Página Inicial »
O Grupo Integrado de Pesquisa em Direito Internacional Econômico
Leia Mais »
Membros »
Reuniões 2006 »
Arquivos  »
Disciplinas »
Sítios »
 

DIREITO INTERNACIONAL COMUNITÁRIO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Professora Dra. Julie Schmied Zapata

Sumário:
I – Tema
II – Ementa
III – Programa
IV – Bibliografia recomendada
V – Metodologia e avaliação

I – Tema:

“O direito comunitário europeu e as relações internacionais”

II – Ementa:

O curso visa à familiarização com o Direito Internacional Comunitário e o processo de integração europeu, abrangendo desde suas primeiras Comunidades até a União Européia (UE), como a conhecemos atualmente e como ela se projeta ao futuro.

A União Européia trata-se da organização mais avançada do planeta em termos de integração multi-setorial, vocacionada e dotada de estrutura institucional para atuar nos domínios políticos, legais, econômicos, sociais e das relações internacionais, assim como no âmbito dos direitos dos cidadãos dos seus atuais 15 e, proximamente, 25 Estados-Membros, cerca de 450 milhões de europeus. Considerando que, nos dias de hoje, os diferentes elementos da política internacional encontram-se relacionados entre si, e cada vez mais fundamentados no Direito, a complexidade da construção européia, fruto de estratificações sucessivas, de avanços parciais e de fortes compromissos, reflete efetivamente este quadro, resultando na difícil compreensão de seu “edifício” jurídico, que ainda se encontra longe de uma construção acabada. Assentados seus mais importantes pilares, a atenção atual na UE está voltada ao “futuro da Europa”: seu aprofundamento político; seu aperfeiçoamento institucional; seu alargamento para o leste e Mediterrâneo; sua presença mais ativa no mundo; sua personalidade jurídica em implantação; a clareza e o entendimento de sua base legal pelos cidadãos; entre outros temas de seu novo Tratado Constitucional.

A disciplina está dividida em quatro partes, apresentada em quatorze sessões ou temas, de 3 horas cada uma (um). Na primeira parte, são debatidos temas introdutórios da integração européia, como: suas fundações histórias, suas fases evolutivas, seus processos, suas políticas e dinâmica particular. A parte seguinte abrange as competências da União, as suas instituições e o funcionamento da arquitetura institucional comunitário da UE, com particular ênfase no Tribunal de Justiça das Comunidades Européias e Tribunal de Primeira Instância (futuros Tribunal de Justiça Europeu, Tribunal de Grande Instância e tribunais especializados), e no Tribunal de Contas. Também inclui os órgão de assessoramento ou consultivos e as diversas agências especializadas. Como terceira parte, são apresentados: o ordenamento jurídico comunitário, com os direitos: originário, derivado e complementar; as relações do ordenamento jurídico comunitário com os ordenamentos internos dos Estados-membros; as liberdades comunitárias fundamentais; a Carta dos Direitos Fundamentais dos Cidadãos Europeus. Finalmente, na quarta parte, são analisadas as relações exteriores e a cooperação política externa européia, compreendendo: a personalidade jurídica internacional da União, em implantação; a conclusão de Tratados e Acordos Internacionais, incluído o caso particular do atual debate da Associação UE – Mercosul; a evolução da união política européia; A Política Externa e de Segurança Comum (PESC) e a Política Européia de Segurança e Defesa (PESD); a voz e a participação da UE no mundo; e o futuro da Europa, com ênfase nos efeitos da Europa dos 25 e no Tratado Constitucional, atualmente em elaboração.

III – Programa:

Parte I – INTEGRAÇÃO EUROPÉIA: HISTÓRIA, PROCESSOS E DINÂMICA

1 – HISTÓRIA E NATUREZA DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS
1.1 – Gênese da integração européia - os movimentos europeus e o papel dos líderes

1.2 – O Tratado de Paris (1951) - a Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA)

1.3 – Os Tratados de Roma (1957) - a Comunidade Econômica Européia e a EURATOM

1.4 – O Tratado de Bruxelas (1967) - a fusão das instituições

1.5 - O Ato Único Europeu (1986) - o espaço único e o reforço das instituições

2 – CONFORMAÇÃO E EVOLUÇÃO DA UNIÃO EUROPÉIA

2.1 – O Tratado de Maastricht ou da União Européia (1993) - o Mercado Comum e os pilares da União

2.2 – O Tratado de Amsterdã (1997) - ordenando a União Econômica e Monetária (Euro)

2.3 – O Tratado de Nice (2001) - o alargamento da União para o leste e o Mediterrâneo

2.4 – A Convenção Européia (2003), a Conferência Intergovernamental de Roma e a Constituição

3 - INTEGRAÇÃO EUROPÉIA E SUA NATUREZA
3.1 – As naturezas política e jurídica da integração. Evolução da personalidade jurídica da União

3.2 – Definições e Objetivos da União

3.3 – A qualidade de membro da União - “acquis comunautaire”, adesão e saída voluntária

3.4 – O espaço europeu de liberdade, segurança e justiça

Parte II - AS COMPETÊNCIAS DA UNIÃO, SUAS INSTITUIÇÕES E O FUNCIONAMENTO DA ARQUITETURA INSTITUCIONAL COMUNITÁRIA

4 – AS COMPETÊNCIAS DA UNIÃO E SUAS INSTITUIÇÕES
4.1 – As competências da União – exclusivas, partilhadas e ações de apoio, de coordenação ou de complemento

4.2 – O Parlamento Europeu e o Provedor de Justiça Europeu (Ombudsman)

4.3 – O Conselho Europeu e o seu futuro Presidente

4.4 – O Conselho de Ministros e o Comitê de Representantes Permanentes

4.5 – A Comissão Européia e o futuro Ministro de Negócios Estrangeiros da União

4.6 – A tomada de decisão na UE

5 – AS INSTITUIÇÕES JURÍDICAS DA UE
5.1 – O Tribunal de Justiça das Comunidades Européias

5.2 - O Tribunal de Primeira Instância

5.3 – O Tribunal de Contas Europeu e o orçamento comunitário

5.4 - O futuro Tribunal de Justiça na Europa dos 25

6 – DEMAIS INSTITUIÇÕES, ÓRGÃOS E AGÊNCIAS ESPECIALIZADAS
6.1 – O Comitê de Regiões

6.2 – O Comitê Econômico e Social

6.3 – O Banco Central Europeu e o Sistema Europeu de Bancos Centrais

6.4 – O Banco Europeu de Investimentos

6.5 – As agências especializadas

6.6 – Debate: “O caso Isoglucose (caso 138/79) e o poder das Instituições”

7 – AS POLÍTICAS COMUNITÁRIAS E O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO
7.1 – O Mercado Interno e as quatro liberdades fundamentais da União

7.2 – A coesão econômica, a social e a territorial

7.3 – As demais políticas em domínios específicos

7.4 – Debate: “O caso Van Duyn (caso 41/74) e a liberdade de movimento de trabalhadores”

Parte III – O ORDENAMENTO JURÍDICO COMUNITÁRIO

8 – AS FONTES DO ORDENAMENTO JURÍDICO COMUNITÁRIO
8.1 – O Direito Comunitário europeu

8.2 – O direito originário

8.3 – O direito derivado

8.4 – O direito complementar

8.5 – Debate: “O caso Van Gend em Loos (Caso 29/62) e o princípio do efeito direto”

9 – CARACTERÍSTICAS DO ORDENAMENTO JURÍDICO COMUNITÁRIO
9.1 – As relações entre o direito comunitário e os ordenamentos nacionais

9.2 – O efeito direto das normas do direito comunitário

9.3 – Debate: “O caso Costa versus ENEL (Caso 6/64) e a supremacia do direito comunitário”

10 – OS DIREITOS FUNDAMENTAIS DO CIDADÃO EUROPEU
10.1 – Os direitos fundamentais e os regimes internacionais

10.2 – A Carta dos Direitos Fundamentais

10.3 – Debate: “O caso Chernobyl (Caso 70/88), o Parlamento versus Conselho”

Parte IV – A AÇÃO EXTERNA DA UNIÃO EUROPÉIA

11 – A POLÍTICA EXTERNA DA UE
11.1 – A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)

11.2 – As relações com as Organizações Internacionais

11.3 – Os acordos internacionais e as relações com países terceiros

11.4 - Debate: “O caso dos Verdes (caso 294/83), o Partido Ecologista versus Parlamento”

12 – A POLÍTICA DE DEFESA DA UE
12.1 – A OTAN e a União Européia Ocidental (UEO)

12.2 – A Política Européia de Segurança e Defesa (PESD)

12.3 – As novas estruturas políticas e militares permanentes

12.4 – Debate: “O caso Comitologia (caso 302/87), o Parlamento versus Comissão”

13 – AS RELAÇÕES COMERCIAIS, ASSOCIAÇÂO E AJUDA HUMANITÁRIA
13.1 – A Política Comercial Comum

13.2 – As relações com os países ACP

13.3 – As relações com o Brasil e a Associação UE - MERCOSUL

13-4 – Debate: “O caso Cassis de Dijon (caso 120/78) e os obstáculos tradicionais ao comércio”

14 – CONCLUSÃO – O SIGNIFICADO DA UE E O FUTURO DA EUROPA
14.1 – Debate: “O caso Francovich (caso 6 e 9/90), os direitos dos trabalhadores e o efeito direto”

14.2 – Debate: “O caso Factortame (caso 221/89) e a política de pesca”

IV – Bibliografia Recomendada
Os sítios oficiais da União Européia na internet compreendem a mais ampla e atualizada fonte de consulta; observa-se que, em grande parte, seus textos apresentam proteção autoral, à exceção de tratados e documentos oficiais. Como início, devem ser consultados os seguintes:

- http://europa.eu.int – A União Européia em linha;
- http://www.delbra.cec.eu.int – Delegação da União Européia no Brasil;
- http://ue.eu.int – Conselho da UE; e
- http://www.weu.int – UEO.

Em decorrência da constante evolução do tema, a bibliografia tende a tornar-se obsoleta ou ultrapassada, razão por que se exige especial atenção a este aspecto. No mercado brasileiro, apresentam-se livros gerais sobre Direito Internacional Público, que brindam capítulos sobre o Direito Internacional Comunitário, com diferentes graus de profundidade. A biblioteca da Instituição apresenta prateleira dedicada ao tema em estágio de formação.
É indicada esta bibliografia básica a título de orientação, mas é o mestrando o interessado pela procura e pesquisa.

ALBUQUERQUE MELLO. Direito Internacional da Integração. Río de Janeiro: Renovar, 1996.

ALMEIDA J.C.M. de. Direito Comunitário: a ordem jurídica comunitária, as liberdades fundamentais na CEE. Lisboa: Almedina, 1985.

ANDERSON David W. K. - References to the European Court. London : Swett & Maxwell, 1995. 532 p. ISBN 0-421-48300-8

BARBE, Esther (coord.): Política Exterior Europea. Madrid: Tecnos, 2000.

BELLAMY Christopher; CHILD Araham D. Common Market Law of Competition. 4 ed. London : Sweet & Maxwell, 1993. XXXXXIX, 1381p. ISBN 0-431-48930-8

BERNHARDT, R. Outros trinta anos de Direito Comunitário. Luxemburgo. Bruxelas, 1984.

BERRANGER, Thibaut de. Constitutions Nationales et Construction Communautaire. Paris: Librairie Générale de Droit et Jurisprudence, 1995;

BIEBER, L. E. “Europa e América Latina: análise comparativa dos processos de integração”. In: Revista Brasileira de Política Internacional, 36 (1), 1993, p.87-98.

BLUMANN, Claude e Dubouis, Louis. Droit Communautaire Matériel. Paris: Montchrestien, 1999;

CAMPOS, João Mota de. Direito Comunitário: Direito Institucional, v. I, 6. ed., Lisboa: Fundação Calouste Gubenkian, 1989;

_______. Direito Comunitário: O ordenamento econômico, v. III, Lisboa: Fundação Calouste Gubenkian, 1991;

________. Direito Comunitário: O ordenamento jurídico comunitário, v. II, 4. ed., Lisboa: Fundação Calouste Gubenkian, 1994;

________. Direito Comunitário: O Tratado de União Europeia, os Tratados comunitários e os actos fundamentais do direito derivado relativo ao sistema institucional, v. IV, Lisboa: Fundação Calouste Gubenkian, 1994;

________. Manual de Direito Comunitário. Lisboa: Fundação Calouste Gubenkian, 2000;

CARTOU, Louis. Les Communautés Européennes. Paris: Delloz, 1986.

CUNHA, J. da Silva. Droit et Réglements de la Comunautés Économique Européenne. Bruxelles: Presses Universitaires, Ed. Berger, 1994.

DEHOUSSE Renaud. The European Court of Justice : the politics of judicial integration. London: Macmilliam Press, 1998. 213 p. ISBN0-333-69317-5

DOLINGER, J. Direito positivo nacional e estrangeiro: tratados e convenções. Rio de Janeiro: Renovar 1994.

EVANS Andrew. A Textbook on European Union Law. Oxford: Hart Publishing, 1998. 631 p.

FALK, R. & MENDLOVITZ, S. Regional Politics and World Order. San Francisco: W. J. Freeman and Company, 1973.

FERNANDEZ MARTIN José M. The EC Public Procurement Rules : a Critical Analysis. Oxford: Clarendon Press, 1996. XXXI, 321 p. ISBN0-19-826017-2

FERREIRA Alves Jorge de Jesus. Lições de Direito Comunitário: as políticas da Comunidade Europeia. III vol.Coimbra:Coimbra 1992, 170 p.

FERREIRA Graça Enes. A teoria da integração económica internacional e o modelo de integração do espaço económico europeu. Porto: Legis, 1997. 204 p. ISBN 972-8082-26-6

FONTOURA, Jorge. “Lineamentos para um direito de comunidade econômica”. In: Boletim de Integração Latino-Americana, Brasília: Ministério das Relações Exteriores, jul/set., 1993;

________. “Fontes e formas para uma disciplina jurídica comunitária”. In: Revista de Informação Legislativa, Brasília, ano 33, n. 132, out./dez., 1996;

_______. “A construção jurisprudencial do direito comunitário europeu”. In: Revista de Informação Legislativa, n. 140, out./dez. 1998, p. 163;

________. “Múltiplos de cidadania: o modelo da neo-jurisdição comunitário-européia”. In: Estudos sobre Integração -ECSA-Brasil. Organizador Werter R. Faria. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2000;

HEATHCOTTE, N. Neofunctional Theories of Regional Integration.

GORJÃO-Henriques Miguel. Direito Comunitário. Coimbra: Almedina, 2001, 427 pp.

JUSTEN Filho, Marçal. “Algumas Perspectivas acerca da União Européia”. In: Advogado: desafios e perspectivas no contexto das Relações Internacionais: volume II. Brasília: OAB. Conselho Federal, 2000;

KLUTH Winfried. Die demokratische Legitimation der Europaishen Union: eine analyse der these vom Demokratiedefizit der Europaischen Union aus gemeineuropaischer verfassungsperspektive von Winfried Kluth. Berlin : Duncker und Humblot, 1995. 160 p.. ISBN 3-428-088307-5

KORAH Valentine. Cases and materials on EC Competition Law. Oxford: Hart Publishing, 1998. 627 p. ISBN 1-901362-71-X

________ An introductory guide to EC competition law and practice. 6. ed. Oxford: Hart Publishing, 1997.

LOUIS JEAN-VICTOR. El Ordenamiento Jurídico Comunitário.Comisión de la Comunidad Europea. Colección Perspectivas Europeas. Quinta edición corregida y actualizada 1995.

MACHADO, Santiago Munhoz. El Estado, el derecho interno y la comunidad europea. Madrid: Civitas, 1986.

MICKLITZ Hans-W.et al. Public interest litigation before European Courts. Baden-Baden: Nosmos, 1996. XVII, 445 p.ISBN 3-7890-4587-X

MIRANDA, Jorge. Direito Internacional Público - I. Lisboa: Pedro Ferreira, 1995.

MOLINA DEL POZO. Manual de Derecho de la Comunidad Europea. 3. ed. Editorial TRIVIUM, 1997.

MORAIS Luis La politique communautaire de contrôle desconcentrations et la dominance oligopolistique : le cas Nestlé-Perrier. Lisboa : Ministério da Justiça, 1998. 56 p.

NGUYEN, Qoc Dinh. Droit International Public. Paris, LGDJ, 1987

NOËL, Émile. As instituições da comunidade européia. Luxemburgo: Serviço das publicações oficiais das Comunidades Européias, 1994;

OREJA AGUIRRE, Marcelino. El Tratado de Amsterdam: Análisis y comentários McGraw-hill/Interamericana de España, Madrid: S.A.U., 1998.

PALMA, Maria João e ALMEIDA, Luís Duarte. "Direito Comunitário". Lisboa: Associação Acadêmica da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, 2000;

PELÁEZ Maron José Manuel. Lecciones de Instituciones Jurídicas de la União Europea. Madrid: Tecnos 2000, 332 p.

PFETSCH, Frank R. A União Européia: história, instituições, processos. Trad. de Estevão C. de Rezende Martins. Brasília: UnB, 2002, ,Cap IV (Coleção Relações Internacionais).

PEREIRA, André Gonçalves; QUADROS, Fausto de. Manual de Direito Internacional Público 3.ed.Coimbra:Almedina,1997.

PIÇARRA Nuno. O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias como juiz legal e o processo do artigo 177º do Tratado CEE : as relações entre a ordem jurídica comunitária e as ordens jurídicas dos Estados-membros na perspectiva dos tribunais constitucionais. Lisboa : A.A.F.D.L., 1991. 117

_________. Cidadania europeia, direito comunitário e direito nacional. Lisboa : [s.n.], 1994.

PIRES Francisco Lucas. Introdução ao Direito Constitucional Europeu: seu sentido, problemas e limites. Coimbra: Almedina, 1997. 123 p.ISBN 972-40-1049-X

PLENDER Richard, ed. lit. European Courts and Precedents: First Cumulative Supplement to the First Edition. London: Sweet & Maxwell,1998. 92 p.

PROCTOR Charles - The Euro and the Financial Markets: the Legalimpact of EMU. Bristol: Jordans, 1999. XLV, 299 p. ISBN 0-85308-545-5

Provedor de Justiça Europeu : Relatório anual 1997. Strasbourg: The European Ombudsman, 1998. 316 p.

QUADROS, Fausto de. Direito das Comunidades Européias e Direito Internacional Público. Coimbra: Almedina, 1991.

_____. O princípio da subsidiariedade no Direito Comunitário após o Tratado de União Europeia. Coimbra: Almedina, 1995; capítulo V e VI

RAMOS, Rui Manuel Gens de Moura. Das Comunidades à União Européia. Estudos de Direito Comunitário. 2 ed. Coimbra, 1999. 397.

RANGEL, Vicente Marotta. “Direito e Relações Internacionais”. In: Revista dos Tribunais. 5. ed. São Paulo, 1997

REUTER, Paul. Droit International Public. Paris: PUF, 1973

REZEK, José Francisco. Direito Internacional Público. São Paulo: Saraiva, 1989.

RIBEIRO,Sérgio. Décadas de Europa: de Roma ao futuro com passagem em Maastricht. Lisboa: Rolo&Filhos, 1994. 380 p. ISBN 972-96006-0-0.

ROTH P. M. et al. Common Market Law of Competition: First Supplement. 4. ed. London: Sweet & Maxwell, 1997. XCII p. ISBN 0-421-56510-1.

ROUSSEAU, Charles. Droit Internacional Public. 10 ed. Paris: Dalloz, 1984.

SALCEDO, Juan Antonio Carrillo. El Derecho Internacional en un mundo en cambio. Madrid: Tecnos, 1985.

_____. Soberania del Estado y Derecho Internacional. Madrid: Tecnos, 1969.

SIDJANSKI, Dusan. O futuro federalista da Europa: a Comunidade Européia das origens aos Tratado de Maastricht. Trad. María Carvalho Editora Gradiva. Lisboa, 1996. Depósito Legal Nº 93 172/95, 361 páginas-Secção IX

SOARES, Albino de Azevedo. Lições de Direito Internacional Público. 3.ed. Coimbra: Coimbra, 1986.

SOARES António Goucha. Pre-emption, Conflicts of Powers and Subsidiarity. London : Sweet & Maxwell, 1998.

TAYLOR, Paul. International Organization in the Modern World: the Regional and the Global Process. London, New York: Printer. 1993.

THORSTENSEN, Vera. Comunidade Européia: a construção de uma potência econômica. São Paulo: Brasiliense, 1992.

TRUYOL Y SERRA, A. La integración europea: idea y realidad. Madrid: Tecnos, 1972.

UCHA Isabel; SANDE Paulo de Almeida. Como viver com o Euro. Cascais: Principia, 1999. 189 p.

VILACA José Luis da Cruz; PIÇARRA Nuno. Are there material limits to revision of the treaties on the European Union?.Bonn: Zentrum furEuropaisches Wirtschaftsrecht, 1994. 57 p.

VILARIÑO PINTOS, E.: La construcción de la Unión Europea, Madrid: Arco, 1996.

VIOTTI, KAUPPI (eds.) International Relations Theory: Realism, Pluralism, Globalism. 2 ed. New York: Macmillan Publishing Company, 1993.

WALLACE HELEN. The Europe that came in from the cold. International Affairs, 67, 1991. p. 647-663.

WEILER Joseph H. H. - The constitution of Europe: Do the New Clothes Have an Emperor? And Other Essays on European Integration. Cambridge: Cambridge, 1999. 364 p. ISBN 0-521-58567-8

WILLIAMS, GOLDSTEIN, SHAFRITZ (eds.). Classic Readings of International Relations.Wadsworth. California: Publishing Company, 1994.

ZORGIBE, Charles Histoire de la Construction Europèenne, caps: 3;4;5;8;10;13;14;15. Presses Universitaries de France, 1993.


TEXTOS LEGAIS BÁSICOS: * Especial atenção aos TRATADOS DA UNIÃO EUROPÉIA
Tratado de Roma, de 25 de março de 1957;
Tratado da União Européia, de 1° de novembro de 1993;
Tratado de Amsterdã, de 1° de maio de 1999;
Tratado de Nice de 1° maio 2001
Projeto de Constituição Européia

V – Metodologia de ensino e avaliação
A disciplina será desenvolvida em 45 (quarenta e cinco) horas de preleção sobre os temas da ementa e da apresentação e a intervenção no debate de destacados casos do Tribunal de Justiça das Comunidades Européias.
A avaliação compreenderá a elaboração de um trabalho individual escrito (monografia de 7 a 10 páginas de texto original, sem contar capa, sumário, anexos, apêndices, adendos ou outras partes) e a sua apresentação e defesa em debate, além da avaliação da participação nos debates a que for designado.


 

INICIO DO TEXTO


Inicial|Membros|Bibliografia|Reuniões2006|Arquivos|Eventos|

© Todos os direitos reservados/2005

Webmaster
Paulo César
Eventos

Links de apoio

www.pralmeida.org

www.paulomre.blogspot.com

gmercosul

grupouniaoeropeia

Contatos

Paulo Roberto deAlmeida [email protected]

Marcelo Varella [email protected]

Alice Rocha da Silva [email protected]

 
1
Hosted by www.Geocities.ws

1