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É o órgão político central do mundo dos bruxos. Cada país possui o seu próprio comando. O Ministério britânico é, desde pouco depois da queda de Voldemort, comandado por Cornélio Fudge. As atribuições são divididas em inúmeros departamentos, como o de Mistérios, o de Relações Internacionais, o de Regulamentação das Criaturas Mágicas e o de Controle do Mau Uso do Artefato dos Trouxas (onde trabalha Arthur Weasley). Durante a Era Voldemort (1970-1981), o Ministério estava desorganizado e repleto de espiões do Lord das Trevas. Quem se encarregou de sua reorganização foi Bartô
Crouch, que ampliou o poder dos aurores na caçada aos aliados de Você-Sabe-Quem. Alguns dos departamentos do Ministério e suas funções estão listados abaixo:
Comissão de Regulamentação do Flu – É responsável pela rede de lareiras a que os bruxos podem ter acesso pelo Pó de Flu. Arthur Weasley pediu a um amigo desse comitê para ligar a lareira dos Dursley à rede, para que ele e seus filhos pudessem transportar Harry para a Toca e levá-lo à Copa de Quadribol.
Comissão para Eliminação de Criaturas Perigosas –
Como o nome diz, trata-se de uma divisão do ministério encarregada em executar animais ditos de grande risco aos bruxos. Macnair, ex-Comensal da Morte, é um carrasco dessa comissão. Bicuço foi condenado à morte por ela, mas, graças à Harry e Hermione, conseguiu escapar.
Departamento de Cooperação Internacional em Magia –
É onde trabalha Percy Weasley. Chefiado por Bartolomeu Crouch, esse departamento é responsável pelas relações com ministérios de outros países. Foi ele quem resolveu os problemas de comunicação com os búlgaros no final da Copa de Quadribol.
Comissão de Feitiços Experimentais – Testa os feitiços, podendo classificá-los como legais ou não. Um de seus funcionários é Gilberto Wimple. Por efeito de algum acidente de trabalho (eles devem ser comuns neste departamento), ele usa chifres na cabeça. Há também um Esquadrão de Reversão de Feitiços Acidentais, onde trabalha, entre outros, Arnaldo Peaseagood, um obliviador (executor de feitiço que danifica a memória – o nome vem da palavra dita para tal magia, Obliviate).
Departamento de Jogos e
Esportes Mágicos –
Chefiado por Ludo Bagman, ex-jogador da equipe de quadribol Wimbourne Wasps. Foi o comitê responsável pela organização da Copa Mundial de Quadribol, além de participar do Torneio Tribruxo.
Departamento de Mal Uso de Artefatos Trouxas –
Há apenas dois bruxos nesse departamento: Arthur Weasley e um velho chamado Perkins. O objetivo desse comitê é não deixar que os trouxas tenham alcance a objetos enfeitiçados. O departamento age de acordo com o Registro de Objetos Enfeitiçáveis, que registra todos os artefatos mágicos.
Departamento de Mistérios –
Apenas as pessoas que trabalham neste setor sabem o que se passa lá dentro. Até mesmo seus funcionários são considerados inomináveis, visando manter o máximo de sigilo. Bode e Croaker fazem parte desta divisão do Ministério.
Departamento para
Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas –
Chefiado por Amos Diggory; trata da relação dos bruxos com outras criaturas capazes de realizar magias, como os elfos domésticos. Hermione ficou surpresa com os maus tratos de Diggory com Winky, quando esta foi acusada de conjurar a Marca Negra.
Seção de Ligação com os Duendes – Provavelmente deve estabelecer contato entre os bruxos e os duendes. A administração de Gringotes pode ser uma das pautas desse departamento. É chefiado por Cutberto Mockridge.
Em "Ordem da Fênix" há dois capítulos inteiramente dedicados ao Ministério da Magia, em que ficamos sabendo muito mais sobre seus bastidores. Harry é convocado para uma audiência por ter usado o feitiço Patronus na rua Magnólia, em presença de um trouxa - seu primo Duda. Mais tarde, quando já está no 5º ano de Hogwarts, ele descobre que há uma grande ligação entre ele e algo que está escondido no Departamento de Mistérios - e que Voldemort quer alcançar de qualquer maneira.
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