Ecovida a ecologia em sua vida.


Todos tem o dever de cuidar do nosso Planeta � dele que vem a vida.



  • Devasta��o agrava falta de �gua
  • A ilha de Fernando de Noronha
  • Jur�ia corre risco de devasta��o
  • Os Ecossistemas de �gua Doce
  • Lagos e Lagoas
  • Os Rios
  • As Principais zonas de Vegeta��o do Brasil
  • Pl�ncton
  • Bentos
  • N�cton

    ECOVIDA a ecologia em sua vida






    Devasta��o agrava falta de �gua:

    Cachoeira

    Foto:Nilson V. Costa

    A perda das �ltimas reservas de Mata Atl�ntica em S�o Paulo � um do principais fatores agravantes do atual quadro de escassez de �gua para a cidade, de acordo com os especialitas.
    O desmatamento, causado principalmente por loteamentos clandestinos, provoca eros�o nas margens dos rios que alimentam os mananciais.Com isso, toneladas de terra e lixo s�o levadas para o leito dos reservat�rios. O fen�meno, conhecido como assoreamento, diminui a quantidade de �gua e piora a qualidade do restante dos recursos dispon�veis.
    De acordo com especialistas em meio ambiente, qualquer perda na Mata Atl�ntica tem consequ�ncia direta sobre a oferta de �gua na cidade.




    A ilha de Fernando de Noronha:

    ilha

    Foto:Nilson V. Costa

    Formado por 21 ilhas e ilhotas, o arquip�lago do qual faz parte Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, encanta a todos com seu mar verde esmeralda, repleto de golfinhos, e paisagens intactas.
    Hoje, com o status de Parque Nacional Marinho, o local � um exemplo de preserva��o e respeito � natureza.Para visitar Fernando de Noronha, � necess�rio cumprir algumas regras. As praias de Le�o, do Sancho, Cacimba do Padre e Boldr� ficam interditada entre 18h e 6h dos meses de janeiro a junho, per�odo em que recebem a visita de tartarugas para a desova.
    J� a ba�a dos golfinhos serve de ber�o para a reprodu��o, cria e alimenta��o dos golfinhos rotatores, esp�cie que salta fazendo rodopios fora da �gua.Para proteger os filhotes, s�o proibidos banhos, mergulhos e ancoramento de barcos na regi�o.Tamb�m � proibido caminhar sobre os arrecifes, porque as regi�es formadas por corais, repletas de peixes coloridos, s�o extremamente fr�geis em seu equil�brio e n�o podem ser tocadas.




    Jur�ia corre risco de devasta��o:

    Foto:Nilson V. Costa

    A Esta��o Ecol�gica da Jur�ia-Itatins, considerada um dos cinco mais importantes santu�rios naturais do planeta, est� amea�ada de devasta��o. Al�m das press�es de imobili�rias, o parque luta diariamente contra a a��o de palmiteiros e ca�adores, que ignoram a lei e contribuem com a destrui��o do que resta da Mata Atl�ntica. Enquanto isso, empresas como a Harpyia Servi�os Ambientais vivem do ecoturismo e defendem uma maior concientiza��o ecol�gica.







    Os Ecossistemas de �gua Doce


    Foto:Nilson V. Costa


    Lagos, lagoas, charcos, rios, corredeiras e riachos constituem os ecossistemas de �gua doce. Em lagos e lagoas, a �gua � parada, ou l�ntica; em rios e riachos e corredeiras, a �gua est� em movimento, e � chamada de l�tica.









    Lagos e Lagoas


    Foto:Nilson V. Costa

    Como em qualquer ecossistema aqu�tico, em lagos e lagoas a produ��o de mat�ria org�nica � realizada por meio da fotoss�ntese.Assim, nas margens e nas �guas pr�ximas � margens existem vegeta��o herb�cea, arbustiva e ainda flutuante, como gram�neas, ninfe�ceas, aguap�s e taboas. Apesar de muitos animais - como carac�is, insetos e algumas aves - se alimentarem dessas plantas, elas n�o representam o segmento importante dos produtores da lagoa.Os organismos que constituem o fitopl�ncton s�o os produtores mais significativos: algas verdes, cianobact�rias e diatom�ceas. Constituindo o zoopl�ncton, encontram-se microcrust�ceos, rot�feros, protozo�rios e larvas de muitos tipos.Os consumidores de maior porte s�o peixes, anf�bios, moluscos,vermes, crust�ceos e insetos. Na lama do fundo ficam bact�rias e fungos decompositores, que degradam os detritos org�nicos que ali se depositam.




    Os Rios:


    Foto:Nilson V. Costa

    Como praticamente n�o t�m pl�ncton, os rios podem ser considerados, do ponto de vista energ�tico, ecossistemas que dependem em grande parte de mat�ria org�nica importada.As �guas s�o muito oxigenadas e nelas existem organismos adaptados ao seu movimento constante. Pequenas algas e musgos vivem agarrados �s rochas.Muitos insetos adultos ou na forma larval podem manter-se debaixo de pedras, nas cascatas. H� tamb�m diatom�ceas, algas filamentosas e sanguessugas.Nas �guas correntes, a salinidade � variada e a quantidade de sedimentos normalmente aumente em dire��o � foz.Quando as correntes se alagam e se tornam mais lentas, passam a ter as caracter�sticas da lagoa.







    As Principais zonas de Vegeta��o do Brasil

    Foto:Nilson V. Costa

  • Floresta Amaz�nica: que ocupa 40% da superficie do pais aproximadamente 3,5 milh�es de kilometros quadrados. Estende-dse pelo estado do Acre, Amazonas, P�ra, Rond�nia, Amap�e roraima.Recobre ainda parte do Mato Grosso, Goias e Tocantins.
  • Caatinga do Nordeste: que ocupam 11% da superficie do Brasil (1 milh�o de kilometrosquadrados) existem nos estados do Maranh�o, Piaui, Cear�, Rio Grande do Norte, Paraiba, Pernambuco, Sergipe,Alagoas e Bahia.
  • Campos e cerrados: que recobrem 25% do territ�rio brasileiro (2 milh�es de kilometros quadrados) Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e partes dos estados de Tocantins e S�o Paulo.
  • Pantanal: que,em sua maior parte, ocupa o estado do Mato Grosso do Sul e o restante no Mato Grosso, com uma area mais de 138.000 Km�.
  • Matas costeiras: ou matas atl�nticas que acompanham o contorno da costa brasileira,do Rio Grande do Norteao Rio Grande do Sul.Cobrem aproximadamente 6% do territ�rio nacional.
  • As Matas arauc�rias:,no sul do pais, nos estados do Paran�, Santa Catarina e rio Grande do sul.
  • Pampas:, tamb�m no sul,no estado do Rio Grande do sul.Juntamente com as matas de aurac�rias, recobrem 15% do territ�rio - cerca de 1,2 milh�o de quil�metros quadrados.
  • Outros tipos de Vegeta��o: S�o manguezais, dunas e restingas do litoral e os cocais do norte, s�o impotantes tipos de vegeta��o.





    A Floresta Amaz�nica
    A Floresta Amaz�nica �, sem duvida,uma t�pica floresta pluvial tropical. As precipita��es s�o bem distribuidas no decorrer do ano, e as temperaturas s�o mais ou menos constantes. Trata-se de um ecossistema de grande complexidade, no est�gio cl�max, e com in�meros nichos ecol�gicos.
    Certas ep�fitas que ficam a 50 metros do solo sobre galhos de �rvores altas podem apresentar, paradoxalmente, problemas de falta de �gua. De modo geral, porem, pode-se dizer que a vegeta��o � higrofila , ou seja adaptada � vida em condi��es de exesso de �gua. Essas plantas t�m folhas em goteira, com o �pice voltado para baixo e superf�cie revestida com cera, adapta��es que fazem o exesso de �gua gotejar para baixo, evitando assim a obstru��es dos est�matos.
    Da grande riqueza vegetal da Amaz�nica,destacam-se in�meras esp�cies de trepadeiras, ep�ficas, cip�s lenhoso (lianas), palmeiras, guaran�, a seringueira e a castanha-do-Para. Plantas de grande porte, de 30 a 40 metros de altura, produtoras de boa madeira, s�o por exemplo, o angelim, a sucupira, a amburana e a copa�ba.




    As caatingas do Nordeste
    A vegeta��o da caatinga se caracteriza por ter folhas apenas nos tr�s ou quarto meses de "inverno"; que � a esta��o das chuvas.Fala-se, portanto, em vegeta��o caducif�lia.A temperatura s�o elevada e � baixa a umidade relativa do ar.As precipita��es ficam em torno de 25 a 50 centimetros por ano, podendo ocorrer de maneira bastante inrregular.
    A esta��o da seca prolonga-se por mais de seis meses por ano. O rio em geral secam no ver�o, a n�o ser o S�o Francisco que � perene.
    As plantas da caatinga possuem v�rias adapta��es que lhes permitem sobreviver na esta��o seca. As folhas s�o em geral reduzidas, como no caso da cact�ceas em que ela se transformam em espinhos, e o mecanismo de abertura e fechamento do est�matos � bem r�pido.Alem disso o fato de as folhas ca�rem na esta��o seca representa um modo eficiente de reduzir a transpira��o
    Outras plantas, como a mani�oba e o caiapi�,suportam as secas mais prolongadas e at� queimadas, porque formam �rg�os subterr�nios lenhosos resistentes, os chamados xilop�dios que rebrotam com vigor a �poca das chuvas. Algumas bombac�ceas . como a barriguda, �rvore de grande porte, t�m o caule rico em par�nquimas armazenadores de �gua, que lhe confere um aspecto t�pico. S�o ainda caracter�sticas da vegeta��o das caatingas as cact�ceas como o mandacaru, a coroa-de-frade, o xiquexique e o facheiro, e algumas bromeli�ceas como o macanbira.





    Campos e Cerrados
    Os cerrados correspondem aos campos descritos anteriormente, mais especificamente aos do tipo savana. Muitas vezes s�o atingidos pelo fogo.
    A esta��o seca � bem pronuciada, podendo perdurar de cinco a sete meses. Os rios n�o secam, por�m sua vaz�o diminui.
    Devido a um tipo particular de vegeta��o dos cerrados, usou-se muito tempo a express�o campo seco para desgnar o cerrado. Voc� ver�, no decorrer desta descri��o, que tal denomina��o n�o se justifica.
    A vegeta��o do cerrado muitas vezes tem aspectos que costumam ser interpretados como adapta��es a ambientes secos ( xeromorfismo ): �rvores e arbustos t�m galhos tortuosos, folhas endurecidas e casca grossa; a superf�cies das folhas podem ser brilhantes ou recobertas por p�los; outras plantas contradit�riamente, t�m caracter�sticas de plantas de lugares �midos: folhas largas,produ��o de flores e brotos em plena esta��o seca.
    Estudos cuidadosos desmonstraram que, na realidade, a �gua n�o � o verdadeiro problema do cerrado. Descobriu-se que o solo, mesmo na esta��o seca, cont�m um teor aprec�avel de umidade a partir de 2 metros de profundidade. O len�ol subterr�nio fica a aproximadamente 18 metros e � permanente,mas seu nivel flutua durante o ano, e pode ser alcan�ado pelas ra�zes de v�rias esp�cies, que se aprofundam muito.
    Os solos do cerrados podem ser utilizados para a agricultura intensiva; no entanto s�o muito ricos em alumin�o, subst�ncia t�xica para muitos vegetais. Al�m disso, s�o bastante �cidos, e seu pH deve ser corrigido pela adi��o de calc�rio (calagem) e de fertilizantes adequados.
    � do cerrado a �rvore simbolo do Brasil,o ip� que na flora��o, sem folhas, fica todas coberta de cachos de flores.





    O Pantanal
    Localizado no centro-Oeste do Brasil, o Pantanal � considerado uma das maiores reservas ecol�gicas do mundo, com fauna e flora extremamente ricas, portanto com grande boidiversidade. Trata-se de uma pan�cie percorrida pelos rios Paraguai e seus afluentes, na qual se formam �reas inundadas.
    O ciclo da vida compreende dois per�odo destintos: o per�odo das �guas,de novembro a mar�o e das secas, de abril a outubro.No pantanal, a plan�cie tem um declive muito baixo , e isso faz com que a �gua das cheias n�o fiquem estancada, escorrendo lentamente da plan�cie para o leito dos rios, durante a seca. calcula-se, assim, que a �gua que cai nas cabeceiras do rio Paraguai leve quatro meses ou mais para atravessar todo o Pantanal.
    As extensa �rea inundadas servem de abrigo para muitas esp�cies de animais. Existem ali centenas de esp�cies de peixes, que saem do leito dos rios durante a cheia e povoam as regi�es inundadas, onde procuram alimento.A riqueza do Pantanal em aves � tamb�m muito grande. Jacar�s, cobras, on�as, ariranhas, macacos, porco-do-mato e veados tamb�m fazem parte da fauna local.
    Encotram-se no Pantanal alguns cerrados e campos inund�veis, al�m de ambientes aqu�ticos,como lagoas de �gua doce ou salobra e rios. Os solos do Pantanal s�o arenosos e neles podem crescer pastagens, utilizadas pelos herb�voros da regi�o e pelo gado bovino.




    As matas costeiras
    As matas costeiras s�o tamb�m chamadas,em conjunto, de Mata Atl�ntica por se estenderem ao longo da costa acompanhando a cadeia de montanhas do litoral do Brasil. S�o muito �midas, gra�as aos ventos carregados de vapor de �gua que sopram do mar; o ar ao subir, esfria e se condensa, e a precipita��o se d� sob a forma de chuva fortes e de nevoeiros. As �rvores mais altas podem atingir 30 metros de altura, havendo muitas esp�cies de ep�fitas e trepadeiras. A vegeta��o � higr�fila.
    A Mata Atl�ntica tem muitas das caracteristca da floresta Amaz�nica,ja que ambas s�o florestas pluviais tropicais t�picas.A diferen�a mais marcante se relaciona a topografia,mais �ngreme na Mata Atl�ntica. Como �rvore caracter�sticas, encontram-se na Mata Atl�ntica muitas palmeiras, das quais se obt�m, por exemplo o coco e o palmito. H� ainda quaresmeiras, ip�s,canelas,cedros e jatob�s, al�m de pterid�fitas arborescente, como as samanbaia�us. � tamb�m da Mata Atl�ntica, embora muito raro hoje, o pau Brasil, largamente exportado na �poca da coloniza��o, por sua exelente madeira e pela tinta que dele era extraida.




    Matas de aurac�rias
    Como o proprio nome indica,a �rvore predominante na mata de arauc�rias � o pinheiro-do-paran� ( Aruac�ria angustifolia). As esta�oes s�o bem delimitadas: vr�es razoavelmente quentes e invernos bastante frios.S�o regulares as precipita��es atmosf�ricas. As copas das �rvores n�o formam uma camada cont�niua, como ocorre na floresta Amaz�nica e na Mata Atl�ntica. Por serem mais abertas, s�o menos �midas que as floresta pluviais e tropicais.Ha menor quantidade de ep�fitas. Os pinheiros podem ter troncos com 1 metro de di�metro e atingem de 25 a 30 metros de altura.

    pampas
    Pampas s�o campos bastante homog�neos quanto � vegeta��o, que � sobretudo herb�cea. A distribui��o de chuvas � regular e as esta��es, bem demarcadas.S�o utilizados como pastagens.

    Outros tipos de vegeta��o
    Os Manguezais, dunas e restingas do litoral e os cocais do Norte s�o importante tipos de vegeta��o.
    Os manguezais constituem ecossistema de grande produtividade, com rica diversidade de esp�cies vegetais e animais. Neles s�o abundantes moluscos, crust�ceos e peixes, e ali tamb�m se desemvolvem muitas larvas de animais aqu�ticos.
    Entre os vegetais com adapta��es ao terreno lamacento, destacam-se avicenia, com suas ra�zes respirat�rias (pneumat�foros), e o mangue, com suas ra�zes-suporte.
    Nos cocais, h� dois g�neros de palmeiras economicamente importantes: a carna�ba e o baba�u. Das folhas da carna�ba obtem-se cera de exelente qualidade; das sementes do baba�u � extraido um �leo usado na produ��o de margarina,sab�es e gordura de coco. 1

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