SABBATS E FERIADOS



� um pouco dif�cil colocar os Sabbaths em ordem, pois na maior parte dos livros, eles s�o mostrados em rela��o aos Estados Unidos, portanto, quando aqui � inverno, l� � ver�o. Foi feito um estudo para que os Sabbaths pudessem ser realizados nas respectivas datas de cada objetivo apresentado pelos mesmos. Em cada lugar, essas datas podem sofrer varia��es devido �s Esta��es do ano. Nesse site, os oito Sabbaths j� est�o nas datas apropriadas para os praticantes de magia no Brasil. No caso dos equin�cios e solst�cios, as datas podem variar segundo o come�o das esta��es. Nesse caso, voc� deve consultar um calend�rio no come�o de cada ano, para que os rituais sejam realizados nas datas certas. Para cada Sabbath, h� um grande ritual a ser feito. O ideal � que no come�o as pessoas fa�am os Sabbaths seguindo algum livro, mas depois, que fa�am seu pr�prio ritual, com a ajuda do que voc� aprendeu lendo e praticando. Lembrem-se sempre de que tudo o que voc� fizer, deve ser anotado no seu Book of Shadows para que voc� possa ler depois e analisar cada passo dado. � muito interessante ter tudo marcado, n�o apenas como uma lembran�a que poder� ser passado em gera��es, mas como forma de ver seu pr�prio desenvolvimento.

Durante o ano, s�o realizados 8 Sabbaths:
Candlemass ou Imbolc (dia 1o de agosto)
Equin�cio de Outono ou Mabon (realizado no primeiro dia de outono - ver calend�rio)
Beltane (dia 31 de outubro)
Solst�cio de Inverno ou Yule (realizado no primeiro dia de inverno)
Lammas ou Lughnasadh (dia 2 de fevereiro)
Equin�cio da Primavera ou Ostara (realizado no primeiro dia de primavera)
Samhain (dia 30 de abril)
Solst�cio de ver�o ou Litha (realizado no primeiro dia de ver�o)

SAMHAIN
Marca o Ano Novo pag�o. Conhecido tamb�m como o Dia das Bruxas, o Samhain � praticado no dia 30 de abril no Brasil, e n�o em dia 31 de Outubro, como muitos pensam. � uma noite em que as barreiras entre a vida e a morte n�o s�o certas, permitindo aos ancestrais de andarem entre os vivos. Tamb�m conhecido como Festival dos Mortos ou Festival das ma��s, o Samhaim � marcado como o momento do sacrif�cio. Em alguns lugares, era a hora em que alguns animais eram mortos para garantir a comida no inverno. Identificado com os animais, o Deus se esconde para assegurar sua exist�ncia. O Samhain marca a morte simb�lica do Deus Sol e sua passagem para a "terra da juventude", onde Ele espera o renascimento da Deusa M�e no Yule. Samhaim � a hora de reflex�o, de olhar para o ano passado, da morte. As bruxas relembram seus ancestrais e todos aqueles que se foram antes dessa noite, porque assim como o Deus deu a vida � terra, essa terra renascer� de novo. O Samhain se pronuncia: SOW-wen.

YULE
A deusa d� a luz ao seu filho, o Deus. Yule � a hora da maior escurid�o e � o menor dia do ano. As pessoas de antigamente perceberam essas mudan�as e pediram �s for�as da natureza para aumentarem os dias e diminuirem as noites. As bruxas, �s vezes, celebram o Yule um pouco antes de nascer do sol, e olham o sol se pondo como um final de seus esfor�os. Como o Deus � o Sol, isso marca o ponto do ano em que o Sol renasce. As bruxas acendem velas, ou fogueiras para dar boas vindas � luz do Sol. A Deusa, que trabalhou durante todo o inverno, descansa. No Yule, n�s celebramos a volta do Sol, e a vida que ele traz.

IMBOLC
A Deusa recupera-se do nascimento e a for�a do Deus est� aumentando com o aumento do poder do Sol. Imbolc marca o per�odo em que os animais come�am a dar de mamar aos seus filhotes. Para as bruxas, � uma hora de criatividade e inspira��o e � associado com a Deusa celta Brigida. Esse � um sabbath de purifica��o depois da escurid�o do inverno, atrav�s da renova��o do poder do Sol. � tamb�m um festival de luz e fertilidade, marcado com enormes tochas, fogueiras e fogos em suas diversas formas. O fogo aqui representa nossa pr�pria ilumina��o e inspira��o. � uma hora tradicional para inicia��es e dedica��es.

OSTARA
O Equin�cio de primavera marca o primeiro dia da primavera, e a Deusa ganha de novo sua for�a e trabalha com sua magia. As horas do dia e da noite s�o iguais. A luz est� alcan�ando a escurid�o, e o jovem Deus est� na maturidade. � tamb�m chamado do dia de Ostara (depois da Deusa Celta da primavera), este dia marca a mudan�a da demora do inverno para a frutividade da nova esta��o. A Deusa envolve a terra com fertilidade, trazendo prosperidade em cada canto. Enquanto andamos pela grama verde, podemos desfrutar da abund�ncia da natureza. � uma hora de come�os, de a��es, de "plantar" feiti�os para colh�-los no futuro, etc. Agora � a hora de novos come�os, nossa viagem atrav�s dos port�es para o reino de calor e da luz.

BELTANE
Quando a natureza est� realmente florescendo, A Deusa e o Deus juntam-se. Isso assegura a abund�ncia da pr�xima colheita e a continua��o da vida. As bruxas celebram o s�mbolo da fertilidade da Deusa em um ritual. Tamb�m conhecido como a festa da primavera, Beltane tem sido longamente celebrado com rituais, festas e dan�as ao redor de um mastro enfeitado. Muitas pessoas colhem flores e galhos dos jardins para decorarem suas casas e eles mesmos. As flores e coisas verdes, simbolizam a Deusa, e o mastro, o Deus. Beltano marca o retorno da vitalidade, da calma, da esperan�a. � uma hora de amor e grande celebra��o, e n�s desfrutamos das belezas que a vida nos oferece.

SOLST�CIO DE VER�O
O Deus est� no topo de seu poder. � a maior hora do Sol e � marcado com o festival da luz. Tamb�m conhecido como Litha, o ver�o chega quando os poderes da natureza alcan�am seu poder m�ximo. A Terra � banhada de fertilidade da Deusa e do Deus. No passado, as pessoas saltavam sobre as fogueiras para encorajar a fertilidade, purifica��o, sa�de e amor. O fogo, mais uma vez, representa o Sol, festejado no dia mais longo do ano. O Solst�cio de Ver�o � um momento cl�ssico para qualquer tipo de m�gica.

LUGHNASADH
Era a hora em que os antepassados agradeciam os primeiros frutos da colheita. O ver�o est� acabando e o Deus virou o Deus do sacrif�cio, sendo cortado de seus campos. � uma hora sagrada para o Deus Lugh e para agradecer pelo que temos, e fazer oferendas em gratid�o. Quando o ver�o passa, n�s lembramos de seu calor e abund�ncia de comida que comemos. Cada refei��o � um ato de harmonia com a natureza, e n�s lembramos que nada no universo � constante.

MABON (EQUIN�CIO DE OUTONO)
A luz come�a a crescer menos, e o Deus come�a sua jornada para o outro mundo. Este � o t�rmino da colheita, come�ada no Lughnasadh. Mais uma vez o dia e a noite s�o iguais, equilibrados assim que o Deus come�a sua grande aventura para o desconhecido e come�a o renascimento da Deusa. A natureza decai, deixando-se pronta ao inverno, e parte para sua hora de descanso. A Deusa inclina no Sol nascente, quando o fogo queima dentro de seu �tero. Ela sente a presen�a do Deus mesmo que ele esteja diminuindo. � a colheita final. Agora, n�s ficamos pronto para o Inverno chegar, � uma hora de equil�brio.




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