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Linux - Kurumin 3.0
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Linux
� o Sistema Operacional, criado por Linus Torvalds um finland�s que revolucionou o mundo de software livre. Hoje vemos este Sistema Operacional instalado em milhares de computadores e possibilitando aos usu�rios as mesmas facilidades dos software propriet�rios. O Linux invadiu n�o s� os micros de volunt�rios, laborat�rios de universidades e �rg�os p�blicos. Ele est� fort�ssimo nas �reas de pesquisa dos grandes nomes da tecnologia, como IBM, HP, DELL   ORACLE. "As empresas s�o os motores de para onde o Linux est� indo. Diferente dos volunt�rios, elas p�em pessoas trabalhando no sistema por interesses de neg�cio", diz Arnaldo Carvalho de Melo, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Conectiva. A maior parte dessa energia evidentemente est� direcionada para a computa��o corporativa, em que cases bem-sucedidos de Linux come�am a se multiplicar, freq�entemente com impulso da IBM. Nas resid�ncias, o ping�im ainda p�e os primeiros ovos. Quer comprar um micro com Linux pr�-instalado para usar em casa ? Ainda h� pouqu�ssima op��es. � realmente nas empresas - nos servidores, desktops, terminais e at� mainframe - que o Linux vem mostrando a sua maior voracidade. Ele j� come�a a tomar o espa�o de sistemas propriet�rios como Windows e os v�rios sabores de Unix. "Muitos clientes t�m demandado o Linux, como um processo de teste, paralelamente as suas plataformas tradicionais". Em muitos casos, o movimento acaba sendo estimulado pela turma mais nova da equipe de TI. "Quem sai da faculdade hoje conhece muito bem o Linux e acaba trazendo essa experi�ncia para o s� primeiro emprego; Este foi um breve hist�rico do que o Linux tem sido, abaixo disponibilizamos; manual de instala��o.


 

Instala��o R�pida

Se voc� j� instalou outros CL (Conectiva Red Hat Linux Parolin, Marumbi, ou ainda o Red Hat Linux) antes e est� com pressa de come�ar, voc� precisar� somente inicializar o disquete de inicializa��o e selecionar o m�todo desejado de instala��o. Se voc� estiver instalando de um site de FTP, um disco r�gido, ou est� usando uma placa PCMCIA, o disquete suplementar ser� necess�rio , e deve ser gerado. Em qualquer caso, basta responder �s quest�es apresentadas.

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Informa��es Que Voc� Deve Saber

Para prevenir-se de qualquer surpresa durante a instala��o, voc� deve consultar algumas informa��es antes de tentar instalar o CL. Estas informa��es podem ser encontradas na documenta��o anexa a seu sistema, ou na do vendedor do sistema ou ainda na do fabricante.

Nota: A lista mais recente de hardware suportado pelo CL pode ser encontrada em http://www.conectiva.com.br - se��o Linux - Hardware. � recomend�vel fazer uma verifica��o pr�via do hardware antes de prosseguir.

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Configura��o B�sica de Hardware

Antes de iniciar o processo de instala��o do Conectiva Linux, s�o necess�rias algumas informa��es sobre o hardware e a rede, tais como:

�         Disco(s) r�gido(s): n�mero e tamanho. Caso haja mais que um, ser� �til conhecer o prim�rio (master), secund�rio (slave), etc... � importante saber se o disco � IDE ou SCSI, e caso seja IDE � importante verificar a BIOS para verificar se o acesso no modo LBA est� habilitado.

�         Mem�ria: quantidade de mem�ria RAM instalada.

�         cd-rom: tipo de interface (IDE, SCSI) e para outros tipos (diferentes de IDE ou SCSI), o fabricante e o modelo do cd-rom. CDROMs IDE (tamb�m conhecidos como ATAPI), s�o os dispositivos mais comumente utilizados.

�         Adaptador SCSI (caso presente): fabricante e modelo.

�         Placa de Rede (caso presente): fabricante e modelo.

�         Mouse: tipo (serial, PS/2 ou bus mouse), protocolo (Logitech, MouseMan, etc...) e o n�mero de bot�es, al�m da identifica��o da porta de conex�o para mouse serial.

Em muitos sistema mais atuais, o sistema ser� capaz de reconhecer automaticamente uma s�rie de componentes. De qualquer forma � aconselh�vel ter os dados acima � m�o.

Conhecendo o Hardware com Windows(c)

Caso o computador j� esteja executando o Windows 9x�, pode-se usar o seguinte procedimento para obter informa��es adicionais sobre a configura��o:

�         Com o Windows sendo executado, clicar sobre ``Meu Computador'' usando o bot�o direito do mouse. Um menu de op��es dever� ser apresentado.

�         Selecione propriedades. Note a informa��o lista sob Computador, em especial a quantidade de RAM informada.

�         Clique em Gerenciador de Dispositivos. Ser� apresentada uma representa��o do hardware de seu computador em formato gr�fico. Esteja seguro de que o bot�o {textttVer Dispositivos Por Tipo esteja selecionado.

Neste ponto, pode-se ou clicar duplamente nos �cone (ou um clique simples mais o sinal [+]) para verificar cada entrada mais detalhadamente . Veja sob os �cones para obter maiores informa��es.

�         Discos R�gidos - pode-se verificar aqui o tipo do disco (IDE ou SCSI). Discos IDE normalmente ser�o acompanhados desta express�o , enquanto SCSI n�o ter� qualquer indica��o.

�         Controladores de Discos R�gidos - pode-se obter maiores informa��es sobre controladoras de discos r�gidos.

�         cd-rom - aqui pode-se encontrar informa��es sobre qualquer cd-rom que esteja conectado ao sistema. Em alguns casos, pode n�o haver um �cone de cd-rom , apesar de haver um funcionando. Isso � normal e depende de como o Windows foi instalado originalmente. Neste caso pode ser �til verificar as configura��es do cd-rom no arquivo config.sys.

�         Mouse - o tipo de mouse presente no computador pode ser encontrado aqui.

�         Adaptadores de V�deo - caso se deseje utilizar a interface gr�fica no Linux (X Windows), deve-se anotar as informa��es encontradas aqui.

�         Controladores de Som, V�deo e Jogos - caso o computador tenha som dispon�vel, as informa��es de configura��o podem ser encontradas aqui.

�         Placas de Rede - aqui pode-se ver as informa��es sobre placas de rede, caso haja alguma instalada.

�         Controladores SCSI - caso o computador possua dispositivos SCSI, as suas informa��es podem ser encontradas aqui.

Uma vez que este m�todo n�o � um substituto completo para o exame f�sico dos componentes instalados, em muitos casos pode-se obter as informa��es suficientes para a instala��o. Estas informa��es podem ser impressas atrav�s do bot�o Imprimir. Uma segunda janela ir� aparecer, permitindo a escolha da impressora, assim como do tipo de relat�rio. O relat�rio Todos os Dispositivos e Resumo do Sistema � o mais completo.

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Configura��o de V�deo

Se o X Windows tamb�m for instalado s�o necess�rios ainda:

�         Placa de V�deo: fabricante e modelo ou "chipset", quantidade de mem�ria (muitas placas PCI podem ser detectadas automaticamente durante a instala��o).

�         Monitor: fabricante e modelo e as taxas de atualiza��o horizontal e vertical suportadas.

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Informa��o da Rede

Se o equipamento estiver conectado a uma rede s�o necess�rias as seguintes informa��es:

�         Endere�o IP: Normalmente representado como um conjunto de quatro n�meros separados por pontos, tais como 10.0.2.15.

�         Netmask: Outro conjunto de quatro n�meros separados por pontos. Um exemplo seria 255.255.248.0.

�         Endere�o do Gateway IP: Ainda outro conjunto de quatro n�meros separados por pontos. Por exemplo, 10.0.2.254.

�         Um ou mais servidores de endere�os IP: Um ou mais conjuntos de n�meros separados por pontos. A extens�o 10.0.2.1 � o endere�o de um servidor.

�         Nome do dom�nio: O nome dado � sua organiza��o. Por exemplo, CL tem um nome do dom�nio cl.com.br.

�         Nome da m�quina: O nome de seu computador, um nome qualquer.

Nota: A informa��o dada acima � apenas um exemplo! N�o a utilize para instalar o CL. Se voc� n�o sabe os valores adequados para sua rede, pe�a ao seu administrador de rede.

O administrador da rede � a pessoa indicada para prestar estas informa��es.

Por favor, leia todas as instru��es de instala��o antes de inici�-la, assim estar� preparado para qualquer decis�o necess�ria durante o processo de instala��o e evitar� surpresas em meio � sua execu��o.

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M�todos de Instala��o

 A instala��o e atualiza��o do CL podem ser feitas de v�rias formas. Dependendo do m�todo que seja utilizado, ser�o necess�rios o disquete de inicializa��o, o disquete suplementar ou nenhum.

Suporte a PCMCIA Durante a Instala��o

Muitos computadores port�teis suportam PCMCIA (tamb�m conhecido como cart�o PC). Aqueles que tenham suporte a PCMCIA cont�m uma controladora com um ou mais conectores nos quais o cart�o PCMCIA pode ser instalado. Estes dispositivos podem ser modems, adaptadores de rede local, adaptadores SCSI e assim por diante.

Ao instalar o Conectiva Linux em um computador com suporte a PCMCIA � importante verificar se o dispositivo ser� usado durante a instala��o, por exemplo caso a instala��o se d� a partir de um cd-rom conectado a um adaptador PCMCIA, ent�o o suporte ser� necess�rio. Note que n�o ser� necess�rio suporte a PCMCIA, quando por exemplo a instala��o estiver sendo feita a partir de um cd-rom local IDE por exemplo.

O suporte do PCMCIA depende de duas coisas :

1.       O tipo de controlador do PCMCIA no seu sistema.

2.       O tipo de dispositivo PCMCIA que voc� deseja usar durante a instala��o.

Quase todos os controladores e dispositivos de PCMCIA s�o suportados, com algumas exce��es. Para maiores informa��es, consulte a Lista Compatibilidade do CL em http://www.conectiva.com.br.

Um detalhe importante que se deve ter em mente � que para ter o suporte de PCMCIA, voc� precisar� de um disquete suplementar, cuja gera��o, se necess�ria, � descrita adiante.

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Instala��o Via cd-rom

Quando voc� instalar utilizando o Conectiva Linux a partir de uma unidade de cd-rom local, os pacotes que voc� selecionar s�o lidos do cd-rom e s�o instalados em seu disco r�gido. Este � o m�todo mais simples e direto de instala��o e deve ser sempre considerado como a alternativa mais interessante.

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Como Fazer Isto?

Ser� necess�rio usar o disquete de inicializa��o (e o disquete suplementar se for requerido suporte a PCMCIA). H� um outro m�todo de instala��o atrav�s do cd-rom que n�o usa nenhum disquete, mas para isto, sua BIOS ter� que permitir inicializa��o do sistema via cd-rom e deve ser configurada para tal, ou ent�o pode-se usar uma segunda op��o, conhecida como autoboot, a qual requer que o sistema tenha DOS instalado. 

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Instala��o Via FTP

Se voc� n�o tem um cd-rom do Conectiva Linux ou uma unidade de CD dispon�vel, mas tem acesso � rede, ent�o o FTP pode ser uma alternativa. Quando voc� instalar via FTP, os pacotes do Conectiva Linux selecionados s�o carregados atrav�s da rede at� o seu computador e s�o instalados no disco r�gido.

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Como Fazer Isto?

Para fazer uma instala��o via FTP, voc� precisar� ter acesso � uma rede local. Se sua LAN tem acesso � Internet, voc� pode usar um dos sites de FTP que fazem o espelhamento do Conectiva Linux. Uma lista dos sites dispon�veis pode ser encontrada em http://www.conectiva.com.br.

Se a LAN n�o tiver acesso � Internet, pode-se utilizar um servidor local que aceite conex�es an�nimas de FTP, aonde deve ser o copiado o conte�do do CD Conectiva Linux, e ele deve ser capaz de suportar nomes longos de arquivos.

Para uma instala��o via FTP, devem ser utilizados os disquetes de inicializa��o e suplementar. S�o necess�rios ainda: o nome do servidor ou o endere�o de IP do servidor de FTP que ser� utilizado. Voc� tamb�m precisar� do caminho do diret�rio CL no servidor de FTP.

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Instala��o Via Servidor NFS

Caso voc� n�o tenha uma unidade de cd-rom , mas tenha acesso � uma rede local, ent�o a instala��o via NFS pode ser a mais indicada. Nas instala��es via NFS, os pacotes do Conectiva Linux selecionados s�o fornecidos a seu computador atrav�s de um servidor de NFS. Os pacotes ser�o ent�o instalados em seu disco r�gido.

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Como Fazer Isto?

� necess�rio montar o cd-rom do Conectiva Linux numa m�quina que suporte sistemas de arquivo ISO-9660 com extens�es Rock Ridge, assim como tenha suporte a NFS. Exporte o sistema de arquivos de cd-rom via NFS. � necess�rio saber o nome do servidor ou o endere�o IP, assim como o caminho do cd-rom exportado. O servidor dever� ser capaz de suportar nomes longos.

Para uma instala��o via NFS, somente ser� necess�rio o disquete de inicializa��o.

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Instala��o a Partir de Um Volume Compartilhado SMB

Caso voc� n�o tenha uma unidade de cd-rom , mas tenha acesso � uma rede local, ent�o a instala��o um volume SMB compartilhado pode ser o mais indicado. Ao executar uma instala��o SMB, o computador acessar� os pacotes do Conectiva Linux usando um dispositivo de rede no estilo DOS. Os pacotes selecionados ser�o ent�o instalados no disco r�gido.

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Como Fazer Isto?

Caso se deseje instalar a partir de um volume compartilhado SMB, ser� necess�rio montar o cd-rom do Conectiva Linux em um servidor Microsoft Windows NT�ou Windows 9x�que suporte volumes compartilhados. � necess�rio ter os nomes dos servi�os configurados, assim como o nome do volume compartilhado que cont�m o cd-rom do Conectiva Linux e a conta e senhas requeridas para acessar o volume. Note que o nome de rede no sistema Windows deve ser id�ntico ao nome do sistema no servidor DNS. Por exemplo, ao definir o nome na rede Microsoft de windows1, o nome da m�quina no DNS deve ser windows1.qqrcoisa.seu.dom�nio.

Para instala��es via SMB os disquetes de inicializa��o e suplementar ser�o necess�rios.

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Instala��o Via Disco R�gido

Caso nenhum dos m�todos anteriores n�o se encaixem nas suas necessidades, mas h� uma forma de copiar os arquivos do sistema no disco r�gido do sistema, a instala��o pode ser feita a partir do sistema local. Nesta op��o , os pacotes do Conectiva Linux selecionados ser�o lidos de uma parti��o do disco e instalados em outra (ou em um conjunto de parti��es).

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Como Fazer Isto?

Inicialmente � importante criar um diret�rio RedHat como diret�rio de mais alto n�vel na �rvore de diret�rios. Ap�s copie o subdiret�rio base do CD, e os pacotes que se deseje instalar para outro subdiret�rio chamado RPMS. Pode ser utilizado o espa�o dispon�vel em uma parti��o DOS existente ou em uma parti��o Linux que n�o seja utilizada durante o processo de instala��o (por exemplo, uma parti��o que ser� utilizada para armazenamento de dados).

Caso esteja sendo utilizado um sistema de arquivos DOS, pode n�o ser poss�vel utilizar o sistema de nomes de arquivos longos do Linux para pacotes RPM. O processo de instala��o n�o se preocupa com os nomes de arquivos, por�m � aconselh�vel acompanhar o processo de instala��o com aten��o.

Voc� precisar� dos disquetes de inicializa��o e suplementar para instala��o atrav�s de um disco r�gido.

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O Disquete Suplementar � Necess�rio?

Aqui est� uma lista de verifica��o da necessidade de cria��o de um disquete suplementar:

�         Instala��o A Partir de Um cd-rom Conectado ao PCMCIA - caso se esteja instalando o Conectiva Linux a partir de um cd-rom conectado ao computador atrav�s de um cart�o PCMCIA, ser� necess�ria a utiliza��o do disquete suplementar.

�         Instala��o A Partir de Uma Placa de Rede PCMCIA - caso se esteja utilizando uma placa de rede padr�o PCMCIA durante a instala��o, ent�o ser� necess�ria a utiliza��o do disquete suplementar.

�         Instala��o Via FTP - caso se deseje instalar o Conectiva Linux via FTP, ser� necess�ria a utiliza��o do disquete suplementar.

�         Instala��o Via Disco R�gido - caso se deseje instalar a partir do disco r�gido local, ser� necess�ria a utiliza��o do disquete suplementar.

�         Instala��o A Partir de Um Volume SMB - caso se deseje instalar a partir de um volume compartilhado SMB, ser� necess�ria a utiliza��o do disquete suplementar.

Caso fique determinado que o disquete suplementar ser� necess�rio, ele dever� ser gerado. O disquete suplementar � uma imagem do arquivo supp.img, e est� localizado no diret�rio images do CD do Conectiva Linux., siga as instru��es l� descritas, ap�s retorne a este ponto e continue.

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Classes de Instala��o

 Conectiva Linux inclui tr�s classes ou tipos de instala��o diferentes:

�         Esta��o de Trabalho

�         Servidor

�         Personalizada

Estas classes objetivam simplificar o processo de instala��o (com alguma perda da flexibilidade de configura��o) ou � poss�vel ter-se toda a flexibilidade com um pouco mais de complexidade na instala��o. Vamos verificar cada classe com mais detalhes a fim de verificar qual delas � a mais adequada para o seu caso.

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Classe de Instala��o Esta��o de Trabalho

Uma classe esta��o de trabalho � a mais apropriada para os iniciantes no mundo Linux e que gostariam de travar um primeiro contato com ele. Atrav�s de algumas poucas respostas, pode-se ter um Conectiva Linux instalado e funcional em muito pouco tempo.

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O Que Isso Faz?

Uma classe de instala��o esta��o de trabalho remove todas as parti��es Linux (e usa todo o espa�o n�o particionado e livre em disco) para criar as seguintes parti��es:

�         Uma parti��o de troca de 32 Mb.

�         Uma parti��o de 16 Mb, montada cada como /boot, na qual o n�cleo do Linux e arquivos relacionados estar�o residindo.

�         Uma parti��o maior (o tamanho exato depende do espa�o dispon�vel em disco) montado como / na qual os demais arquivos ser�o armazenados.

Esta abordagem de particionamento de disco, resulta na mais simples configura��o de sistema de arquivos poss�vel. Note que ser�o necess�rios aproximadamente 600 Mb de espa�o livre em disco para executar a instala��o da classe esta��o de trabalho. Caso o seu sistema execute ainda Windows, esta classe de instala��o ir� automaticamente configurar o sistema para dupla inicializa��o usando LILO.

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Classe de Instala��o Servidor

Uma classe de instala��o servidor � a mais apropriada quando o sistema tenha a fun��o de um servidor baseado em Linux, e n�o se necessita de uma configura��o detalhada do sistema. 

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O Que Isso Faz?

Uma classe de instala��o servidor remove todas as parti��es existentes no sistema, ent�o ao escolher esta op��o tem-se que estar seguro de que todos os dados do disco podem ser removidos. Quando uma instala��o for completada, estar�o dispon�veis as seguintes parti��es:

�         Parti��o de troca de 64 Mb

�         Uma parti��o de 16 Mb, montada cada como /boot, na qual o n�cleo do Linux e arquivos relacionados estar�o residindo.

�         Uma parti��o maior (o tamanho exato depende do espa�o dispon�vel em disco) montado como / na qual os demais arquivos ser�o armazenados.

�         Uma parti��o de 256 Mb montada como /

�         Uma parti��o de no m�nimo 512 Mb montada como /usr.

�         Uma parti��o de no m�nimo 512 Mb montada como /home.

�         Uma parti��o de 256 Mb montada como /var.

Esta abordagem ao particionamento de disco resulta em uma flexibilidade razo�vel do sistema de arquivos para diversas atividades relativas a servidores. Note que ser�o necess�rios 1.6 Gb de espa�o livre em disco para execu��o da instala��o na classe servidor.

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Classe de Instala��o Personalizada

Como se pode deduzir a partir do nome, uma instala��o de classe personalizada enfatiza as necessidades espec�ficas do usu�rio, proporcionando muita flexibilidade. Pode-se ter completo controle sobre os pacotes que ser�o instalados no sistema, assim como determinar se ser� usado o LILO para inicializar o sistema. Para aqueles com experi�ncia anterior no Conectiva Linux, este modo de instala��o � id�ntico �s vers�es anteriores.

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Parti��es

Para instalar o Conectiva Linux � necess�rio haver espa�o dispon�vel no disco r�gido, o qual deve estar separado de �reas que possuam outros sistemas operacionais (MSDOS�, OS/2�, Windows 95�, outras vers�es de Linux, etc...). A forma de separar estas �reas � dividindo o espa�o dispon�vel em �reas distintas chamadas parti��es.

Cada parti��o pode ser acessada como se fosse um disco totalmente diferente. Adicionalmente cada parti��o tem um tipo que indica como os dados s�o armazenados naquela parti��o. Por exemplo, h� tr�s tipos de parti��es diferentes usadas pelo Linux, OS/2 e DOS.

Pode-se desejar instalar o Conectiva Linux em um computador que n�o contenha nenhum sistema operacional instalado. Neste caso, pode-se usar o sistema de instala��o do Conectiva Linux para criar as parti��es necess�rias.

Opcionalmente pode-se instalar o Conectiva Linux em um disco r�gido que j� contenha softwares instalados ou com dados de um sistema operacional distinto. Neste caso a cria��o de parti��es depende do sistema operacional j� instalado.

Nota: o Conectiva Linux deve ser instalado em uma ou mais parti��es que tenham o tipo igual a Linux Nativo. Linux requer ainda uma parti��o de troca, a qual tem o tipo Linux Swap. Isso significa que uma instala��o do Conectiva Linux requer pelo menos duas parti��es:

�         Uma ou mais parti��es do tipo Linux Nativo

�         Uma parti��o do tipo Linux Swap footnode.html - 419
footnode.html - 419

Discutiremos os temas de particionamento com mais detalhes a seguir. Por ora, basta saber que Conectiva Linux requer no m�nimo duas parti��es dedicadas e que n�o � poss�vel instalar o Conectiva Linux em uma parti��o DOS/Windows. Mesmo que o Conectiva Linux esteja sendo instalado em um disco r�gido ou em um computador que n�o contenha nenhum sistema operacional , ser� necess�rio criar as parti��es. Estes casos s�o bastante simples, uma vez que n�o h� com o que se preocupar em rela��o a outras parti��es.

Por outro lado pode-se desejar instalar o Conectiva Linux em um disco que j� contenha softwares ou dados de um sistema operacional diferente. As coisas podem ser um pouco mais complexas nesta situa��o, uma vez que algum erro poder� causar a perda dos dados e parti��es existentes.

Durante o processo de instala��o, ser� apresentada a oportunidade de criar as parti��es do Conectiva Linux. Neste ponto deve-se estar seguro de ter-se o espa�o em disco suficiente para a cria��o das parti��es. Vamos rever os diferentes tipo de libera��o espa�o para as parti��es Conectiva Linux.

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Esquema de Nomes de Parti��es

Linux referencia-se �s parti��es em disco como uma combina��o de letras e n�meros que podem parecer um pouco confusa a princ�pio, principalmente se voc� est� acostumado a utilizar denomina��es como C: para referenciar-se ao disco r�gido e suas parti��es. Conectiva Linux usa um sistema mais flex�vel e que fornece mais informa��es do que a abordagem dada por outros sistemas operacionais. De forma resumida:

�         Duas Letras Iniciais - as primeiras duas letras do nome da parti��o indicam o tipo de dispositivo no qual a parti��o reside. Normalmente ser�o hd (para discos IDE) ou sd (para discos SCSI).

�         Terceira Letra - esta letra indica qual o dispositivo que cont�m a parti��o. Por exemplo /dev/hda (o primeiro disco r�gido IDE) ou /dev/sdb (segundo disco SCSI).

�         N�mero - indica a parti��o. As primeiras quatro (prim�rias ou estendidas) parti��es s�o numeradas de 1 a 4. Parti��es l�gicas come�am em 5. Por exemplo /dev/hda3 � a terceira prim�ria ou estendida no primeiro disco IDE; /dev/sdb6 � a segunda parti��o l�gica do segundo disco r�gido SCSI.

Mantenha estas informa��es em mente; isso tornar� mais simples o entendimento quando a configura��o de parti��es for exigida pelo Conectiva Linux .

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Estrat�gias de Particionamento

H� tr�s estrat�gias para recriar parti��es em um disco r�gido:

�         H� espa�o livre n�o particionado.

�         Uma parti��o sem uso est� dispon�vel.

�         H� espa�o livre dispon�vel numa parti��o em uso.

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Usando Espa�o Livre N�o Particionado

Nesta situa��o, as parti��es definidas n�o utilizam o disco r�gido por completo, havendo espa�o n�o alocado, o qual n�o faz parte de qualquer parti��o definida. Um disco r�gido sem uso tamb�m cai nesta categoria; a �nica diferen�a � que neste caso todo o espa�o n�o est� particionado.

Neste caso, voc� pode simplesmente criar as parti��es a partir do espa�o sem uso.

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Usando Uma Parti��o Sem Uso

Quando voc� trocou o min�sculo disco r�gido de 105Mb com seu Windows por um monstro de 4Gb, voc� particionou-o em duas partes iguais, imaginando que usaria a parti��o C: (a primeira parti��o do drive) para Windows, e a parti��o D: (a segunda parti��o do drive) para a guarda de programas freeware transferidos da Internet. Voc� estava t�o acostumado ao drive C: que provavelmente nunca guardou nada substancial em D:.

Se voc� se encontra nesta situa��o, voc� pode usar o espa�o n�o utilizado desta parti��o. Voc� precisar� remover a parti��o e criar as parti��es Linux adequadas no seu lugar. Pode ser usado tanto o utilit�rio DOS fdisk como utilizar o sistema disponibilizado pela classe de instala��o personalizada.

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Usando Espa�o Livre De Uma Parti��o Em Uso

Esta situa��o � bem comum. O problema principal � que voc� tem um enorme espa�o livre, mas atualmente est� atribu�do a uma parti��o em uso. Se voc� comprar um computador com software pr�-instalado, � bem poss�vel que o disco r�gido tenha uma �nica parti��o que contenha tanto o sistema operacional como todos os dados.

Al�m de adicionar um novo disco r�gido ao seu sistema, voc� tem duas op��es:

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Reparticionamento Destrutivo

Este m�todo basicamente ir� apagar todos os dados residentes na parti��o que esteja sendo redimensionada, ou seja transformada em v�rias parti��es menores. Neste caso � necess�rio fazer-se uma c�pia pr�via de todos os arquivos que se deseje manter. Por seguran�a � aconselh�vel fazer duas c�pias, verific�-las (caso o software de c�pia de seguran�a permita) e tentar ler os dados da c�pia antes de apagar os dados da parti��o. Note que se houver algum sistema operacional instalado na parti��o, ele ter� que ser reinstalado. Ap�s a cria��o de uma parti��o menor para os softwares existentes, pode-se reinstalar os programas, restaurar as c�pias de seguran�a e continuar com a instala��o do Conectiva Linux.

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Reparticionamento N�o Destrutivo

Pode-se executar um programa que faz o que parece ser imposs�vel; diminui o tamanho de uma parti��o sem perder os dados ali armazenados. Muitas pessoas acham esse m�todo confi�vel e livre de problemas. Que software pode fazer isso? H� in�meros gerenciadores de disco no mercado, que podem ser localizados com alguma pesquisa para adequarem-se � uma necessidade espec�fica.

Para sua conveni�ncia foi colocado no diret�rio /dosutils o utilit�rio fips . � um programa de livre distribui��o que pode alterar o tamanho de parti��es na Tabela de Aloca��o de Arquivos - FAT. Note que ainda que muitas pessoas utilizem fips no reparticionamento de seus discos r�gidos, e devido � grande variedade de softwares e hardwares nos quais ele deve rodar, n�o � fornecida garantia de que fips funcionar� adequadamente no seu sistema, sendo o seu uso por conta e risco do usu�rio.

Bem, caso voc� decida reparticionar seu disco usando fips , � vital que sejam executados os seguintes passos:

�         Gerar c�pia dos dados - gere duas c�pias de todos os dados importantes armazenados no computador. Estas c�pias deve estar em m�dia remov�vel (como fitas ou disquetes), e assegure-se que elas podem ser lidas antes de prosseguir.

�         Ler a Documenta��o - leia completamente a documenta��o localizada em /dosutils/fipsdocs no CD 1 do Conectiva Linux.

Caso voc� decida utilizado o fips , esteja ciente de que o programa criar� duas parti��es; a primeira que teve o seu tamanho alterado e uma rec�m criada com o novo espa�o livre em disco. Caso se deseje criar espa�o para instalar o Conectiva Linux , deve-se remover a parti��o rec�m criada , usando o fdisk sob DOS, ou ao configurar as parti��es durante a instala��o personalizada.

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Parti��es e outros sistemas operacionais

Caso as parti��es do Conectiva Linux sejam compartilhadas com outros sistemas operacionais, certamente na maior parte do tempo n�o haver� qualquer problema. Por�m h� certos cuidados extras que deve ser tomados. Informa��es sobre a cria��o de parti��es compat�veis com outros sistemas operacionais podem ser encontradas em diversos HOWTOs footnode.html - 459
footnode.html - 459e Mini HOWTOs dispon�veis em: http://listas.conectiva.com.br/LDP ou no CD 1 do Conectiva Linux, no diret�rio /doc/HOWTO. Em geral os documentos com nome iniciados com Linux + s�o muito �teis. Pode-se encontrar alguns destes documentos na publica��o Guia do Servidor Linux da Conectiva Inform�tica Ltda.

Se coexistirem o Conectiva Linux com o OS/2 em sua m�quina, voc� deve criar suas parti��es com o OS/2. Durante a instala��o, n�o � poss�vel criar novas parti��es, mas � poss�vel determinar os tipos adequados de parti��es para o Linux, atrav�s do utilit�rio fdisk .

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Usando LILO 

O LILO footnode.html - 468
footnode.html - 468� o m�todo mais comum usado para inicializar o Conectiva Linux em sistemas Intel . Sendo um carregador de sistema operacional, o LILO opera independente de qualquer sistema operacional, usando apenas a Basic I/O System (ou BIOS) do pr�prio computador.

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Limita��es do BIOS 

O LILO est� sujeito a algumas limita��es impostas pelos BIOS. Especificamente, a maioria dos BIOS n�o podem acessar mais de dois discos r�gidos e eles n�o podem acessar qualquer dado armazenado al�m de cilindro 1023 (o 1024 cilindro) de qualquer dispositivo. Note que alguns BIOS novos n�o t�m estas limita��es, mas isto n�o � universal.

Todas os dados que o LILO necessita acessar em tempo de inicializa��o (incluindo o kernel de Linux) est�o localizados no diret�rio /boot, que � normalmente parte da parti��o da raiz (conhecida como /). Eis as diretrizes que voc� deve seguir se estiver usando o LILO para inicializar seu sistema CL :

�         Nos dois primeiros Drives IDE - Se voc� tiver 2 drives IDE (ou EIDE), o /boot deve estar localizado em um deles. Note que este limite de dois drives tamb�m inclui qualquer footnode.html - 476
footnode.html - 476  de cd-rom IDE em seu controlador IDE prim�rio. Ent�o, se voc� tiver um disco r�gido IDE e um cd-rom IDE no controlador prim�rio, o /boot dever� ser localizado somente no primeiro disco r�gido, mesmo que voc� tenha outros discos r�gidos em seu controlador IDE secund�rio.

�         No primeiro IDE ou primeiro SCSI - Se voc� tiver um drive IDE (ou EIDE) e um ou mais dispositivos SCSI, o /boot deve ser localizado no dispositivo IDE ou no SCSI com ID 0. Nenhum outro ID SCSI funcionar�.

�         Nos dois primeiros Drives SCSI - Se voc� tiver apenas discos r�gidos SCSI, o /boot deve ser localizado num dispositivo em ID 0 ou ID 1. N�o funcionar� em nenhum outro ID SCSI.

�         Parti��o Completamente Abaixo do Cilindro 1023 - a parti��o que cont�m o diret�rio /boot deve estar localizada completamente abaixo do cilindro 1023. Se a parti��o que delimita o /boot ultrapassa o cilindro 1023, voc� notar� que o LILO funcionar�, porque toda a informa��o necess�ria estar� abaixo do 1023o cilindro, mas n�o funcionar� se um novo kernel estiver carregado e residindo acima do 1023� cilindro.

Como j� visto, � poss�vel que alguns BIOS permitam ao LILO trabalhar com configura��es que n�o se encaixem nestas diretrizes. Assim mesmo, algumas caracter�sticas do LILO podem ser usadas para inicializar um sistema Linux, mesmo que a configura��o n�o esteja de acordo com estas instru��es. Por�m devido � multiplicidade de op��es e vari�veis, estas op��es n�o s�o suportadas.

Nota:Os programas Disk Druid assim como as classes de instala��o esta��o de trabalho e servidor levam em conta estas limita��es. De qualquer forma caso se decida utilizar o fdisk , � de responsabilidade do usu�rio garantir que essas limita��es est�o sendo levadas em conta..

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Quantas parti��es? 

Caso se deseje, o Conectiva Linux pode ser instalado em uma �nica parti��o abrangendo todo o disco r�gido, por�m recomendamos que sejam criadas diversas parti��es. Recomendamos o seguinte layout, onde a combina��o entre simplicidade e flexibilidade s�o levados em conta.

Nota: caso sejam instalados todos os softwares dispon�veis no Conectiva Linux, ser�o necess�rias parti��es maiores dos que as aqui indicadas. Na verdade, pode-se prever um crescimento substancial do uso de discos e o tamanho das parti��es j� pode estar adequado a essa demanda.

Parti��o de Troca (Swap)

Destinada ao suporte � mem�ria virtual. Caso o equipamento tenha 16 Mb ou menos, a cria��o de uma parti��o de troca � obrigat�ria, caso contr�rio � recomendada. O tamanho da parti��o deve ser de, no m�nimo, 16 Mb ou igual � quantidade de mem�ria do equipamento. O maior tamanho de uma parti��o de troca � de 127 Mb, ou seja uma parti��o de troca maior que isso resultar� em perda de espa�o. Note que � poss�vel criar mais de uma parti��o de troca, apesar disso somente ser necess�rio para grandes instala��es.

 Parti��o Raiz 

footnode.html - 496
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Uma parti��o root ou raiz, ser� montada como / (diret�rio inicial) quando o Conectiva Linux inicia e cont�m os itens necess�rios � inicializa��o do sistema e arquivos de configura��o. Um tamanho entre 50 a 100 Mb em m�dia � suficiente para esta parti��o.

 Parti��o /usr

Esta parti��o conter� a maior parte dos softwares que o Conectiva Linux disponibiliza. Deve ter entre 300 a 700 Mb, dependendo de quantos pacotes se pretenda instalar. Caso seja poss�vel tente ser generoso com a parti��o /usr. Qualquer instala��o via RPM tentar� em geral utilizar mais espa�o desta parti��o do que de qualquer outra. 

Parti��o /home

Esta parti��o cont�m os diret�rios pessoais dos usu�rios. Seu tamanho depende principalmente de quantos usu�rios utilizar�o o sistema e do volume de dados que eles armazenem. 

Adicionalmente podem ser criadas as seguintes parti��es:

Parti��o /tmp

Destinada ao armazenamento de arquivos tempor�rios. Bastante indicada para sistemas com muitos usu�rios ou servidores de rede. A raz�o para sua cria��o reside na possibilidade de os diversos usu�rios esgotarem o espa�o em disco da parti��o raiz ( / ), onde fica localizado o diret�rio /tmp. N�o � necess�ria em sistemas monousu�rios ou esta��es de trabalho. 

Parti��o /usr/src

Destinada ao armazenamento de grandes quantidades de c�digos fonte inclu�dos no Conectiva Linux, tais como: 

�         Fontes do N�cleo do Linux - os fontes completos do Linux s�o armazenados aqui, assim como os novos n�cleos s�o constru�dos aqui. No momento o seu tamanho � de aproximadamente 30 Mb. Lembre-se de manter espa�o adicional para a constru��o de novos n�cleos, e pode-se desejar manter mais de uma c�pia do n�cleo simultaneamente.

�         Fontes de Pacotes Baseados em RPM - caso um pacote de fontes (tamb�m conhecido como SRPM) seja instalado, os arquivos ser�o gravados aqui. Note que, a menos que seja especificado o contr�rio, qualquer pacote ir� utilizar um diret�rio aqui constru�do.

Novamente, o tamanho da parti��o depende da previs�o de uso destas funcionalidades.

Parti��o /usr/local

Destinada ao armazenamento de objetos em separado do restante do Conectiva Linux, tais como softwares n�o dispon�veis como um pacote RPM. O seu tamanho depende da previs�o do volume de dados que usar�o esta estrutura. 

Parti��o /var

O sistema Conectiva Linux ir� gerar diversos arquivos de hist�ricos e mensagens em /var/log. Arquivos em filas de impress�o normalmente residem no diret�rio /var/spool. H� somente dois tipos de dados gravados em /var. A menos que configurado de outra forma, /var ser� parte do sistema de arquivos raiz, e normalmente n�o ter� muito espa�o dispon�vel. Caso se preveja uma grande atividade de impress�o, ou atividade de registros de atividades do sistema, deve-se considerar a possibilidade de cria��o de uma parti��o /var. Em geral somente sistemas servidores e multiusu�rios far�o uso efetivo de um sistema de arquivos /var em separado.

Parti��o /opt

Alguns softwares de terceiros s�o desenhados para serem instalados sob o diret�rio /opt. A menos que a parti��o /opt seja criada, o software tentar� instalar-se sob /opt e o far� na parti��o raiz, a qual pode eventualmente n�o ter o espa�o necess�rio. Claro que existem outras op��es de resolu��o do problema, tais como criar uma liga��o simb�lica entre /opt e outra parti��o com mais espa�o como /usr por exemplo. 

Parti��o /boot

Enquanto muitas parti��es mencionadas aqui, somente fazem sentido em grandes sistemas, com muita atividade, esta parti��o pode ser �til tamb�m em pequenos sistemas, onde o espa�o livre seja limitado. , discutimos como as limita��es impostas por BIOS padr�es afetam o carregador do sistema LILO. Todos os arquivos que LILO necessita acessar (em tempo de inicializa��o) est�o no diret�rio /boot. Uma vez que os arquivos (incluindo o n�cleo do Linux) tem o tamanho de 1 Mb aproximadamente, e haja dificuldades de encontrar uma �rea de 100 Mb para a parti��o raiz na �rea desejada, pode ser mais simples criar uma parti��o com 5 a 10 Mb denominada /boot. Deve-se ainda criar uma parti��o raiz, mas ela pode estar agora localizada em qualquer parte do sistema, pois as restri��es do BIOS aplicam-se somente ao conte�do de /boot.

Nota sobre os arquivos de controle de dispositivos

 Durante a instala��o do Conectiva Linux h� algumas limita��es de sistemas de arquivos e outros arquivos de controle de dispositivos suportados pelo n�cleo, observando-se que, ap�s a instala��o, o suporte a diversos tipos de arquivos e dispositivos estar�o dispon�veis.

Durante a instala��o o n�cleo modularizado tem suporte para equipamentos (E)IDE (inclusive ATAPI cd-rom), adaptadores SCSI e placas de rede. Adicionalmente todos os mouse, SLIP, CSLIP, PPP, PLIP, emula��o FPU, sele��o de console, ELF, SysV IPC, redirecionamento IP, firewall, ARP reverso, QIC tape e impressoras paralelas e contabiliza��o est�o dispon�veis.

Nota:Uma vez que o Conectiva Linux suporta a instala��o em diferentes tipos de hardware, muitos arquivos de controle (incluindo aqueles para adaptadores SCSI, placas de rede e muitos cd-rom) n�o est�o constru�dos junto com o n�cleo usado durante a instala��o. Caso necess�rio, voc� n�o ter� a chance de especificar op��es para este m�dulos em tempo de inicializa��o, e na verdades este arquivos ir�o ignorar qualquer op��o especificada em boot: prompt.

Ap�s a instala��o, o n�cleo pode ser reconstru�do incluindo somente os componentes de hardware desejados. 

Por favor leia todas as instru��es para a instala��o antes de come�ar; isto o preparar� para tomar qualquer decis�o e eliminar� surpresas.

Estaremos disponibilizando mais informa��es.

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Data e hora em que foi atualizada pela �ltima vez: 19/12/2004

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