
Diversos autores representam variadas designa��o de jogos, por�m eles s�o classificados de acordo com as caracter�sticas que lhes s�o peculiares, tais como:
Os JOGOS INFANTIS ou JOGOS TRADICIONAIS representam todos os jogos aplicados e realizados no per�odo da inf�ncia at� a adolesc�ncia. S�o conhecidos por v�rias gera��es atrav�s da comunica��o verbal entre pais e filhos e entre as crian�as entre si. S�o caracter�sticos de cada regi�o, variando com o ambiente clim�tico e cultural de cada povo.
JOGOS DE FIC��O - em geral, estimulam o pensamento criativo. Surgem no momento do aparecimento do pensamento representativo onde a crian�a alterna o imagin�rio com o real.
JOGOS DE IMITA��O - paralelamente com os jogos de fic��o, os jogos de imita��o integram-se aos demais nos primeiros anos de vida. � pois, nesta fase que a crian�a assimila as no��es do EU e VOC� e, dos outros. Integram-se tamb�m com os jogos de ordena��o ou de constru��o em que s�o utilizados uma s�rie de pequenos objetos, tais como, cubos, pir�mides e pe�as de madeiras.
R�go Barros & Barros (1964: 20) prop�e a classifica��o de jogos em Jogos recreativos e Jogos pr�desportivos. Os jogos recreativos s�o aqueles em que o prof. visa apenas a fazer rir, brincar, proporcionar satisfa��o pessoal. Os jogos pr�desportivos, t�m por fim a aprendizagem de gestos e movimentos dos elementos t�cnicos essenciais, ou gestos e movimentos simples que tenham similitude com a atividade desportiva escolhida. Assim os jogos pr�desportivos s�o subdivididos em (i) jogos preliminares; (ii) jogos preparat�rios e; (iii) jogos de inicia��o.
Exemplos de jogos psicomotores:
JOGOS COM CAIXAS DE PAPEL�O
Os conte�dos de ensino do jogo abaixo, desenvolvem a capacidade de estimular o imagin�rio e permitem � crian�a "fazer e conseguir ". Sob o plano imagin�rio, a crian�a utiliza uma mensagem un�voca para reproduzir o real; sob o plano corporal, ela serve-se de sua psicomotricidade costumeira para relatar uma hist�ria; sob o plano da comunica��o, a inter-rela��o com os outros passa pela vis�o e o contato corporal, esquecendo-se totalmente dos espectadores.