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Coldplay. Assim foi batizada a banda dos amigos Chris Martin, Jonny Buckland, Will Champion e Guy Berryman, vocal, guitarra, bateria e baixo respectivamente, outro grupo na linha art school band (como o Blur, formado em faculdades de Belas Artes). Com o lançamento
do disco de estréia, Parachutes, o Coldplay mostra-se
pronto para obter um lugar dentre o panteão das grandes bandas do Reino
Unido. Os três primeiros EPs dessa banda inglesa Safety de 1998, O impacto deste material
inicial de estúdio foi apoiado pela qualidade das apresentações
ao vivo. Em particular, um sensacional show no Festival de Glastonbury,
em 1999, que levou a banda a ser convidada novamente para se apresentar
em 2000, Como que para apoiar
estas sugestões mercadológicas, Shiver, o primeiro
single de Parachutes, foi listado no Top 40 do Reino Unido em fevereiro
de 2000, e o segundo single, Yellow, estreou como número
quatro na Inglaterra. Revezando entre um belo violão elétrico
e o vocal delicado de Chris Martin, Yellow
deve muito a escola Radiohead em letras, sem aparentar ser um grosseiro
rip-off. Poeticamente, Yellow
concede um amplo olhar e uma inocente perspectiva no amor I took my
time, what a thing to do, e consequentemente, soa simples, calmo e
descontraído. É a canção perfeita para saber
a quantas anda o seu coração. Se tudo estiver ok, será
uma canção perfeita para dançar com seu par. Se as
coisas estiverem ruins, ouvi-la em companhia de uma bebida poderá
ser tão doloroso quanto reconfortante. E se você está
naquela fase em que prefere ficar sozinho, Yellow
é só mais uma canção perfeita para ar Para o vocalista Chris,
Yellow é, ainda,
um pouco mais. Num show na Inglaterra, ele apresentou a canção
dizendo que os anos setenta tinham o Queen e sua Bohemian Rhapsody,
os anos oitenta tiveram Rio do Duran Duran; os noventa,
Runaway O estilo marcado por Yellow segue firme no restante do álbum. A primeira, Don't Panic, traz o vocalista Chris, num misto de ingenuidade/sensibilidade, ecoando num vocal duro e áspero os versos sonhadores da letra, que explode contra gritantes refrões, os quais declaram de forma acreditável que we live in a beautiful world.
Everything's not lost finaliza, e cresce de uma introdução de vocal e piano com sotaque jazz, para uma épica balada merecedora de qualquer comparação com Radiohead que se possa ter. Parachutes cede uma atmosfera de domínio em sensibilidade, traçada pela brilhante produção de Ken Nelson (Gomez, Badly Drawn Boy). Uma inspiradora estréia, que obviamente inspira um mundo de pessoas a cantar e a sentir o som da banda, sob um palco real, através do aparelho de som, ou de nossas próprias vozes, em um box de banheiro. |
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