que se intensificou o processo de transformação planetário e solar.
A transição da Terra vem sendo preparada há milênios, o que se fez notar sobretudo nos últimos tempos. Caracteriza-se pela purificação de sua superfície em âmbito global e pelo resgate dos seres que se capacitaram para trilhar caminhos evolutivos segundo as leis que passarão a reger a existência no ciclo vindouro.
É período em que se fazem mudanças profundas, entre as quais se destacam: a sutilização da vida planetária, a reestruturação dos níveis de consciência, o juízo em todos os reinos da Natureza, a mudança da inclinação do eixo da Terra, a reconfiguração dos continentes e mares, o implante de novo código genético na parcela da humanidade que prosseguirá na Terra ou em mundos mais evoluídos, o relacionamento aberto do ser humano da superfície terrestre com civilizações intraterrenas e extraterrestres evoluídas e a maior integração do planeta na vida solar e cósmica.
Corresponde também a importante avanço no processo iniciático do Logos Planetário. Essa transição permitirá a superação dos aspectos materiais da lei do carma como regentes da evolução.
São os atuais conflitos e desarmonias que proporcionam, em parte, o ajuste de débitos cármicos necessário para essas mudanças.
A Transição constitui-se basicamente de duas etapas. Na primeira, a lei da purificação é aplicada em âmbito planetário, grupal e individual e os seres que não devem sucumbir ao caos são resgatados.
O confronto final entre as diversas falanges das forças do caos redundará em vasta destruição externa.
Na segunda etapa, a superfície da Terra é reordenada e alguns dos seres resgatáveis transladados na primeira fase retornam para a reconstrução do mundo de superfície e a fundação da nova civilização.
A transição da Terra como um todo é conduzida por Inteligências e seres intergalácticos, energias suprafísicas e entidades intraterrenas que representam leis imateriais.
Paralelamente a esse movimento liberador que visa à redenção da vida terrestre, há outro, obscuro, organizado pelo poder material da presente civilização.
Este tem por objetivo exterminar grande parte da população da superfície pelo incentivo à guerra e ao uso de drogas, pela fome, pelas enfermidades e pela miséria, aumentadas com a permissividade do chamado poder judiciário e com a omissão dos governos.
Por meio da dominação econômica e da corrupção dos políticos, os representantes desse movimento (empresas multinacionais, nas quais se incluem certas organizações religiosas) planejam apoderar-se das regiões menos contaminadas de radiações nucleares e epidemias, regiões que ainda possuam recursos naturais mínimos, tais como água potável e área cultivável, e manter a população nativa em condição servil ou de apatia e não-reação.
Todavia, apesar dessas aparências, nos níveis internos da existência está assegurada a continuidade da Terra em condições de harmonia e integrada na ordem cósmica.
O comportamento da humanidade na atual transição pode conduzir o transcurso de certos fatos dolorosos, mas não alterar a consumação de um processo redentor já determinado com elementos extraplanetários que transcendem as forças obscuras.
Aos indivíduos despertos cabe aperfeiçoar a sintonia com as leis evolutivas superiores e com a Hierarquia espiritual e efetivamente servir, sabendo que o verdadeiro governo da Terra é invisível, interior, conhecedor dos ciclos e tudo dirige para o Bem."