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SITE M@FRENSE 2001 @ A OPINI�O EM RETROSPECTIVA

11. 18-04-2001 14:00
�� e-mail recebido: � o estalar da pol�mica em Calvos �
A vis�o estrat�gica da alta esfera socialista deixa-nos a n�s estranhamente interrogados quanto a import�ncia deste concelho para o Partido Socialista ao colocar em campo a figura de um Coronel, "troca-tintas" de raiz e pensamento centro democr�tico como o candidado a uma autarquia j� por si bem gerida pelos sociais-democratas.
De facto trata-se um erro crasso investir na outra face da moeda independentemente de se t�r uma pata de"coelho" no bolso, e um olhar para uma "estrela" no firmamento.
Estalou a pol�mica em Calvos-Milharado, na campanha antecipada do advers�rio do eng� Jos� Maria Ministro dos Santos, � C�mara Municipal de Mafra, parece que o senhor An�bal Rodrigues da Silva se dignou a visitar uma colectividade ACDRC, no seu anivers�rio e resolveu fazer campanha polit�ca, atitude essa muito feia, o " socialista " An�bal dos Santos que quis fazer campanha numa festa aonde a polit�ca nada tinha de entrar, tendo acabado por abandonar o local.
Nota-se na campanha antecipada dos socialistas neste concelho que � o tudo por tudo para ganhar esta c�mara ao PSD, e o efeito de merchandising polit�co est� evidenciado no modo como o fazem, quase que americano o processo usado; no entanto j� bastaria saber-se que afinal � um "troca-tintas" que a estrutura partid�ria do partido socialista quer p�r na gest�o duma concelhia, um centro democrata de raiz que trocou de emblema por quest�es de variada ordem, n�s n�o sabemos o porqu�, mas imaginamos em s�ntese v�rios porqu�s.
A campanha antecipada nas autarqu�cas por parte do partido socialista local come�ou mesmo mal, quando j� era vis�vel o mal-estar dentro dos org�os directivos dos socialistas por se dar provimento a elei��o dum candidato que nem sequer era da casa, e mais a mais quem ele � para os mafrenses, nada mais do que uma interroga��o, sem nada de esclarecedor, s�mente uma medalha de m�rito municipal, enquanto n�o errou a entrada na pol�tica.
Na base dos protestos internos do Ps local, o antigo vereador socialista Portela como muita gente sabe empres�rio da Mafroeste, veio agora com raz�o afirmar o seu descontentamento pessoal pela arte empregue na campanha socialista a c�mara de Mafra, no entanto s� o fez agora,por isso mesmo note-se que � evidente o mal estar nas hostes socialistas misturadas com uma data de gente, que nunca se entendeu para mostrar a este concelho uma alternativa diferente, revelando-se isto tal como em discurso anterior.
� O mal grassa dentro de quem se diz PS mas n�o o � �, isto tudo acontece dado a miscel�nea de "ra�as" que pupulam no Ps local, facto que vai permanecer numa crise insol�vel por muitos anos.
De facto come�a a tomar propor��es muito grandes a variada verborreia no discurso do antigo vereador Portela que se diz incomodado por n�o t�r sido a alternativa vi�vel a elei��o para presidente da c�mara do munic�pio mafrense, esse facto torna-se agora vis�vel na aproxima��o a nau do eng� Ministro dos Santos.
No entanto refira-se que a aproxima��o deste tipo de pol�tico n�o � necess�ria para o eng� Ministro dos Santos gerir este concelho como deve s�r.
Considere-se de qualquer maneira que Portela sempre seria uma alternativa que apesar de gasta sempre melhor que um troca-tintas como o Coronel An�bal Rodrigues da Silva que com a vis�o deturpada pela troca de emblema s� daria para ser �arrogante�, �prepotente� e practicante do �culto da personalidade� com o seu evidente sectarismo a que votaria este concelho se assim fosse eleito, mas que de certeza n�o o vai s�r.
Segundo, tamb�m com isto que n�o se tenta elogiar o bom gosto demonstrado agora pelas duas amostras de " socialistas ", pois ambos os gostos n�o s�o nunca uma certeza quando acordam de manh�, mas uma incerteza duma manh� chuvosa a cheirar a mais valias a adquirir para os seus meros pec�lios vikings.
N�o se resolve aqui dismistificar o que n�o precisa de s�r desmistificado, apenas mostrar a inviabilidade de se eleger pessoas que de pol�tica est�o a leste como o Z� Maria (TVI-Big- Brother) e nada sabem, quanto mais de gerir um concelho virado para o s�culo que est� virado e n�o para o passado pr�-hist�rico que iria s�r, se a alma socialista viesse a tomar as red�as do poder autarqu�co aqui neste basti�o laranja.
A vis�o estrat�gica da alta esfera socialista deixa-nos a n�s estranhamente interrogados quanto a import�ncia deste concelho para o Partido Socialista ao colocar em campo a figura de um Coronel, "troca-tintas" de raiz e pensamento centro democr�tico, como o candidado a uma autarquia j� por si bem gerida pelos sociais-democratas.
De facto trata-se um erro crasso investir na outra face da moeda independentemente de se t�r uma pata de "coelho" no bolso,e um olhar para uma "estrela" no firmamento.
O actual Presidente da C�mara, Jos� Maria Ministro dos Santos, ao longo de 16 anos a frente dos destinos da concelhia de Mafra, independentemente da c�r polit�ca sempre foi fiel a uma pol�tica virada para o s�culo em que vivemos, respeitador de valores passados, iniciou uma cavalgada para que este concelho atingisse um patamar de estabilidade invej�vel at� em rela��o a outros concelhos neste Portugal, apresenta um �curriculum� de vit�rias eleitorais e muitas obras feitas ap�s cada elei��o, independentemente de ser considerado por muita gente como um autarca "bafejado" por muita sorte, dirige um concelho aproveitando todas as vantagens de estar inserido na ar�a metropolitana de Lisboa, com poucos inconvenientes em rela��o a ar�as t�o grandes como a de outros concelhos, consegue at� agora mostrar um baixo n�vel de desemprego, uma total erradica��o de bairros degradados, e de bolsas de pobreza, um n�vel de acessibilidade crescente sempre a crescer com novas ideias para este seu concelho e uma vis�o not�vel sempre em frente.
Nota-se perfeitamente claro na sua atitude que prefere a evolu��o ao idealismo precoce dum passado remoto ao manter-se errudut�vel na ideia de pertencer a uma ar�a metropolitana rica sendo este um concelho pobre do que, �ser um parente pobre numa fam�lia de pobres�. (citado)
N�o creio que a oposi��o o ven�a e isto est� claro na opini�o p�blica mafrense at� nas meras simpatias socialistas assumidas publicamente por muita gente deste concelho a cada esquina numa conversa entre pessoas, o mafrense gosta de v�r obra feita, e obras feitas t�m sido feitas, e tanto ainda est� por fazer.
Em suma digo e contradito, a aposta � na continuidade visto a outra alternativa n�o s�r vi�vel e n�o demonstrar mais do que uma volta ao s�culo passado numa literatura te�rica com exemplos da altura por todos lida mas n�o practicada hoje por s�r incoerente e estup�da.
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12. 30-04-2001 14:00
�� e-mail recebido: � escudo versus escudo �.
Que diria ou faria o "pobre" rei Afonso Henriques se visse este
Portugal hoje? certamente dava voltas e voltas no t�mulo at�
se levantar e acabar com a hipocrisia a golpes de espada.
Faz alguns dias que estando consultando na internet a dimens�o do nome de Mafra no site www.clix.pt, encontrei entre os mais variados sites, este aqui para o qual eu decidi mandar muito simpaticamente pelo computador
um e-mail e aproveitando para j� para dar os parab�ns pela iniciativa de desconhecidos neste mesmo site. Segundo e aproveitando o esp�rito do qual est� imbu�do este site dar conhecimentos aos meus caros conterr�neos de Mafra (Mafrenses) de uma situa��o comum em voga
que acontece no dia a dia e que s�o espelhos de uma ainda realidade pouco concreta nos nossos dias, vamos l� ent�o:
Alguns dias atr�s, depois de fechar o escrit�rio por volta das seis, fui logo directo a casa mas enquanto conduzia lembrei-me de passar por uma superfic�e comercial aqui em Mafra de nome (INTERMARCH�), para adquirir uns produtos de que tinha necessidade, tendo feito as compras que necessitava, me dirigi depois a caixa para pagar os produtos adquiridos, e depois de pagar notei que faltava 3$00 no troco a receber, tendo com esta situa��o questionado a mo�a que estava na caixa, de que faltava troco, resposta dada disse que n�o tinha, e nem fez quest�o de chamar algu�m (supervisora) para esclarecer a falta de trocos.
Com esta situa��o deveras pat�tica gostaria de questionar se de facto com as leis de mercado e as das superf�cies comerciais isto deveria existir ?, e seremos obrigados a pagar mais esta esp�cie de "taxa" n�o recebendo correctamente o troco? Que se passa afinal ?
Afinal vivemos em Portugal ou num pa�s de terceiro mundo aonde cont. as
iregularidades em virtude de n�o estarem ainda a viverem uma verdadeira democracia? E que eu acho que vivo numa democracia para questionar o facto de ser delapidada do meu dinheiro numa situa��o destas, afinal se eu tenho que pagar o pre�o justo dum produto porque raz�o n�o recebo o troco correcto e ando a encher os bolsos de outros que querem mais do que pedem ? Temos uma nova esp�cie de ciganos neste pa�s a beira mar chamado Portugal ?
D� para rir n�o d�? ou se calhar devia era seguir o princ�pio da igualdade e direitos e pedir o livro de reclama��es?
Sinceramente, acho que n�o devo reclamar, mas antes por aqui chamar a aten��o para outros que evitem cair nesta situa��o; Sempre quero v�r � quando o senhor portugu�s europeu andar a usar o euro como moeda corrente, quero v�r se os euro c�ntimos escapam a esta digamos... "mania", para n�o chamar outra coisa.
N�o quero ser m� mas isto n�o devia acontecer, afinal andamos a roubarmos uns aos outros, n�o bastar� a corrup��o pontual entre for�as de seguran�a que de vez em quando surge um caso grave destes, os desvios de dinheiros publ�cos por parte de funcion�rios menos escrupulosos da administra��o publ�ca, os polit�cos a fazer os disparates que fazem neste pa�s, a tristeza de um pai a v�r o processo arquivado na sequ�ncia da morte do filho por electrocu��o num semaf�ro, numas mortes estup�das de crian�as a nadar numa piscina dum Aquaparque, etc, etc, etc ? Agora nem uns miser�veis de uns escudos escapam!
Sinceramente a minha alma lusitana revolta-se mas...mas...confio nos tempos vindos que sejamos parte da classe ilustre de cidad�os da Europa unida e o bom senso funcione.
Acho que custa mas tenho f� que l� se ir� t�r ao caminho certo, n�o
quero chegar a pontos de entregar o Bilhete de Identidade como o pai do Ruben Cunha o fez ao Presidente da Rep�blica, por causa do arquivamento do processo da morte do filho.
Escrevo para finalizar que nessa situa��o eu chegaria a pensar como ele
Que faria o "pobre"rei Afonso Henriques se visse este Portugal hoje?
Certamente dava voltas e voltas no t�mulo at� se levantar e acabar
com a hipocrisia a golpes de espada.
MSS

13. 06-07-2001 14:00
�� e-mail recebido: � um portugu�s l� fora �
Sou um recente internauta, e hoje fiquei muito feliz ao encontrar um site, me dando informa��es do meu Munic�pio. Para quem est� ausente da sua terra fora dos seus h�bitos, costumes e tradi��es este acontecimento � bem marcante, como devem imaginar.!!! Devo informar que sou natural da Venda do Pinheiro e residente h� muitos anos na cidade Imperial de Petr�polis no Estado do Rio de Janeiro - BRASIL, As minhas sauda��es de muita admira��o. CV

14. 22-08-2001 22:17
�� e-mail recebido: � "Fundamentalismo mu�ulmano" �
Chamam-nos agora infi�is como em tempos medievais as ordens religiosas chamavam aos mouriscos e sarracenos (mu�ulmanos) a mesma palavra.
Planeta Terra & amp; Humanidade ( atentado ao seu humano )
Nunca existiu uma guerra entre homens sem culpa da religi�o, condeno todas, mas neste s�culo a mais fundamentalista � a mul�umana. Aconselho vivamente a lerem o cor�o para saberem o que eles acham �cerca de uma mulher que n�o seja seguidora de al�, mas n�o fiquem chocados. Simplesmente todos os seus seguidores e respons�veis pela propaga��o dessa religi�o deviam ser proibidos de exercerem neste planeta.
Considere-se que com o aparecimento desse per�odo agora chamado pela aten��o dos atentados que chegou a altura de erradicar a linha radical fundamentalista que gera ataques contra inocentes em outros pa�ses, devendo-se isto essencialmente a natureza fraca de espir�to que ainda persiste na mente mu�ulmana, em que todos os infi�is devem ser exterminados. Chamam-nos agora infi�is como em tempos medievais as ordens religiosas chamavam aos mouros, dando sem duv�das nenhumas uma mensagem de que o espir�to pr�-hist�rico de uma �poca medieval ainda persiste na mente dos pa�ses ar�bes quando ela j� foi erradicada da da mentalidade dos europeus neste s�c XXI.
E perfeitamente obv�o a natureza fundamentalista precoce, vit�ma de mentalidade atrasada desse g�nero de idealismo que conduz sociedades � ruptura com a evolu��o tecnol�gica, economista e materialista, como vemos no Afeganist�o,isto deixa-nos por outro lado meramente interrogados dos porqu�s. Este mesmo fundamentalismo criador de Ossama Bin Laden, que � neste caso a vers�o melhorada e com mais possibilidades de Saddam Hussein, neste s�culo, que criou uma organiza��o com ramifica��es de grupos destabilizadores em pa�ses que seguem as ordens de exterm�nio do cristianismo e de valores morais das sociedades j� aceites faz s�culos pelo resto do mundo como uma nova guerra contra o cristianismo, como anteriormente foi feita contra os mouros, no entanto mais perigosa; este inimigo do capitalismo e do cristianismo.
O fundamentalismo isl�mico nasce resumindo da grande dist�ncia evolutiva que tem do esp�rito mundial, como um mero atraso, e mais..., esse mesmo fundamentalismo vai contra a cren�a do pr�prio isl�o, cujas cren�as s�o altamente pacif�cas, mas os seus practicantes tendem a invertir os valores religiosos da sua ess�ncia (g�nese).
Taliban como se sabe o se fica j� agora a saber, significa estudante de teologia, e de facto � importante esta faceta do afeg�o, visto na sociedade moderna se entender que o estudo de determinada mat�ria d� uma certa educa��o ao humano e o conduz a bom porto na dignidade e humanismo; no entanto como poder� isso acontecer no estudante afeg�o que se dedica a guerra de palavras e ac��es terroristas contra o seu semelhante no mundo?
Nos Estados Unidos na sequ�ncia do grande "bombardeamento" dos mass media acontecem casos de assass�nios nas escolas, imita��es reais de filmes virtuais tipo Rambos e outros por parte de estudantes, no Afeganist�o pelo contrario nada de cont�udos europeus s�o exibidos, os jornais s�o meros escravos do conselho ulema que tudo decide, s� publicam aquilo que eles querem, como poder� ent�o "desenhar-se" este extremismo que leva a ac��es terroristas contra outros ?
Esta interroga��o leva-me a pensar como anteriormente j� referi que o atraso na mentalidade de certos povos neste planeta e evidente, e � por isso um esfor�o enorme para a civiliza��o europeia o contributo financeiro e econ�mico para educar estas gentes vit�mas de atraso no tempo e a merc� de ditadores e suas falanges de terroristas educados desde palmo e meio de altura, n�o quererei ser pessimista mas acho que apesar de tudo vale a pena a tentativa para se conseguir uma sociedade mais humanizada, contudo urge acabar com os grupos extremistas radicais, usando de todos os meios, inclus�ve o extermin�o deles, e porque n�o reeducar ? n�o � pior se formos v�r a metodologia hitleriana. Estarei a exacerbar algum conte�do ?
S� assim se conseguir� viver num mundo melhor com o esfor�o de todos, e n�o s�mente quando nos atacam em casa como foi o caso dos Estados Unidos. As minhas sentidas condol�ncias ao povo Americano. Que Deus os aben�oe assim como todos aqueles que procuram a PAZ. Que seja feita justi�a, pois nada justifica um acto deste calibre.
EB
15. 18-09-2001 18:14
�� e-mail recebido: � "In God we trust" �
Nas nossas ilhas de prosperidade ficamos mudos e complacentes com a imensa fome e a mis�ria espalhada pelo mundo.
Peguem numa qualquer nota de d�lar e poder�o nela ler: " In God we trust":"Em Deus confiamos". Espiritualidade no dinheiro... Estes falsos pilotos terroristas tiveram tambem, certamente, a obssess�o de confiar demasiado Nele. No seu Deus, claro. Combate sangrento da espiritualidade contra o dinheiro. E � essa guerra que se trava .Deus vs. Gan�ncia. S� concili�veis nas notas de D�lar. A psicose mundial sobre o medo de tudo e todos poderem vir a ser alvos de terroristas � absolutamente pateta. O mais sangrento, espectacular e horr�vel atentado terrorista que os nossos olhos puderam ver, teve alvos bem precisos e muito simb�licos: Os Estados Unidos e o seu poder militar e econ�mico. E, claro, o alvo principal: Os excessos cometidos com esses 2 Poderes."In God we trust". Nas nossas ilhas de prosperidade ficamos mudos e complacentes com a imensa fome e a mis�ria espalhada pelo mundo. Votamos e apoiamos governos que fomentam o fabrico e venda de armas a pa�ses com popula��es carentes de tudo. Apoiamos indirectamente a ideia de que essas armas n�o podem ganhar p�. De t�o rotineiras e banais j� assimil�mos as not�cias da fome, mis�ria e injusti�as que por todo mundo v�o surgindo: N�o nos tomam mais do que os segundos de um breve olhar � TV. Ficamos muito mais emocionados com a morte tr�gica de uma Lady do que com o sofrimento e chacina de popula��es inteiras. Enfim...talvez por vergonha e coer�ncia. Sabemos que a venda de armas e respectivas muni��es a outros pa�ses ajuda muito a fortalecer o P.I.B. de qualquer Estado. Que as mat�rias-primas o mais barato poss�vel alegram muito os Saldos Fim-de-esta��o e que a m�o-de-obra que � paga miseravelmente num qualquer recanto deste mundo �...(como dizer?)...indispens�vel � nossa prosperidade. N�o duvido que os milhares de mortos nesta trag�dia foram v�timas da gan�ncia das sociedades ricas . Da opul�ncia por vezes demente, quase sempre obscena, de sociedades que insultam a dignidade de quem nada tem e a quem s� resta confiar em Deus. E das duas uma... Ou o Planeta Terra tem condi��es para que TODOS os seres humanos sem excep��o de ra�a, credo ou na��o vivam com dignidade e liberdade ou n�o tem . Creio que tanto os terroristas como as sociedades alvo dos seus actos respondem claramente a isso.
A.N

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