OS
OBJETIVOS DESTE TRABALHO | |||||||
|
“Cada vez
eles tem mais preguiça de pensar. É um absurdo! Na minha época a gente
sabia tudo de cabeça. Agora... eles só copiam tudo!”.
O trecho acima foi retirado do pronunciamento de um determinado professor quando este criticava o emprego da informática no auxílio às praticas pedagógicas. Para que possamos argumentar junto a este professor em defesa da aplicação de tecnologias de informação, em especial a Internet, no auxílio da educação, vemos a necessidade de abordar diferentes aspectos envolvidos na questão. Convém, primeiramente, identificar e avaliar o devido posicionamento deste professor crítico ao emprego das novas tecnologias: a) A condenação do emprego dos recursos de informática, em especial a Internet, sob o argumento de que os alunos perderiam o poder de avaliação e síntese dos textos, pois toda e qualquer resposta a problemas ou idéia já estaria disponível no ciberespaço; b) A sua antiquada formação pedagógica, adotando, visivelmente a corrente epistemológica do empirismo; c) O total desconhecimento das potencialidades que as atuais tecnologias de informação possuem pra com a educação. Muitos são os aspectos que devemos relevar para um estudo mais aprofundado em modelos de práticas pedagógicas de utilização da Internet, denominados WebQuests: 2) A ciberespaço e a cibercultura; 4) A reinvenção da sala de aula. Antes, porém de abordarmos tais tópicos com maior profundidade é conveniente ressaltar que, segundo ALAVA, nenhuma tecnologia, ao contrário do que afirmam alguns, destrói a antiga. Ela se integra nos usos sociais e leva à evolução das tecnologias antigas. A escrita, por exemplo, não destruiu a palavra, o telefone não destruiu a carta. Cada tecnologia leva a evolução do ecossistema social, relacional ou pedagógico no qual se insere. Isso significa que, não há aquisição sem perda, porém não existe técnica que não exija a evolução e a participação do existente. | ||||||