
Comportamento observado: A crian�a alterna-se entre as respostas e as dominantes funcionais motora e imagin�ria: lan�ar, empurrar, transportar, deslizar, empilhar, esconder-se e outras.
Observa��o: Nesta fase, a crian�a ainda n�o se encontra no universo imagin�rio. Para ajud�-la, o prof. deve antes da sess�o criar um ambiente prop�cio � sua expressividade. Pode contar um hist�ria ligada a uma fun��o simb�lica do objeto (por exemplo: uma casa) ou explorar uma situa��o fortuita vivenciada pela crian�a (exemplo: uma caixa como transporte, transformar-se numa caixa para morar.
A Escola maternal estrutura nas crian�as grande dom�nio das atividades psicomotoras. Devem ser estimuladas situa��es ricas com m�ltiplas possibilidades de interpreta��o e de a��es. A crian�a deve antes de mais nada, aprender a viver entre os grupos de adultos e de crian�as. A crian�a aprende a orientar suas a��es e seus jogos para o prazer est�tico. Refinando suas capacidades sensoriais, colocam em jogo suas capacidades motoras para transformar os objetos que o envolvem, desenvolvendo sua imagina��o por meio da atividade l�dica.
Jogo n.� 1
Consigne: Brincar com os papel�es ouvindo hist�rias.
Comportamentos observados: segundo as crian�as, as caixas podem ser:
- uma casa na qual ela entre e sai ou permanece...
- um barco que flutua e navega sobre as �guas calmas ou revoltas;
- um avi�o que se lan�a no ar...
- um autom�vel que conduz realizando in�meras curvas...
- um animal (cavalo, boi ) que � montado e realiza saltos e pinotes;
As crian�as atuam como atores e espectadores e tomam conhecimento das hist�rias das outras.
Observa��es: O brincar espont�neo da crian�a permite-lhe inventar esbo�os de cen�rios pr�ximos do real. As propostas do prof. v�m estimular seu imagin�rio e enriquecer a criatividade, desenvolver a linguagem corporal com a finalidade de tornar suas atividades psicomotoras bem significantes.