Quem
é você?
Nas
letras que meus dedos dedilham conheci
você,
Mesmo
sem nunca te ver, sentir todo seu carinho,
Nunca
mais fiquei sozinho, pois que vislumbro teu rosto,
Sempre muito disposto a me presentear com um sorriso.
Quem
dera acordar desses devaneios,
Despertar
aconchegado em teus seios...
Juro
que é disso que agora preciso.
Será
que é utopia, Esse devaneio meu?
Querer
você minha, visto que já me sinto teu?
Quem
dera sentir teu perfume, acariciar teu cabelo,
Penetrar no teu olhar, me mostrando um tanto desvelo.
Por
que se negas em te mostrar para mim?
Ao
menos uma fotografia...
Seria
uma alegria ter-la desse modo
assim.
Por
fausto (poti)