Príncipe do amor

 

 

Vidas assombradas, pelo medo de doar,

Existências malvadas que não sabem perdoar,

 

Por que vive ó desenlusor, se ceifas sonhos alheios?

Não mereceis sequer minha dor, que dirá meus anseios.

 

Não deturpeis minhas vontades, pois que nasci pra amar,

Amo, não por vaidade, mas por que gosto de me doar.

 

Foge de mim, ente maldito, procura tua avenida,

Sai de tuas vontades despidos, deslembra da minha vida.

 

Não tereis permissão minha, para desfalcar os meus sonhos.

Pois feito do amor de uma rainha, sou eu, sentado ao meu trono.

 

 

 

Por fausto (poti)

 

             

 

                   

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