Guia de Auto-ajuda e os Efeitos Colaterais Antes do Show do Lenny Kravitz
O processo de evolução de um site B, que parece negar o processo de evolução, me mostra uma coisa importante que eu já tinha notado, mas só caí na real por conta de um e-mail que recebi com os seguintes dizeres: “o Depois de um Estroft é uma coluna de auto-ajuda?” A minha vida não mudou, não to preso num comercial de televisão (desses que prometem fazer milagre), eu já até tinha pensado nisso e é aqui que começa a parte divertida do negócio, o DDE não é inútil, é absurdamente idiota, só isso. E ainda serve de bíblia de maluco. Seguindo o estilo da semana passada, vou ter que falar de um monte de paradas (tradução simultânea: coisas) que aconteceram durante a semana.
Os Efeitos colaterais antes do show do Lenny Kravitz.
“Estado de Calamidade Pública”, três palavras bonitas, fortes, que o Governo Federal usou para falar do abalo na Saúde Pública do município do Rio de Janeiro (aquela cidadezinha que fica no estado que tem o mesmo nome). “Show do Lenny Kravitz de graça na praia”, desculpa usada para gastar dinheiro público.
Alguém notou alguma coisa? Não? Bem, os hospitais municipais passaram para o “domínio” do governo federal (minúsculo mesmo), que puxou o tapete do César Maia, que queria ser presidente, depois desse furo acho meio difícil. O prefeito eleito (provável ex-futuro candidato à presidência e maluco de carteirinha invisível), perdeu o comando dos hospitais municipais da cidade, o que realmente não sei se é ótimo, por já ter passado pelo sofrimento de aguardar em filas de hospitais públicos e não acho que a situação vá mudar muito (de qualquer jeito espero estar errado e que tudo acabe melhorando).
Ao mesmo tempo, para comemorar o aniversário do Rio (que foi no dia primeiro de março, eu disse FOI, já PASSOU) um show do Lenny Kravitz, que ninguém nem lembra mais quem é, porque ele não tem feito nada que preste para os ouvidos de ninguém. O show será “gratuito” numa praia qualquer da cidade. Kravitz não é um artista do povão, deve levar todo o público que não estava a fim de pagar uma fortuna para assistir o show em São Paulo ou que já estava chorando para não gastar uma nota preta na apresentação do Rio. Recomendo a todo o povão, que mesmo não gostando do cara vá assistir ao show, afinal é “de graça”, mas foi você que pagou! Não vou porque não quero e não gosto do tal cara, eu preferia que tivessem usado esse dinheiro para promover uma série de shows (acredite, poderia rolar uma série) pela cidade com bandas que o povão gosta.
O dinheiro do show poderia ser investido em que? Boa pergunta!
Promoção relâmpago
Como essas promoções funcionam e ainda ajudam a aumentar as visitas do Estroft, então lá vai: qual é o nome do criador do Bob Esponja? O primeiro e-mail que eu receber com a resposta certa ganha um CD Single usado da Avril Lavigne, que não é um prêmio maravilhoso, mas de graça deve servir até de apoio pra geladeira.
Por essa semana é só! Galera Estroft, nos achamos na semana que vem, nessa mesma toca suja!
Té mais!