Atropelo ao Direito
Internacional.
Em rela��o,� carta
assinada por Maria
Celeste de Oliveira,
publicada no Correio
da Manh�,sobre Oliv-
en�a,ocorre-me com-
entar que a meu ver,
n�o h� qualquer pa-
ralelo entre a desas-
trosa aliena��o do
Imp�rio Portug�es
e a quest�o de
Oliven�a. Mais � natu
ral que os espanh�is
com que a Espanha
povoou aquela bonita
vila n�o queiram
mudar de nacionali-
dade.
Os portugueses que
ali viviam em 1801,
certamente tamb�m
n�o.
Mas estes foram inte-
grados for�adamente
no reino de Carlos IV
governado pelo sinis-
tro Manuel Godoy,
que conduziu a cham
ada " Guerra das
Laranjas" contra
Portugal.
A hip�tese do refere-
ndo de Oliven�a ou
a compara��o das
condi��es de vida
dos espanh�is com
os dos portugueses
s�o irrelevantes.
O que est� em
causa � o atropelo
ao direito internacio-
nal da �poca,cometi-
do pela Espanha
quando se eximiu ao
cumprimento do
Tratado de Paris de
1814 e do Congresso
Viena de 1815,que
mandaram devolver
Oliven�a a quem ela
legitimamente perte-
ncia - a Portugal.
Enquanto isso n�o
acontecer, a
Espanha n�o tem
autoridade moral
para reclamar o
retorno de Gibraltar
� sua soberania.
in Correio da Manh�
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1. 30-03-2001 14:00
�� e-mail recebido: � os moradores da rua da quinta perderam a paz �
C

2. 30-03-2001 14:00
�� e-mail recebido: � o dono da ribeira de Maciel Forro �
C

3. 31-03-2001 14:00 .
� um perfeito exagero em Portugal ??�
Q

4. 06-04-2001 14:00 �� e-mail recebido:
Mas se fosse candidato a uma autarquia como o sr.Coronel An�bal Rodrigues da Silva de certeza n�o andaria a marcar golos na minha pr�pria baliza.
� o vendido, engordador de porcos,Coronel An�bal Rodrigues da Silva �
De facto hoje em Portugal nos meios pol�ticos aonde todos se travam de raz�es e no fundo batalhas politicas, acontece vermos surgir um novo tipo de polit�co, que � neste caso simplificando o " vendilh�o " de interesses das mais variadas espec�es, caso este muito claro para qualquer portugu�s do senhor deputado da Assembleia da Rep�blica pelo circulo de Ponte de Lima, Daniel Campelo, (refer�ncia esta semana do senhor Baston�rio da Ordem dos Advogados, Pires de Lima); este senhor arrastou a decis�o dum or�amento de Estado para um novo ano atrav�s dum seu voto, em troca muito sarcast�camente digo por, "um queijo".
Como era claro colidiu com a disciplina de voto partid�ria e trocou as voltas ao seu l�der centrista, revolucionando dentro das estruturas internas do partido CDS/PP, no entanto o mais engra�ado e que Paulo Portas, n�o fez grande alarido de modo a que os portugueses tivessem notado, porque do ponto de vista moral para Ponte de Lima caiu um pote de ouro que muito vai ajudar aquela zona entre tantas outras esquecidas por esse Portugal, primeiro porque iria ser apupado como ordin�rio e outros tantos epit�tos pelos portugueses e segundo perderia posi��es nessa ar�a de Ponte de Lima, e como � claro n�o conv�m um CDS/PP depauperado cada vez mais em rela��o a um PSD ou PS em mat�ria de votos.
Mas nada disto pode ser mais pior do que certos membros de estruturas polit�cas partid�rias se andarem a vender pela oposi��o numas elei��es autarqu�cas locais caso do senhor Coronel An�bal Rodrigues da Silva, o senhor "engordador de porcos"; revelando mesmo falta de maturidade polit�ca trocar-se o PP pela campanha socialista para derrubar o Eng. Ministro dos Santos, cabe�a de cartaz pelo PSD na c�mara municipal de Mafra.
O senhor An�bal da Silva que com essa atitude hip�crita e monoteista que mais cheira a nova "Revolu��o Cultural" na polit�ca (Deus queira que n�o), nunca poder� dizer para o seu advers�rio nas elei��es se ganhasse: "Ah! Aonde est� o leite?", mas... o mais curioso e que todos os Mafrenses deste Concelho n�o sabem para o qu� ou para quem o senhor se vendeu ???, por um queijo e que n�o foi de certeza, pois essa agora est� fora de moda.
Eu pessoalmente n�o tenho nada contr�rio a um CDS/PP porque at� me revejo na ideologia e n�o sou militante ou simpatizante do partido do Paulo Portas mas se fosse candidato a uma autarquia como o senhor An�bal da Silva de certeza n�o andaria a marcar golos na minha pr�pria baliza.
Vendo-se o posicionamento dum candidato a presidente dum concelho que j� vem desde a algum tempo atr�s demarcando-se com uma estrat�gia pr�-defenida, chorando baba e ranho em festas concelhias para disfarce e cativar eleitores, estranha-se que o fa�a pelo PS sendo ele do CDS/PP, n�o �? isto faz-me lembrar uma arte filos�fica muito em voga hoje mas que deriva de h� muitos anos chama-se a Arte de Lullo praticada por um filos�fo aluno de Socrat�s que falava daquilo que n�o sabia " falar por falar ", entenda-se com isto que est� perfeitamente evidenciado na cabe�a das pessoas de que o candidato a estrutura concelhia municipal de Mafra, fala daquilo que n�o sabe, e como � claro, quem o viu, v� e ver� na campanha n�o saber� quem ele �, j� que troca de clube como quem troca de cuecas.
Isto neste pa�s a beira-mar t�o sossegado mas imensamente cheio de mentes criativas que d�o uma imagem de Cam�es a mistura com um Manuel Maria Barbosa du Bocage.
As elei��es locais ir�o de facto ser um teste bastante importante para as estruturas nacionais dos partidos que est�o dependentes disso, e este ano � crucial para os socialistas terem uma imagem de quem s�o eles ainda para os portugueses; n�o queria estar ainda a "bater" na mesma tecla do caso anterior mas a verdade � para ser dita e escrita, as batalhas polit�cas,os assentos politicos ganham-se nas autarqu�cas e Mafra, basti�o social democrata mant�m a sua erruditibilidade para com os seus opositores, verdade se diga que em Assembleias Municipais parece estar vis�vel a m� qualidade de polit�cos assistentes que s�mente congeminam impreca��es silenciosas para com o eng. Ministro dos Santos mas a verdade � que s� podemos dizer que se trata duma polit�ca de rua que pontifica na m� qualidade exibida por vezes numa troca, uma m�o cheia de dinheiro por favores. O mal grassa dentro de quem se diz PS mas n�o o �.
Jos� Maria Ministro dos Santos ao longo dos seus mandatos tem pontificado mais valias para este concelho da sua parte, nota-se nele como homem que n�o � um polit�co brilhante mas cauteloso que desponta na sua defesa pessoal quando a isso necessita de recorrer no entanto ele � pessoa que pouco ou nada se mostra a sua regi�o, as pessoas, acho que peca por isso, por outro lado � um polit�co muito pouco receptivo a popularidades trata-se de facto de uma virtude por ele n�o exibida em rela��o ao seu candidato opositor mas nunca fez at� agora a figura que o outro fez, conv�m dizer que � uma vergonha se ele assim o fizesse, por isso para finalizar os mafrenses devem esperar algo mais dele, de certeza que ele n�o se vende por queijos ou troca de camisola, e n�o parte a corda.

6. 09-04-2001 14:00
�� e-mail recebido:
Dito sem contradito,visitar Mafra,de vez em quando, como forma de penit�ncia (Miguel Torga)
Mafarrico n�o nasceu em ber�o de oiro, mas ao longo da vida l� tratou de ir virando o rabo para a Lua.Filho de pais saloios dos sete costados, cresceu baixo mas roli�o e de tez morena. Na prim�ria com a ajuda da dona chica e de uma outra galinha, aprendeu a l�r, a escrever e, sobretudo, a fazer contas de dividir: um para mim outro para ti, um para mim, outro para ti, um para ti, e outro e outro para mim. Como todos os putos do tempo da outra senhora andou na catequese, roubou h�stias na sacristia e desfiou ter�os, caridoso e servil, assexuado e ronha quanto baste, batendo piv�as s� com os olhos numa nesga da coxa da catequista, velha mas bem conservada em formol e frusta��o. Andou na mocidade portuguesa, coisa que, diga-se em abono da verdade, n�o o entusiasmou por a� al�m, apesar do gosto pela ordem e pelo her�ico passado dos passados lusitanos o t�r marcado indelevelmente, como uma carra�a nos tomates. O bu�o, entretanto, deu-lhe para bigode viril que n�o quis cortar, porque nunca a mente estreita lhe deu para prever os inconvinientes de semelhante ap�ndice piloso.Acrescente-se, em sincero par�nteses,que muito mais tarde a mulher tamb�m nunca os sentiria, neles s� tendo pensando quando o primeiro amante a beijou l� mesmo aonde o esposo jamais a honrara assim. Enfim. Coisas de alcova, ordin�rias, que aqui e agora n�o nos interessam, at� porque a vida entre lenc�is do casal Mafarrico viria a ser assaz desinteressante. Excitante, embora t�pico, � o resto do percurso. Liceu e quinto ano esfor�ados. E um cada vez mais intenso interesse fan�tico pela grandeza. O calhau tornou-se-lhe a menina dos olhos. Milhares e milhares de homens construindo a promessa de um rei beato, teatral e novo-rico. " Quanto custa este carrilh�ozinho ? Bom . Nesse caso, os senhores vender-me-�o dois! E toda a madeira para os andaimes! E tudo o resto que f�r preciso, menos um pouco de m�rmore, que esse tenho, basta subir e descer cheleiros" . A saloice total, o exemplo a seguir! Mafarrico teve a� a certeza que o pa�s era e � uma merda face aos imperativos ditados pelas apar�ncias e outras converg�ncias. E ent�o, surdo pelos estrondos �picos dos dias de provas de fogo real, entusiasmado pela singela opul�ncia dos juramentos de bandeira, cego pelo garbo dos desfiles de infantaria e convencid�ssimo que todas as angolas era nossas, quase que se inscreveu como volunt�rio nas valorosas guerras do Ultramar.Valeu-lhe o pai e o valor de uma junta de bois. Melhor ainda, e bem feito ! valeu-lhe a justa, ironia do destino, o 25 de abril por tr�s-os-montes contra vontade, a sentir na pele o atraso que vem desde o desperdic�o das �ndias, do brasil, das afr�cas, para onde nunca afinal chegou a ir combater pela grandeza que adoptara como modelo. Regressou � santa terrinha ,casou, teve filhinhos no calor da revolu��o. Trabalhinho certinho, pois claro, sempre a leste da anarquia e do risco, a fu�ar um lugar como um rato na sombra, at� que tudo acalmasse e o passado pudesse voltar a ser exigido. Datam da� os seus primeiros escritos no jornaleco local. Tornou-se, como diz o O'Neill, um "plumitivo ladrilhado de lindos adjectivos ". Eles pr�prios, os adjectivos e outros saloios , o ajudaram a conseguir ,� for�a de colectas e estupidez, o inevit�vel, incontorn�vel, inimagin�vel monumento ao magnanimamente inconceb�vel rei da sua adora��o. E hoje a� o temos, o mastron�o cagado dos pardais, rodeado de relvinha mal semeada, foleira como s� os canteiros de tijolo em volta do calhau cuja cara lavam. Mas aten��o! Mafarrico n�o est� contente e prepara uma nova subscri��o p�blica, para a qual talvez at� receba subs�dios de um dos muitos programas europeus em
vigor at� final do mil�nio. Com efeito, Mafarrico j� idealizou a forma de proteger toda a vila dos ventos da mudan�a que possam contestar o seu apego ao passado, ao esplendor do marasmo. Bastou-lhe, um dia de inspira��o, ao sair da casa de banho, olhar os torre�es do calhau. Um penico! Um enorme penico invertido que nos cubra a todos e nos defenda do futuro.

7. 12-04-2001 14:00
�� e-mail recebido: � o lavar da roupa suja �
R
8 . 12-04-2001 14:00
�� e-mail recebido: � o governado �
Oh! Personalidade humana! Como � poss�vel que durante sessenta s�culos tenhas vivido miseravelmente nesta abjec��o! Dizes-te santa e sagrada e n�o passa de prostituta, infatig�vel, gratuita, dos teus lacaios, dos teus monges e dos teus soldados de velha guarda. Sabe-lo e sofres com isso! Ser governado � ser guardado � vista, inspecionado, espiado, dirigido, legislado, regulamentado, arrumado, doutrinado, pregado, controlado, estimado, apreciado, censurado, mandado por seres que n�o t�m o t�tulo , nem a ci�ncia , nem a virtude.
S�r governado � ser ,a cada opera��o, a cada transac��o, a cada movimento, notado, registado, recenseado, tarifado, selado, medido, avaliado, patenteado, licenciado, autorizado, apostilado, admoestado, impedido, reformado, reeducado, corrigido.
�, com o pretexto de utilidade p�blica, e em nome do interesse geral ,ser pedido em empr�stimo, exercitado, expoliado, expiorado, monopolizado, abalado, pressionado, mistificado, roubado; depois � menor resist�ncia, � primeira palavra de queixa, reprimido, multado, injuriado, vexado, encurralado, maltratado, batido, desarmado, garrotado, aprisionado, fusilado, metralhado, julgado, condenado, deportado, sacrificado, vendido, e ainda por cima jogado, escarnecido,ultrajado, desonrado. Eis o governo,eis a sua justi�a,eis a sua moral!
E dizer que h� entre n�s democratas que pretendem que o governo tem coisas boas; socialistas que apoiam, em nome da liberdade, da igualdade, e da fraternidade, esta ignom�nia, prolet�rios que se candidatam � Presid�ncia da Rep�blica! Hipocrisia!...
PJP

9. 12-04-2001 14:00
�� e-mail recebido: � moral e dogmas �
� o conjunto de todos os dogmas, costumes, tradi��es e religi�es, criados para despersonalizar o homem que se transforma num ser sem vontade pr�pria.
Para a defender existem as leis judiciais impostas pelos seus c�es de fila - ju�zes,ex�rcito, pol�cia, etc.
As leis religiosas defendidas pelos ditos representantes de deus(es) na Terra.
Se observarmos reparamos que aqueles que regem a moral e criam meios para as fazer prevalecer, s�o os que nada fazem do que dizem e vivem rodeados de luxo e riquezas conquistadas � conta daqueles que obedecem a tudo aquilo que lhes � imposto em nome da moram e por isso vivem miseravelmente.

10. 12-04-2001 14:00
�� e-mail recebido: � pensamentos �
- Uma boa palavra vale mais que um bom livro.
- H� homens que n�o t�m a cabe�a cheia sen�o de vazio.
- N�o basta pensar... � preciso pensar em alguma coisa.
- � preciso n�o fazer nada do que fazerr mal.
- � sempre preciso quebrar o gelo que sse forma no c�rebro para o
impedir de congelar.
- Logo que um actor fala deixa de pensaar.
- H� homens que s�o t�o asseados que muudam de opini�o como quem
muda de camisa.
- Deus n�o foi nada mal sucedido com a Natureza... mas n�o acertou com
o homem.
- Envelhece-se mais depressa quando se est� morto.
- Se a praga do dinheiro n�o � moortal, a verdade � que nunca mais se
cura.
- S� os pain�is eleitorais guardam duraante algum tempo as sua opini�es
polit�cas, eleitores e candidados depressa as esquecem.
- Os homens nascem iguais ,por�m no diaa seguinte j� n�o o s�o.

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