Professores Ruins
Uma aula, uma professora péssima e a falta de vontade de estudar. Ruim. Um caso cotidiano, típico de todas as escolas, não importa se públicas ou particulares, um tipo de inferno real.
Um professor é um ser humano, que você terá que aturar até o fim do ano letivo. O jeito de um professor, as coisas que ele faz durante a aula, tudo terá de ser aturado até o fim, você precisa aprender alguma coisa com aquela pessoa, assim como seus outros companheiros de classe. Se o professor conseguir levar as coisas numa boa, sendo normal ou uma pessoa muito legal, num futuro distante você vai lembrar dele como “a pessoa que deu uma ‘puta' aula pra você entender aquela matéria”. Caso contrário aparecerão professores que, ou são altamente rigorosos e chatos ou chatos que são simplesmente chatos. Pronto, você acaba de ganhar figurinhas eternas de “professores infernais”.
O que fazer? Bem, ultimamente os alunos são praticamente expulsos da escola, uma exclusão feita pelos professores – antes que alguém me jogue uma pedra, não estou falando de todos os professores, existem professores e professores assim como existem alunos e alunos. Um exemplo vem dessa minha professora, que para excluir os alunos repetiu três vezes que se “ninguém conseguisse acordar cedo que mudasse de horário”, ela que mude, não sabe dar aula e os alunos são prioridade!
A solução não é sair por aí falando mal da professora ou fazer um monte de outras maldades. Acho que o exemplo disso já foi dado em uma antiga novela infantil, Carrossel (alguém lembra?), a professora substituta era odiada pelos alunos, lembro (lembro mesmo?) que ela até chorava. O negócio é conversar com o professor ou, dependendo do caso, levar a direção ou coordenação pra ver se dá pra chegar em algum lugar. Se não, é conviver com isso por um longo tempo ou arranjar outra forma de mudança.
Por hoje é só, um texto "idiotamente" curto e sem noção.
Até semana que vem.