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Mies
van Der Rohe (1886
- 1969)
Professor
na Bauhaus, e seu diretor a partir de 1930, dizia que o ensino o obrigava
a formular com clareza o que ele pensava sobre a arquitetura e, ao
mesmo tempo, o trabalho enquanto criador lhe permitia verificar à
fundo a veracidade de seus conceitos.era uma de suas frases mais habituais.
Tendo sido um dos primeiros designers da indústria Knoll, teve
muita influência no rumo tomado por ela nos primeiros anos. Foi o
autor de frases célebres como "Sem clareza não há compreensão"
e "Menos é mais" ("Less is more"). |
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Marcel
Breuer (1902
- 1981)
Encarregado
da oficina de movéis na Escola da Bauhaus. Aos 22 anos, Breuer,
que costumava andar de bicicleta, notou que o tubo de aço - do guidom
- poderia ser dobrado em formas mais complexas para servir de suporte
de peças de mobília. Em 1926, quando Gropius era diretor da Bauhaus
e precisou mobiliar novas instalações para a Escola, usou um banco
de Breuer, em forma de “u” invertido. Era o início dos móveis em
tubo de aço curvado que, até hoje, constituem a base de quase todas
as estruturas dos móveis modernos.
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Charles
Eames (1907-1978) e Ray Eames (1912-1988)
Charles Eames já tinha se destacado ao lado de Eero Saarinen com a
série de assentos de compensado moldado premiada pelo MoMA Museu
de arte Moderna de Nova York em 1940. A partir de 1944, vai mais
longe com uma nova parceira, a esposa - Ray Eames. Juntos, os americanos
Charles e Ray assinaram diversas peças, além de incursionar pelo cinema
e pela fotografia. A confortável poltrona com banqueta Eames, de madeira,
alumínio anodizado e estofado de couro preto, é certamente sua peça
mais famosa. |
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Joaquim
Tenreiro (1906-1992)
Marceneiro e designer de mobiliário, que também se dedicou à pintura
e à escultura. Soube, como ninguém, unir a tradição artesanal
portuguesa e a versatilidade da criatividade brasileira. Marcou
de forma definitiva o móvel brasileiro no momento em que uniu suas
habilidades técnicas ao conhecimento herdado de seu pai, marceneiro
português. Sensível às necessidades brasileiras, interpretou e adaptou
formas e técnicas da influência lusa ao mobiliário até então feito
no Brasil.
Tenreiro,
Soraia Cals. Rio de Janeiro:Bolsa de Arte RJ,1998.
O Móvel Moderno no Brasil, M.
C. Loschiavo Santos. São Paulo: Nobel, EDUSP,1995.
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Sergio
Rodrigues (1927-)
Apaixonado pelas inúmeras possibilidades da madeira,
Sergio trabalhou-as à exaustão, usando espécies nativas, colaborando
com a Forma em seus primórdios e abrindo no Rio a loja Oca, um furor
em sua época, desenhando para a Mobilinea, Meia-Pataca e Escala.
Em Brasília também deixou sua marca, produzindo mobiliário para
vários edifícios públicos que começavam a instalar-se na nova capital.A
famosa Poltrona Mole, criada em 1957 que faz parte do acervo do
MoMa, virou Sheriff no mercado externo e fez com que Sergio fosse
o único designer brasileiro a conquistar um prêmio internacional
de mobiliário.
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Harry
Bertoia (1915-1978)
Escultor
e professor na Academia de Belas Artes de Canbrook. Hans e Florence
Knoll oferecem a Bertoia um estudio para que pudesse desenvolver seus
estudos em metal. A partir daí, apresenta uma cadeira formada
de uma tela de metal. Olhando aquela idéia inicial, Florence Knoll
mostra-lhe uma cesta plástica de secar pratos e propõe que ele estude
um modo de criar uma cadeira em forma de cesta, que se adapte inteiramente
ao corpo. Meio ano depois estava desenvolvida toda a linha de poltronas-cesto.
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