O teu vestido já roto,
De tantas vezes usado,
Mostra parte do teu corpo,
Mostras teu corpo
Sem querer,
É a vida que tu tens,
Quem já é pobre ao nascer
Vive e morre
Sem
poder
Cobrir o nu
Do viver.
Pode ser
Olhando,
Repare em ti
E nesse teu corpo franzino...
Mal coberto...
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