| Por Maria
Claudia, a repórter da velocidade
Sábado, 5h30 da tarde, e finalmente eu, a repórter, encontro Zebú, o comentarista: "Meu Deus, vc é o Zebú???". Eu, Maria, imaginava ser o nosso colega Zebú um protótipo de rapaz revoltado: calças largas, cabelo desajeitado, verde talvez, falante, escrachado... e no entanto, me deparo com um típico "maurício", quieto. Senhores, o Zebú é um tímido.
Enfim, travamos diálogo e eu pergunto qual seria a profissão do Zebú. Sem surpresas: publicitário. E poderia ser outra??? de maneira alguma. Onde estava Zebú durante a corrida? a repórter aqui pesquisou fontes e descobriu que o comentarista fica escondido no circuito fazendo anotações em seu bloquinho para depois escrever seus textos venenosos, nada mais criativo.
Depois na pizzaria, o pobre Zebú teve um contratempo. Enquanto todos os pilotos saboreavam pizzas doces de morango e brigadeiro, ele esperava horas por um reles pedaço de frango com catupiry que os garçons se recusavam a conceder.
Agora que conheço como funciona essa mente, prevejo uma coexistência pacífica entre nós, regada a claro muitas ironias e intertextualidade. Saudações, Zebú.
Eis o perfil de um tímido irreverente.
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